.posts recentes

. Expurgo em Bibliotecas

. A Tragédia II

. A tragédia

. Almaraz e outras coisas m...

. A paisagem pertence a que...

. Escritaria

. Zafón - “O labirinto dos...

. Copos e livros

. Bibliotecárias a cavalo

. “Irmãos de Armas”

.arquivos

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2017

Expurgo em Bibliotecas

No-hay-biblioteca-pequeña-siempre-y-cuando-sea-de

 
A propósito de uma notícia de que a Biblioteca da Universidade de Indiana na Pensilvânia, está a fazer um expurgo de quase metade dos seus livros que não foram emprestados desde o ano 2000.
Se nunca tinham feito expurgo, é natural que agora tenham esse valor que pode parecer grande, mas não o é.
O processo científico torna muita da informação desactualizada. Calcula-se que actualmente, em média, a cada cinco anos metade do conhecimento científico esteja desactualizado. Há sectores onde a desactualização é muito rápida, a informática por exemplo, e outros em que é bastante mais lenta. Mas em média, é isto que se passa. O conhecimento renova-se a cada dez anos.
Por esta razão o expurgo, para quem o faz, actualiza em cerca de 10% todos os anos. Claro que nem tudo o que é desactualizado é expurgado. Há matérias que apesar de desactualizadas continuam a ser referidas, até para termo de comparação ou produção de diacronias. E assim, o expurgo incide essencialmente no critério de documento não consultado. Mas não deixa de estar no valor aproximado dos 10%. O que refaz o equilíbrio de actualização da colecção de forma permanente.
Mesmo para as bibliotecas de leitura pública, é este o padrão. No programa de análise de bibliotecas (PAB) ,em que participei no ano 2000 a 2002, uma parceria entre a Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundación Bertelsmann da Catalunha, fizemos a contagem dos documentos não emprestados e era sensivelmente esse o valor que encontrávamos.
Isto deve ser tido em atenção dos gestores e técnicos de biblioteca, para demonstrar a necessidade de investimento regular na colecção. Não a deixar degradar, porque a desactualização da colecção leva à redução do uso e consequentemente à redução dos utilizadores, e em espiral à redução da visibilidade e utilidade da biblioteca, à sua nulidade ou utilização residual ou mesmo ao desvio para outros fins e actividades que não a sua missão e necessidade essencial e prioritária.
 
 
António Regedor
publicado por antonio.regedor às 14:40
link do post | comentar | favorito (1)
|
Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

A Tragédia II

transferir.jpg

 

Não resisto a continuar a seguir a caricatura social de Eça, em "a tragédia da Rua das Flores" Lisboa: Fernando Pereira Editor [1980?].  E mais não é registado na Edição, que do ponto de vista formal é um atentado à dignidade da função de editor.


Novo jantar e nova recomendação: “- Pr’a jantar aqui, tudo menos aquela gente da soirée; nada de académicos caturras, nem de poetas pelémicos; nem de velhas de turbante. Quero gente lavada, com toilette e com graça.”

“a mesa brilhava de luz viva de um lustre de gás; as facas novas reluziam ao pé dos pratos de ostras; em torno de dois vasos de flores, estava disposta a sobremesa;”

E João da Maia, então, para divertir as senhoras, contou uma conspiração de que tinha feito parte para proclamar a República. ... O plano era simples: era reunir 6000 operários; compravam armas , atacavam o castelo de S. Jorge, e depois, de lá, desciam para a Baixa da cidade...depois instituía-se o tribunal revolucionário; tínhamos a lista das vítimas: na frente, a família real,depois... “ “O padre Milho, tinha dado os nomes de todos os bispos; eu dei o nome dos meus credores, já se vê. E a coisa gorou, porque faltou o dinheiro para as armas; nunca reunimos mais de 7200 [reis]... Por fim, o padre Milho desapareceu com o cofre...”

_ ... Estava, enfim, tudo, o melhor dos sumos, e que ouvi dizer ao abade de la Chermare, um santo, que, em caso de doença, se podia tomara água de Nª Sª de Lourdes, com um dedo de vinho de Espanha.

...

Houve um silêncio discreto; pareciam saborear aquela revelação de uma verdade santa e João da Maia pensava, baixo: “Que grandes pândegas! Que patusca espécie de mulheres!” “

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:39
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 10 de Dezembro de 2017

A tragédia

1386641332 (1)

 

 
Bem ao gosto de Eça de Queiroz, é apresentada nesta terceira versão de “A tragédia da Rua das Flores” um retrato duro, cruel e caricato da sociedade de Lisboa dos finais do século XIX.
A Madame de Molineux pretendia realizar uma soirée em sua casa e “Um capricho! Um diabo dum capricho: Imagina tu. Diz que para esta primeira soirée queria ter de todas as classes: deu-me uma lista: militares, jornalistas, poetas, membros da Academia, diplomatas, cantores”. E a festa fez-se, Vitor viu “um velho cuja cabeça calva, com repas grisalhas repuxadas para as fontes, se enterrava na alta gola de veludo dum enorme casacão escuro”. Publicara um livro de fábulas de Esopo, outro de madrigais originais; vivia duma pensão do Estado. Pertencia à Academia Real das Ciências”.
“Ao pé duma mesinha de jogo...estava um grupo...uma era chamada a Pia de Tolomeu,... era nova, muito alta, com um penteado riçado...tinha na toilette um ar trapalhão e enxovalhado”... “ a outra era uma quarentona, de aspecto solteirão, grossa, quadrada, trigueirada, com um buço...” .
“Um dos sujeitos estendeu-lhe a mão: - Era o Carvalhosa- que fora seu contemporâneo em Coimbra, onde era conhecido pela sua porcaria e ilustre pelos seus vícios. Agora era deputado...”
“O ilustre Fonseca, com a cabeça no ar, o olhar errante, por trás dos óculos que reluziam à luz, passeava as pontas polpudas dos seus dedos de merceeiro, ao de leve, sobre o teclado sonoro... e ao lado, de pé, o poeta lírico passava, um pouco trémulo, a mão pela barba... E de repente disse: - contemplação...visão - É o título do poema.”
“O Sarrotini, de pé no meio da sala, fazia sortes de prestidigitação. Com as mangas do casaco arregaçadas, pedindo, a todo o momento, um ovo, um limão.”
Era assim O Eça. E que mais se pode fazer em dia de chuva, frio e vento?
 
António Regedor
publicado por antonio.regedor às 19:12
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017

Almaraz e outras coisas más

Convite 7 Dezembro.jpg

No  dia 7 de Dezembro, entre as 19 e as 21 horas, será o lançamento nacional  será na Fábrica do Braço de Prata em Lisboa.

 

Um livro com depoimentos de mais de trinta colaboradores que narram as diversas situações de recusa do nuclear em Potugal e algumas interferências nas intenções Espanholas. 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:03
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017

A paisagem pertence a quem a sabe olhar

IMG_20171027_123843.jpg

 

Recentemente a escritaria homenageou Miguel Sousa Tavares. Relembro um dos seus livros: “No teu deserto, Quase romance” editado pela Oficina do Livro em 2009. E dele  registo estas três citações:

“Na verdade, o deserto não existe: se tudo à sua volta deixa de existir e de ter senido, só resta o nada.” p. 49

“- A a terra pertence ao dono, mas a paisagem pertence a quem a sabe olhar.” p. 51

“Tudo o que horas antes era paz, agora era caos, desordem, violência absurda. Puxaste-me a cabeça para o teu ombro e eu encostei-me a ti. Passaste-me o braço pelas costas e não sei quanto tempo fiquei assim até adormecer de exaustão.” p. 95

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:07
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 22 de Outubro de 2017

Escritaria

IMG_20171022_142705.jpg

 

ESCRITARIA

 

É já uma normalidade em Penafiel. Durante vários dias, a cidade passa a escritaria. Pendões, paineis, frases gravadas nos muros, caixas para arrumos de de livros ou outras escritas nas ruas. Montras escrituradas, decoradas com motivos de escrita, vestidos de livros asas de folhas de livros, folhas que saem de máquinas, canudos escritos que sobressaiem nas montras, fotos de outras escritarias. Exposições, leituras encenadas e apontamentos de livros em cena tudo muito bem ligado com piano de Chopin. O teatro faz-se no exterior. Feira de livro, autógrafos.  Vendem-se livros, castanhas assadas.  O almoço é excelente, o vinho bom e o preço agradavelmente económico, tudo servido com  simpatia.  Compra-se abóbora  de que mais tarde se fará compota.   Toma-se café com pastel, compra-se tabaco e joga-se no euromilhões.  A economia mexe, cresce em Penafiel com a escritaria. Da biblioteca à feira do livro onde decorrerá a sessão de autógrafos, percorre-se a avenida.  A loja de pronto a vestir tem um vestido com folhas de livro e um top com págins do “equador” . Na montra seguinte um “cocar” de penas das páginas de “Não te deixarei morrer, David Crockett”. A loja de calçado desportivo tinha uma linha sóbria e distinta  vitrine com ciclindros feitos de cartazes da escritaria. E para todas as montras não podia deixar de se olhar. Miguel  Sousa Tavares autografou esta 10ª edição.

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:14
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017

Zafón - “O labirinto dos espíritos”

350x.jpg

 

 

Mais uma vez Zafón a entusiasmar. Já anteriormente, aqui no blogue, referi outros dois livros deste autor. “O Jogo do Anjo” (2008) e “A sombra do vento” (2016). Agora é “O labirinto dos espíritos”, editado em Espanha pela Corelliana em 2016.

“Havia já tempo que se prognosticava uma jornada de desastres bíblicos sem conta que iam açoitar Barcelona, cidade de livros e flores, no dia da mais bela de todas as festas” Assim diz Carlos Ruiz Zafón em “O labirinto dos espíritos”, editado em Espanha pela Corelliana em 2016.  p. 766.

E seguem-se outras:

“O que tem de comeaçar a fazer, Fernandito, é evitar que sejam os outros  a escrever-lhe o diálogo.  Use a cabeça que Deus lhe plantou sobre as cervicais e faça você mesmo o libreto, que a vida está cheia de malandros hávidos de encher a cabeça do respeitável com as parvoíces que lhes convêm  para continuarem montados no burro e de cenoura em riste”  É uma citação de “ p . 575.

“Uma história é um labirinto infinito de palavras , imagens e espíritos esconjurados para nos revelar a verdade invisível a respewito de nós mesmos.”  p. 787

“Continuava a confiar em que um dia os deuses do Parnaso se apiedariam de mim e me permitiriam aprender a contar histórias”  p. 802

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:26
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 24 de Junho de 2017

Copos e livros

transferir.jpg

 

 

Acabei de ler as últims páginas de “Sedução” de José Marmelo e Silva.  A seguir , ao almoço, abri  um branco “Evel” produzido pela  Real Companhia Velha.  Eu que até sou mais apreciador dos tintos, e por isso tão apreciador  do “Evel” de 2014 premiado pela Wine Spectator com a apreciação dos melhores vinhos de 2014. O Branco é igualmente digno de referência. Provei um mais recente, do ano passado. Produzido com Viosinho, Rabigato, Fernão Pires e Moscatel Galego Branco. São castas tradicionais do planalto de Alijó.

António Regedor

tags: , ,
publicado por antonio.regedor às 14:49
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 23 de Junho de 2017

Bibliotecárias a cavalo

Pack_Horse_Librarian_Photo_Album_Photo6.jpg

Na sequência da grande depressão, foram criadas as brigadas de bibliotecárias a cavalo, no Kentucky.  Esta foi uma região fortemente atingida pela depressão onde as populações viviam  muito isoladas.

Era feito o serviço de empréstimo às zonas mais isoladas e as bibliotecárias possibilitavam através da transmissão de informação, reduzir o isolamento com o exterior das comunidades.

A população servida era de cerca de 100 000 habitantes. O programa só acabou em 1943. Foi substutído pelos bibliobus.

ALEJANDRO GAMERO — 28/05/2017  em http://lapiedradesisifo.com/2017/05/28/la-brigada-de-bibliotecarios-que-hacia-su-trabajo-caballo/

Fonte;  http://archiveproject.com/the-horseback-librarians-of-eastern-kentucky-10-photos

publicado por antonio.regedor às 15:27
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Segunda-feira, 5 de Junho de 2017

“Irmãos de Armas”

18813672_1397428386981945_2736829039619726226_n.jp

“Irmãos de Armas” é um livro de ficção da autoria de António Brito. Foi apresentado, na Biblioteca Municipal de Espinho “José Marmelo e Silva”, pelo Coronel David Martelo, ele próprio historiador e autor de “O Exército Português na Fronteira do Futuro”(1997), “As Mágoas do Império”(1998), “A Espada de Dois Gumes”, “1974 – Cessar-Fogo em África”(2001), “O Cerco do Porto”(2001), “A Dinastia de Avis e a construção da União Ibérica”(2005) e “Os Caçadores”(2008). Origens da Grande Guerra –Rumo às trincheiras. Percurso político-militar (1871-1914)”(2013). A Imprevidência Estratégica de Salazar-Timor (1941)-Angola (1961). Para as Edições Sílabo, traduziu e prefaciou as três principais obras de Maquiavel (“O Príncipe”, “Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio” e “A Arte da Guerra”) e a “História da Guerra do Peloponeso”, de Tucídides. É membro efectivo do Conselho Científico da Comissão Portuguesa de História Militar. De 2007 a 2012, foi membro do Comité Bibliográfico da Comissão Internacional de História Militar.
O autor, António Brito, alistou-se nos Pára-quedistas, e combateu na guerra colonial, em Moçambique. Escreveu para jornais. Licenciou-se em Direito. Tem publicado os romances “Olhos de Caçador” (2007), “O céu não pode esperar”(2009), Sagal-Um herói feito em África” (2012), e “Sagal- O profeta do Fim”(2012).
O livro agora apresentado não é de história militar, nem mesmo romance histórico. É ficção. É um romance. Não será documento para a produão científica da história, mas é seguramente um contributo para o estudo psicológico do fenómeno da guerra, e sobretudo para o estudo de comportamento dos ex-combatentes e da sua inserção social, nomeadamente dos combatentes da guerra colonial.
A História, e a história militar, tem de ser feita, essencialmente com base na produção documental. Firmada no documento para a sua análise e interpretação.
Estes textos de ficção, bem como a bibliografia de memórias, crónicas de guerra, diários, são importantes para pontear situações, acontecimentos e vivências. Passá-los a escrito faz parte da catarse, do esforço de arrumação do turbilhão de emoções que acometeram os ex-combatentes. E as sesões de apresentação destes livros, como a que decorreu na Bibliotecas de Espinho “José Marmelo e Silva”, são muito importantes, não apenas pelo contexto literário, estético, histórico, mas também pela oportunidade que dá à libertação de exercícios de memória e emoções, constituindo espaços de catarse tão necessária a quem experimentou o contexto psicológico do tempo de guerra prolongado em espaço longíncuo e hostil.
No avançar da leitura, que nos prende logo nas primeiras páginas, percebe-se que o romance tem na guerra o pretexto para contar histórias de homens (e também mulheres) que se formam na dificuldade da vida, se encontram no mundo da guerra e se perdem no infortúnio do mundo.
publicado por antonio.regedor às 20:53
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Fevereiro 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
13
14
16
17
18
22
23
24
25
26
27
28

.tags

. todas as tags

.favorito

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds