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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017

A paisagem pertence a quem a sabe olhar

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Recentemente a escritaria homenageou Miguel Sousa Tavares. Relembro um dos seus livros: “No teu deserto, Quase romance” editado pela Oficina do Livro em 2009. E dele  registo estas três citações:

“Na verdade, o deserto não existe: se tudo à sua volta deixa de existir e de ter senido, só resta o nada.” p. 49

“- A a terra pertence ao dono, mas a paisagem pertence a quem a sabe olhar.” p. 51

“Tudo o que horas antes era paz, agora era caos, desordem, violência absurda. Puxaste-me a cabeça para o teu ombro e eu encostei-me a ti. Passaste-me o braço pelas costas e não sei quanto tempo fiquei assim até adormecer de exaustão.” p. 95

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:07
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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017

Folio

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Cidades que se destacam pelos eventos literários, ganham visibilidade, públicos, economia.

Lembro-me de Beja e da palavras andarilhas,  há dias estive em Penafiel na escritaria, neste momento está a decores o “Folio” Festival  Literário Internacional de Óbidos.  É a  própria organizaçaãoque afirma: “ No primeiro Folio, em 2015 inventámos o verbo “literar” e fizemos de Óbidos um local de encontro. Escritores, alunos, professores, editores, estudiosos, livreiros e todos aqueles para quem a palavra e a literatura eram profissão e inspiração. Foi uma Babel.” Estou convicto que hoje são muito mais que esses. São novos e velhos, locais e forasteiros, letrados e curiosos. Gente que usufrui da oferta cultural que o fextival disponibiliza. Comécio e serviços locais que se esforçam por proventos económicos que se proporcianam. Cida que se sente em cidade que se mobiliza pela literacia e cultura.

“São livros e escritores. Aulas e filmes. Exposições e mostras. Concertos. Acertos. Desconcertos. E todas as outras surpresas que só poderá testemunhar estando presente aqui.”

A página do programa  http://foliofestival.com/21outubro/# ofere-nos um festival onde o tema central é revolução. E sos colóquios abordam tem+aticas como:  “Papa Francisco. A Revolução Imparável”.   E também “Os serviços Secretos e as Revoluções”,  ou ainda “Revoltas, insurreições e revoluções” .  Mas  não contentes ainda: Revoluções Literárias: “Literatura Portuguesa na China e Literatura Chinesa em Portugal”.

Há também filme comentado e colóquio sobre Matemática e Literatura.

E toda a urbe é palco da iniciativa que decorre na Praça, na Igreja, na livraria, no museu, na galeria, no auditório.

E tudo isto acompanhado desta programação  https://obidos.bol.pt/  de  espectáculos musicais.

Com criatividade, singularidade e inonação a literatura tem vindo a ser valorizada. Os bons exemplos são para repelicar com as diversas diferenciações que os tornem particulares e por isso apelativos.

 

 

António Borges Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:25
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Domingo, 22 de Outubro de 2017

Escritaria

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ESCRITARIA

 

É já uma normalidade em Penafiel. Durante vários dias, a cidade passa a escritaria. Pendões, paineis, frases gravadas nos muros, caixas para arrumos de de livros ou outras escritas nas ruas. Montras escrituradas, decoradas com motivos de escrita, vestidos de livros asas de folhas de livros, folhas que saem de máquinas, canudos escritos que sobressaiem nas montras, fotos de outras escritarias. Exposições, leituras encenadas e apontamentos de livros em cena tudo muito bem ligado com piano de Chopin. O teatro faz-se no exterior. Feira de livro, autógrafos.  Vendem-se livros, castanhas assadas.  O almoço é excelente, o vinho bom e o preço agradavelmente económico, tudo servido com  simpatia.  Compra-se abóbora  de que mais tarde se fará compota.   Toma-se café com pastel, compra-se tabaco e joga-se no euromilhões.  A economia mexe, cresce em Penafiel com a escritaria. Da biblioteca à feira do livro onde decorrerá a sessão de autógrafos, percorre-se a avenida.  A loja de pronto a vestir tem um vestido com folhas de livro e um top com págins do “equador” . Na montra seguinte um “cocar” de penas das páginas de “Não te deixarei morrer, David Crockett”. A loja de calçado desportivo tinha uma linha sóbria e distinta  vitrine com ciclindros feitos de cartazes da escritaria. E para todas as montras não podia deixar de se olhar. Miguel  Sousa Tavares autografou esta 10ª edição.

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:14
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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017

Zafón - “O labirinto dos espíritos”

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Mais uma vez Zafón a entusiasmar. Já anteriormente, aqui no blogue, referi outros dois livros deste autor. “O Jogo do Anjo” (2008) e “A sombra do vento” (2016). Agora é “O labirinto dos espíritos”, editado em Espanha pela Corelliana em 2016.

“Havia já tempo que se prognosticava uma jornada de desastres bíblicos sem conta que iam açoitar Barcelona, cidade de livros e flores, no dia da mais bela de todas as festas” Assim diz Carlos Ruiz Zafón em “O labirinto dos espíritos”, editado em Espanha pela Corelliana em 2016.  p. 766.

E seguem-se outras:

“O que tem de comeaçar a fazer, Fernandito, é evitar que sejam os outros  a escrever-lhe o diálogo.  Use a cabeça que Deus lhe plantou sobre as cervicais e faça você mesmo o libreto, que a vida está cheia de malandros hávidos de encher a cabeça do respeitável com as parvoíces que lhes convêm  para continuarem montados no burro e de cenoura em riste”  É uma citação de “ p . 575.

“Uma história é um labirinto infinito de palavras , imagens e espíritos esconjurados para nos revelar a verdade invisível a respewito de nós mesmos.”  p. 787

“Continuava a confiar em que um dia os deuses do Parnaso se apiedariam de mim e me permitiriam aprender a contar histórias”  p. 802

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 12:26
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Segunda-feira, 5 de Junho de 2017

“Irmãos de Armas”

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“Irmãos de Armas” é um livro de ficção da autoria de António Brito. Foi apresentado, na Biblioteca Municipal de Espinho “José Marmelo e Silva”, pelo Coronel David Martelo, ele próprio historiador e autor de “O Exército Português na Fronteira do Futuro”(1997), “As Mágoas do Império”(1998), “A Espada de Dois Gumes”, “1974 – Cessar-Fogo em África”(2001), “O Cerco do Porto”(2001), “A Dinastia de Avis e a construção da União Ibérica”(2005) e “Os Caçadores”(2008). Origens da Grande Guerra –Rumo às trincheiras. Percurso político-militar (1871-1914)”(2013). A Imprevidência Estratégica de Salazar-Timor (1941)-Angola (1961). Para as Edições Sílabo, traduziu e prefaciou as três principais obras de Maquiavel (“O Príncipe”, “Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio” e “A Arte da Guerra”) e a “História da Guerra do Peloponeso”, de Tucídides. É membro efectivo do Conselho Científico da Comissão Portuguesa de História Militar. De 2007 a 2012, foi membro do Comité Bibliográfico da Comissão Internacional de História Militar.
O autor, António Brito, alistou-se nos Pára-quedistas, e combateu na guerra colonial, em Moçambique. Escreveu para jornais. Licenciou-se em Direito. Tem publicado os romances “Olhos de Caçador” (2007), “O céu não pode esperar”(2009), Sagal-Um herói feito em África” (2012), e “Sagal- O profeta do Fim”(2012).
O livro agora apresentado não é de história militar, nem mesmo romance histórico. É ficção. É um romance. Não será documento para a produão científica da história, mas é seguramente um contributo para o estudo psicológico do fenómeno da guerra, e sobretudo para o estudo de comportamento dos ex-combatentes e da sua inserção social, nomeadamente dos combatentes da guerra colonial.
A História, e a história militar, tem de ser feita, essencialmente com base na produção documental. Firmada no documento para a sua análise e interpretação.
Estes textos de ficção, bem como a bibliografia de memórias, crónicas de guerra, diários, são importantes para pontear situações, acontecimentos e vivências. Passá-los a escrito faz parte da catarse, do esforço de arrumação do turbilhão de emoções que acometeram os ex-combatentes. E as sesões de apresentação destes livros, como a que decorreu na Bibliotecas de Espinho “José Marmelo e Silva”, são muito importantes, não apenas pelo contexto literário, estético, histórico, mas também pela oportunidade que dá à libertação de exercícios de memória e emoções, constituindo espaços de catarse tão necessária a quem experimentou o contexto psicológico do tempo de guerra prolongado em espaço longíncuo e hostil.
No avançar da leitura, que nos prende logo nas primeiras páginas, percebe-se que o romance tem na guerra o pretexto para contar histórias de homens (e também mulheres) que se formam na dificuldade da vida, se encontram no mundo da guerra e se perdem no infortúnio do mundo.
publicado por antonio.regedor às 20:53
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Sexta-feira, 31 de Março de 2017

O Mar e o Livro

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Como vivo na cidade com o mar por perto, aproveito essa oportunidade para o ver ainda mais de perto.  Caminho ao longo da praia e no regresso passo peo jardim e aproveito para atravessar pelo interior da biblioteca, usando mais essa sua funcionalidade. A de me encurtar o caminho para casa. Também permite que cumprimente os funcionários e amigos conhecidos alguns já de longa data.

Na passagem há duas grandes mesas com um caosmos de livros para onde lanço o olhar e frequentemente requisito os que ganharam a minha atenção.  Destra vez a minha atenção recaiu para um que compila a correspondência do 4º  Morgado de Mateus com a sua esposa. Chamou-me a atenção o facto de o livro  estar anotado como doação.   E isso faz-nos reflectir como hoje, as bibliotecas,  são tão diferentes dos constrangimentos a que já estiveram sujeitas.  Desde logo,  as doações.  Sempre se fizeram doações, mas estas revestiam-se antigamente de carácter muito formal.  Algumas delas, davam origem à própria biblioteca. Outras,  doadas a bibliotecas já existentes, exigiam em vários casos,   espaços, localizações,  mobiliário e até condições de utilização próprias. O livro ainda vincado do seu valor patrimonial, apesar de em declíneo, era ainda objecto de custódia privada. Modernamente, a concepção de livro mercadoria para consumo de grande rotação, alivia-o dessa carga patrimonial e alivia o seu possuidor da sua posse permanente. Em suma, estamos mais propensos a dar outros destinos ao livro lido, usado, que aquele arrumo que lhe era tradicional. Fazemos hoje mais frequentemente doações às bibliotecas.   Mesmo que isso acarrete novos problemas para elas. E muitas são as contrariedades que as bibliotecas sentem com as doações. No entanto, há algum benefício para a sua própria colecção. E isso é evidente com o facto de ter requisitado este livro que de outra forma dificilmente seria  adequirido pela biblioteca, ou não o seria nunca.   

(foto de olharesliterários’s blog)

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:13
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Segunda-feira, 27 de Março de 2017

A aparente liberdade do livro electrónico

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Nielsen é uma empresa que estuda consumidores. Registou que  nos preimeiros meses de 2014 os livros electrónicos  eram 23 % da venda total de livros. Actualmente há uma estabilização neste segmento de mercado. 

Na verdade, os livros electrónicos não são vendidos. São apens vendidas licenças de acesso. Os livros nunca deixam de ser propriedade da editora.  É fornecida uma determinada quantidade de acessos.  Sendo assim, podem verificar o problema craido à biblioteca no serviç de empréstimo. Ao totalisar o número de acessos da licença. O empréstimo só se fará mediante um novo pagamento.  Quem mexe paga, e lá se vai o princípio da descoberta que é uma das mais atraentes possibilidades da biblioteca.   

 

Ea licença é tão temporal, que a Amazon já limpou várias cópias de livros electrónicos.

Também no sistema de controlo de vendas em distintos territórios, nem sempre é possível comprar um e-book num país e lê-lo noutro.

Também há livros codoficados que não permitem que pessoas não rgistadas acedam ao livro.

E há também a codificação para perceber de onde fi feita a cópias ileggal.

Para já não falar da necessidade do equipamento mediador da leitura, o livro electrónico como suporte mais facilitador do acesso, é uma aparência. Somos cada vez mais dependentes , menos livres, e mais pagadores de rendas.

Longa vida ao livro em papel.  

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:35
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Terça-feira, 14 de Março de 2017

Nuno Marçal nomeado para o prémio ALMA

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Ouvia frequentemente falar do Nuno Marçal a propósito do excelente trabalho que desenvolvia com a biblioteca itinerante. O meu encontro pessoal com o Nuno foi em Castelo Branco na apresentação do livro “Manifestos contra o medo” do amigo comum Luís Norberto. Conversamos longamente sobre o trabalho desenvolvido pelo Nuno. Não me espanta a sua nomeação para o prémio (ALMA) Astrid Lindgren Memorial.  É de enorme justiça. Já não é a primeira vez que o “Bibliotecário Ambulante”, como gosta de se assumir, se confronta com prémios. Já foi premiado em Espanha pela Associação de Profissionais de Bibliotecas Móveis. Haverá outros candidatos igualmente diligentes na promoção do livro para a infância. Mas o prémio para o Nuno seria merecido.

 

publicado por antonio.regedor às 11:26
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Quinta-feira, 9 de Março de 2017

"A Sociedade dos Sonhadores Involuntários" José Eduardo Agualusa

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José Eduardo Agualusa finaliza mais um livro. Esperemos que não fique muito tempo no prelo. Tinha começado a ser escreit há seis anos. Terá por título "A Sociedade dos Sonhadores Involuntários". Ficamos à espera,  sonhando involuntariamente a sua chegada ás bancas.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:35
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2017

Archibald was born on March 3

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4 3 2 1” is a new book of the popular writer Paul  Auster

 Archibald was born on March 3


This literary novel is a sweeping story of inheritance, family, and love. Here we follow four identical versions of Archibald Isaac Ferguson from his birth on March 3, 1947, through his four parallel and entirely different lives.

publicado por antonio.regedor às 10:52
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