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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2017

Liberalismo e neoliberalismo

Neoliberalismo.jpg

 

 

Vilfredo Pareto foi um economista  liberal e sociólogo italiano do século XIX.

Era anti-socialista, defensor do mercado e do ponto de vista siciológico era defensor da dominação das elites.

Assim sendo, foi  um dos teóricos do fascismo.

No âmbito da  ideologia liberal  considerava que a democracia era uma ilusão.

Do ponto de vista sociológico considerava que  uma classe dominante sempre subsistirá  enriquecendo-se cada vez mais.

A sua perspectiva económica é a da  redução drástica do Estado

Ora foi isto que aconteceu no tempo de Mussolini:  Destruição da liberdade política; Substituição  da  gestão estatal pela gestão privada;  Diminuição  dos impostos sobre a propriedade;   Alberto De Stefani ministro das finanças de Mussolini reduziu impostos, aboliu isenções fiscais que beneficiavam contribuintes de de renda mais baixa, facilitou as transações com ações,  desregulou os alugueis, privatizou os seguros de vida e transferiu a gestão do sistema de rádio para o setor privado

O século XXI foi  nitidamente marcado pelo reanimar destas ideias, agora em movimento denominado neoliberal.  O menos estado, a venda dos bens públicos a privados, o aumento das desigualdades por perda dos mecanismos de redistribuição da riqueza e a consequente concentração dessa riqueza, por destruição da classe média e alargamento da base de empobrecimento.

E tudo isto, já resultou em grandes tragédias como nos documenta a história. 

A Universidade de Chicago é considerada o berço da ideologia neoliberal, pelo predomínio do pensamento de Milton Friedman, representante da escola monetarista, da absoluta liberalização do mercado e do não intervencionismo regulador estatal, a par das privatizações e da recusa dos gastos sociais.

 

Sabemos que o mercado por si é devorador. Impiedoso na obtenção de lucros que sem regulação e intervenção orientadora do estado, leva à concentração  da riqueza num cada vez mais pequeno número. O actul 1%  contra os 99%.  É a intervenção do estado que pode traçar políticas e que através dos gastos sociais promove a redistribuição da riqueza produzida.  A escolha é clara.

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:31
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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2016

Financiamento das Universidades

ForumEUA_300x200.jpg

 https://noticias.up.pt/universidades-europeias-debatem-financiamento-na-u-porto/

 

O ensino é caro. Corresponde a um período da vida em que o indivíduo não tem receita, mas apenas despesa. Na generalidade dos casos despesa suportada pela família, e dessa forma só as famílias mais abastadas possibilitavam formação superior aos seus filhos. A desigualdade social a começar no berço.

As sociedades modernas e que para além de estados de direito são também estados sociais tiveram primordial atenção à alfabetização, ás literacias e á formação superior. Durante alguns, poucos anos em portugal, vivemos um clima de promoção da formação, da investigação e ciência.

O modelo de Bolonha para o ensino superior, veio introduzir um paradigma neoliberal, com o estado a desconsiderar a formação académica e a ciência, desvinculando-se desses custo e transferindo-o à maneira neoliberal para quem puder pagar a sua própria formação. A redução de um em quatro anos de ensino superior significa tão só a dimnuição em orçamento de estado de 25%.  O resto da formação que tendencialmente será distintiva ao nível do Mestrado ficará dependente dos recursos de cada um.

Com menos recussos dos estados,  e com cada vez menos alunos capazes de pagar os seus prórios estudos, a Universidade vê-se cada vez mais limitada na sua missão, que é o de formar o melhor e maior número possível de cidadãos, e dessa forma promover a  competividade  do país. O país é tanto mais competitivo no seu todo, quanto mais formação superior, mais  investigação, ciência estiver capaz de produzir.

Por isto se vê a Universidade e tentar procurar financiamento que lhe dê futuro e assim dê futuro ao país.   

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:34
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Sábado, 17 de Setembro de 2016

Digital Humanities

images.jpg

O que significa ‘digital humanities’?   Existe a  discussão a seu propósito  e a propósito do neoliberalismo (Allington, et al, 2016).  Também por isso trâs autores (David Rheams (drheams@masonlive.gmu.edu), Tai Neilson (tneilson@masonlive.gmu.edu)  e Lewis Levenberg (llevenbe@gmu.edu). propõem-se receber contribuições para a elaboração de um  Handbook of Methods in the Digital Humanities. Os temas foco são:

Content analysis / textual data mining
   - Critical code studies
   - Visual analysis
   - Physical digital structures
   - Online interviews and ethnography
   - Network analysis
   - Political economy
   - Communications / media studies
   - Archives
   - Big data
   - Dark web / the illicit
   - Collaborative research
   - Presenting research
   - Information aesthetics
   - Procedural literacy

Se a alguém interessar, tem oportunidade de colaborar.

publicado por antonio.regedor às 13:18
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