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Quinta-feira, 2 de Junho de 2016

El profesional de la información

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El periódico   “El profesional de la información”: se propone tratar el tema  : Públicos vulnerables y empoderamiento digital

 Análisis, reflexión y debate en torno al impacto social de las nuevas tecnologías en red. Colectivos susceptibles bien de padecer efectos negativos al acceder a contenidos y servicios del universo digital (públicos vulnerables), o de quedar excluidos de esta nueva esfera de relaciones (vulnerabilidad relacional).

Análisis sociológico de situaciones de vulnerabilidad o exclusión social generadas por las TIC.

Herramientas, prácticas, modelos y propuestas para reducir los riesgos, o a incrementar las opciones de participación y acceso para los colectivos vulnerables.

Además de niños y menores de edad, la atención de este número se dirige también a otros colectivos de riesgo en el ámbito de las TIC, tanto en términos de usos y gratificaciones, como de accesibilidad, integración y participación en las mismas.

El empoderamiento digital no se circunscribe exclusivamente a los grupos y colectivos de riesgo, sino que se extiende a toda la sociedad en general.

 La participación digital ha abierto nuevas fórmulas para la movilización social activa, para el denominado “clickactivismo” y, en definitiva, para dar a la ciudadanía nuevas herramientas que les permiten cambiar el rol tradicional de receptor pasivo, y convertirse en emisores de información.

Dar voz a las minorías, solidarizarse con situaciones de injusticia, llegar, de manera colaborativa mediante la comunicación social digital, a expresar sentimientos, ideologías, acciones que dan paso a nuevas formas de interacción.

 

http://www.elprofesionaldelainformacion.com/index.html

publicado por antonio.regedor às 09:54
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Quarta-feira, 9 de Março de 2016

Jornalismo. Comunicação e validação da Informação

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Stieg Larsson – A Rainha no Palácio das Correntes de Ar , é o terceiro livro de uma quadrilogia unidos pelo nome de série: Millennium. É um bestseller bem escrito e que nos agarra à leitura. Começamos volitivamente a leitura e acabamos compulsivamente. As aventuras decorrem  na forma de investigação  jornalística. E se o livro não tivesse qualquer outro motivo de interesse, ele seria sempre marcante por descrever da página 244 à pagina 249 a forma como se faz nos media a fuga de informação, a contra-informação, a intoxicação e manipulação da opinião pública, através do mau jornalismo onde até a figura do estagiário, precário, talentoso e ingénuo, incompetente por não respeitar as regras básicas da comunicação que é a verificação do grau de veracidade da informação.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 10:09
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Terça-feira, 1 de Março de 2016

O que fazem os profissionais de informação

Isto é o que fazem os profissionais de informação. Faz parte de nós

publicado por antonio.regedor às 18:47
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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2016

Políticas Bibliotecárias em Portugal. Séculos XIX-XX

Bibliotecas, Informação, Cidadania.Políticas Bibliotecárias em Portugal. Séculos XIX-XX 

ABSTRACT

The aim of this dissertation is to find a valid scientific answer to the reason why, throughout the history of public libraries, particularly in the 19th and 20th centuries, was a national network of public libraries not consolidated, even though the numerous efforts made to attempt it, especially in the production of laws.
In part one, the work starts by analyzing cultural policies and their impact on information policies, bringing context to library systems. As we explain in the study, different ideological approaches and social policies of the cultural and information policies naturally determine different library systems.
It was also analyzed is this focus the creation and development of Information Science’s theories, looking to identify the influences and contributions that this modern field of knowledge has acquired from the different philosophical and political ideology ideas throughout time.
The library systems analysis was focused on the international organizations that reflect, propose, promote and make an international influence on the adopted policies by different nations; in particular the organization that conglomerates all library associations and the United Nations division which is UNESCO. The description of organizations that divulge international library policies is also contemplated.
Part two of the study diachronically develops and analysis the implementation process and growth of libraries and public reading in Portugal, from the public opening of private libraries (by the end of the 18th century), to the trajectory and evolution of the public libraries network’s creation, in context with the most relevant historical periods (Liberalism, Republic, Estado Novo and Democracy).
The third and final part of this study consists on the empirical study of the Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, through its evaluation. The objectives and hypothesis of the inquiry are introduced, followed by the presentation of the work methodology, and the study case component that consisted on two different questionnaires sent to the political agents responsible by the network and the public libraries’ technicians throughout the country. 
By fulfilling the objectives intended at the beginning of the study we have confirmed the hypothesis related to the importance of library policies, and we also show its frailties.

 

publicado por antonio.regedor às 14:38
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015

O Tempo das Bibliotecas e da Leitura

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Pacheco Pereira   escreveu  no dia 11 de Dezembro 2015,  na revista sábado, um interessante artigo de opinião com o título: “O tempo das bibliotecas  está a acabar”.

Refere a  dimensão das  bibliotecas  pessoais. “está a morrer uma geração que tinha muitos livros, pequenas e médias bibliotecas”. Na  verdade não eram tão grandes nem tão generalizadas  como se faz parecer. São excepções as bibliotecas  com muitos livros.  O livro em abundância nas casas burguesas pertence essencialmente ao século XIX e século XX. Ficará na história como uma característica prórpria dessa época. 

Considera que há algo de substancial ou esencial na passagem do livro para o digital. Pacheco Pereira reduz a sua impressão  apenas ao suporte. A sua afirmação não terá a mesma força se estivesse a falar de informação que esses suportes contêm.  Permanece a informação, o seu uso e usufruto, o seu  tratamento armanezamento e recuperação, apenas mudando o suporte  que se desmaterializa parcialmente. 

Pacheco Pereira aborda , e bem a passagem da leitura intensiva para a leitura extensiva. No entanto  refere apenas a leitura de lazer, volitiva. Exclui do seu pensamento as outras formas de leitura.  Num estudo que elaborei, em 2003, na Universidadede Salamanca considero, na linha de vários sociólogos, também  outras formas deleitura.  A leitura didáctica, a leitura por razões profissionais  de relatórios, cartas,ofícios, regulamentos, a leitura nas redes sociais, as cadavez mais frequentes infografias.  Tudo é leitura.  Até mesmo  as mensagens  que Pacheco Pereira não considera que seja leitura, podem tabém numa perspectiva ampla e generosa da sociologia da leitura ser ainda uma outra forma de leitura, mesmo que não literária. Afirmamos que se lê mais globalmente, extensivamente, apesar de individualmente se ler menos de forma lúdica e até volitiva como argumenta Pacheco Pereira. A redução do tempo de leitura pessoal  é contemporâneamente aceitável, face à necessidade de resposta  às inúmeras solicitações de outras formas de estar e de lazer.

Ainda há poucos dias asssiti a uma defesa de dissertação de Mestrado em que a percepção face à aquisição do livro, se repartia pela preferência  do formato  electrónico para a temática científica, numa amostra de população em que 50% eram licenciados, e que para os mesmos respondentes a preferência para a leitura de ficção e portanto de lazer e volitiva, se dirigia para os livros em papel, o que está de acordo com a impressão expressa por Pacheco Pereira neste seu artigo de opinião.  

 

Para consultar o artido de Pacheco  Pereira

http://www.sabado.pt/opiniao/detalhe/o_tempo_das_bibliotecas_privadas_esta_a_acabar.html

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 20:56
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Sábado, 18 de Dezembro de 2010

A actual produção de informação e a nossa capacidade mental de apreensão

 

Um texto para reflectir

 

 

 

 

Hulton Archive/Getty Images )

 

in: http://www.boston.com/bostonglobe/ideas/articles/2010/11/28/information_overload_the_early_years/?page=full

publicado por antonio.regedor às 14:34
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Domingo, 20 de Maio de 2007

INFORMAÇÃO E MEMÓRIA




Esta é uma primeira memória.

Oblisco no Hipodromo em Istambul.

De grande tamanho e pouca informação.





Outra memória é a de 1956

Enorme disco de 5MB



Actualmente andamos com uma pequena pen, mas de grande memória.

Que surpresas teremos daqui a dez anos?



António Regedor
publicado por antonio.regedor às 00:05
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