.posts recentes

. Espinho e a génese das bi...

. Rede Nacional de Bibliote...

. BIBLIOBURROS

. É perciso denunciar o que...

. RESPOSTA AOS COMENTÁRIOS

. Bibliotecas Públicas e Ci...

.arquivos

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017

Espinho e a génese das bibliotecas municipais

Encontro-Luso-espanhol.jpg

 

Maria José Moura é uma das pessoas mais conhecidas da Rede Nacional de  Bibliotecas  Públicas.  Fez o curso de bibliotecário-arquivista e exerceu a profissão na universidade de Lisboa durante 20 anos. Foi presidente da BAD (associação de bibliotecários,  arquivistas  e documentalistas  e dirigiu a rede nacional de bibliotecas públicas.    Publicou recentemente  no “Notícia BAD” jornal dos profissionais de informação,  alguns apontamentos sobre  50 anos de profissão.  Da sua profissão.

Como ela própria diz e lembrando Raul Proença: “… não haverá profissão bibliotecária em Portugal enquanto as diferentes bibliotecas do país…não exigirem aos seus funcionários um diploma de estudos bibliotecários”.

Também por isso se bateu. E dessa luta dos bibliotecários portugueses resultou o  Decreto-Lei nº 247/91 de 10 de Junho de 1991 que estabelece o estatuto das carreiras de pessoal específicas das áreas funcionais de biblioteca e documentação e de arquivo.  Infelizmente hoje os profissionais deixaram de ter este instrumento de dignificação da biliotecas e arquivos, da profissão e dos profissionais. Urge voltar a repôr o sentido dessa legislação de 1991.

As relações internacionais fora também uma sua preocupação e de entre as inúmeras iniciativas internacionais, refere o 2º seminário Luso-Espanhol realizado em Espinho, a que dá destaque com fotografia da época. Foi na sessão de abertura presidida pela vereadora Elsa Tavares com , com Ana Paula Gordo, Maria José Xerez, do Ministério Espanhol, Maria José Moura e António Martin Oñate, da Associación Andaluza de Bibliotecários.

A génese do programa de bibliotecas  de leitura pública para portugal que se concretizou na  e rede nacional de bibliotecas municipais, também passou por Espinho e pela capacidade de na época se ter sido capaz de atrair uma reunião internacional desta temática para a nossa cidade.

 

António Rgedor

publicado por antonio.regedor às 12:53
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 11 de Março de 2016

Rede Nacional de Bibliotecas Públicas

RNBP_Novo.JPG

Hoje, dia 11 de Março, passam 30 anos sobre a data do despacho que viria a dar origem à Rede Nacional de Bibliotecas Públicas assinado pela  Secretária de Estado da Cultura, Drª Teresa  Gouveia. O Programa avançou a partir de 1987 , dotando, até aos dias de hoje, 213 concelhos com Biblioteca Municipal  integrada na Rede Nacional de Bibliotecas Públicas

A propósito registo três passagens da minha tese com referências a Luís Cabral, Henrique Barreto Nunes e Joaquim Portilheiro, que considero os teóricos da RNBP.

“Em texto datado de 1982, mas publicado apenas em 1999, Luís Cabral (1999)65 analisa

o contexto das bibliotecas à época  p.143 Este texto data de 1982, altura em que Luís Cabral realizou o Master of Arts in Librarianship na Leeds Polytechnic School of Librarianship (UK). Segundo o próprio,  o texto serviu para o trabalho que conjuntamente com Henrique Barreto Nunes e Joaquim Portilheiro apresentaram em 1985 ao Congresso do Porto e intitulado: “Bibliotecas e leitura pública em tempo de mudança”. (Regedor 2014: p. 143)

 

“Entre 31 de Janeiro e 4 de Fevereiro de 1983, o Instituto Português do Livro (IPL)

realizou em Lisboa, com a colaboração da APBAD, sessões de um seminário que

contou com a presença de Jean Tabet, reputado bibliotecário francês. O seminário teve a

faculdade de promover a sensibilização da opinião pública e advertir o governo e as

autarquias para a inexistência de uma verdadeira prática de leitura pública no país.

Deste seminário saiu o conhecido manifesto intitulado “A Leitura Pública em Portugal-

Manifesto”, da responsabilidade de Cabral, Nunes e Portilheiro (1983)61.” (Regedor 2014: p.127)

“Em 1985, Nunes, Portilheiro e Cabral apresentam uma comunicação no Congresso da

APBAD, publicada no ano seguinte, onde referem setenta (70) concelhos com

bibliotecas municipais62 (Nunes, Portilheiro, Cabral, 1986: 8).” ( Regedor, 2014: p.128)

Regedor,  António Borges - Bibliotecas, Informação, Cidadania. Políticas Bibliotecárias em Portugal. Séculos XIX-XX,  I volume . Porto: Universidade Fernando Pessoa. 2014 http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/4291/1/PhD%20_Volume%20I%5B1%5D-VF.pdf

publicado por antonio.regedor às 14:20
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010

BIBLIOBURROS

Livro é algo mais que um objeto, um mero suporte de “informações”. Ele é ao mesmo tempo causa e conseqüência de uma determinada tecnologia e com ela, dos hábitos e relações que ela viabiliza. Neste sentido, reduzir a discussão de seu futuro às modificações de seu suporte é uma simplificação que não nos permite compreender a complexidade das transformações que estão em curso.
em:

Edicion 2.0: Los futuros del libro
por Joaquin Rodriguez
1ª ed. 1ª imp. Barcelona : Melusina, 2007
Coleccion Circular – Espanha
SBN – 13:978-84-96614-33-8
ISBN – 10: 84-96614-33-6

Ver também o livro em: http://www.melusina.com/rcs_gene/edicin_2.0.pdf

publicado por antonio.regedor às 20:21
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

É perciso denunciar o que está mal, para elogiar o que vai bem.

 

Este é o texto que o meu amigo Luís Norberto Lourenço fez na sequência do seu desapontamento em relação à actividade de uma das bibliotecas por si frequentada.

É um exemplo, apenas um, do estado em que se estão a tornar algumas das bibliotecas de leitura pública.

Não calar, falar do assunto, não fingir que está tudo bem, é uma necessidade para melhorar a situação.

É perciso denunciar o que está mal, para elogiar o que vai bem

 

 

A iniciativa "Rep... Ver maisública de Leitores", contava com o apoio de seis municípios, entre os quais a Câmara Municipal de Castelo Branco, a decorrer ontem pelas 11h 30m, sob o lema "100 anos ...em 20 minutos".
Recebi o convite via Facebook.
Estava em Castelo Branco, desloquei-me à biblioteca municipal da minha cidade para participar numa iniciativa que me daria um duplo prazer: a promoção da leitura e a comemoração da República.
No entanto, antes de chegar à biblioteca recolhemos uma agenda cultural de Castelo Branco... procurámos, procurámos, procurámos... NADA sobre a iniciativa!! Mau...
Cartazes nas imediações? NADA.
À entrada da biblioteca? Nenhum cartaz, nenhum prospecto em lado nenhum... bem, lá para as 11h 30m lá colocaram um único cartaz sobre o balcão da recepção!!
Deve ser uma espécie de divulgação... mas ao contrário!
Pedi informações aos funcionários da biblioteca sobre a iniciativa... "O quê? Não sei de nada! Tu sabes? Não! Vocês sabem de alguma coisa? Parece que há qualquer coisa..."
Segue-se um telefonema para o bibliotecário... Também não sabia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Lá aparece alguém a dizer o que se iria passar...
Chega à hora, distribui-se um pequeno texto a um punhado de leitores para leitura individial... foi assim que se decorreu...

Quanto ao resto tudo bem:

sempre um "filme" para tirar fotocópias;
a exposições bibliográficas são coisa quase inexistente, só quando recebe as jornadas de história da medicina, preferem os "trapos", a "bonecada" e os "desenhos infantis"...
as revistas expostas mostram a actualização do acervo documental... revistas de 1999, 2003, 2005, 2007... números recentes? Procurem...

a arrumação das revistas nas estantes continuam na mesma... a revista que está em exposição... muitas vezes não coincide com as que estão no interior das caixas...
o poder político e o responsável da biblioteca continuam a fazer orelhas moucas a quem gostaria de se poder orgulhar da sua biblioteca e sai de lá sempre triste com o que vê!
a divulgação é o oposto do que deveria ser: a biblioteca cria um perfil no Facebook (muito bem, finalmente)... e em alguns computadores não se tem acesso ao... Facebook!!??
fazer uma iniciativa na bibliogteca é matá-la à nascença... nem as próprias iniciativas que organizam promovem, como esta...

cartão de leitor? ainda não temos...
a inauguração oficial até já esteve agendada... estamos "esperando"...
...

Mas está tudo bem... a malta até deve ser monárquica e os livros não importam nada!
Basta "animar" a criançada, dar uns jornais (durante algum tempo os semanarios independentemente do dia da semana em que saíam só chegavam à biblioteca à sexta-feira!) de borla para a terceira idade ler e nem precisa de pagar café, mais uns estudantes para compor a coisa, acolher folclore quanto baste, templários de ocasião... quanto ao resto tudo bem!

Ao fim e ao cabo os livros não protestam, os leitores que se incomodam são quase nenhuns e o poder tem maioria absoluta!

É a assim na Casa Grande dos Livros "estratégicamente ainda sem nome" de Castelo Branco...

Luís Norberto Lourenço
publicado por antonio.regedor às 15:42
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 29 de Junho de 2008

RESPOSTA AOS COMENTÁRIOS

Agradeço ao Gaspar a atenção e os comentários. Estou de acordo. Na verdade os bibliotecários de leitura pública, ao contrário de bibliotecários de outros sistemas de informação, têm necessidade de uma preocupação especial com a promoção da leitura e da literatura. A este propósito agradeço o mote para mais um post que prometo fazer, se a preguiça não o impedir. O comentário da Cristina Mouta, dá também mote para outro post a propósito da multiplicidade de funções que uma biblioteca pública exige e que não poderão continuar a ser executadas por um único bibliotecário sob pena de falhar sempre alguma coisa. Também tentarei escrever sobre isso.
publicado por antonio.regedor às 20:07
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 12 de Abril de 2007

Bibliotecas Públicas e Cidadania Activa

Este é o resumo da comunicação que apresentamos ao Congresso da BAD




Resumo:

Este estudo visa estabelecer uma relação entre a missão atribuída às Bibliotecas Públicas pelo Manifesto da UNESCO e os níveis de intervenção actualmente desenvolvidos pelas Bibliotecas da Rede Nacional de Leitura Pública ao nível da educação e informação para a cidadania (vulgo educação cívica).

O estudo procede, numa primeira parte, a uma sinopse das principais valências da Biblioteca Pública no combate à iliteracia nas suas diferentes formas, à exclusão e info-exclusão, assim como às responsabilidades que geralmente lhe são atribuídas no self-learning e no life long learning, ou em funções mais exigentes de transformar a informação em conhecimento procurando dar resposta às necessidades da sociedade pós-industrial (a que se convencionou chamar de Sociedade de Informação e do Conhecimento).

Numa segunda parte, procede-se à análise dos resultados de um Inquérito que lançámos a 142 unidades em funcionamento. Este questionário pretende fazer uma avaliação do tipo de serviços e das acções habitualmente desenvolvidas nas unidades com vista à promoção de competências para o exercício de uma cidadania activa.


Abstract:

This study aims to establish a relationship between the purpose of Public Libraries, as established in the UNESCO Manifesto, and the degree of intervention presently undertaken by the Libraries within the Public Reading National Network, at the level of education and information for citizenship (alias civic education).

In the first part, the study establishes a synopsis of the major capabilities of the Public Library when addressing illiteracy in its various forms, exclusion and info-exclusion, as well as of the responsibilities that are usually attributed to them in terms of self-learning and life-long learning, or in the even more demanding task of transforming information into knowledge, thereby fulfilling the needs of a post-industrial society (commonly called Information Society or Society of Knowledge).

In the second part, the results of an Inquiry applied to 142 units are analysed. This Inquiry attempts to evaluate the type of services and actions usually undertaken in these units with the objective of promoting competences for the exercise of an active citizenship.


Judite A. Gonçalves de Freitas

Professora Associada – Universidade Fernando Pessoa

Praça 9 de Abril, 349

4249-009 Porto

Tel: 912639082

jfreitas@ufp.pt


 

António Borges Regedor

Professor Convidado da Universidade Fernando Pessoa

Praça 9 de Abril, 349

 4249-009 Porto

Tel: 917567620

aregedor@ufp.pt


publicado por antonio.regedor às 17:16
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
14
15
16
17
18
19
21
22
25
28
29
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds