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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2014

FEIRA DO LIVRO

 

 

Mais uma Feira do Livro no Porto. Esta com nítidas diferença. A feira possível. A tese hegeliana talvez nos venha a dar no futuro uma síntese de feira com melhor da tese e da antítese, ou seja do melhor que as feiras têm comportado ao longo do tempo.

Escrevi neste mesmo blog em 3 de Fevereiro de 2008:

FEIRA DO LIVRO

Considero que a Feira do Livro no Pavilhão do Palácio de Cristal tinha melhores condições. Melhores condições ambientais. No pavilhão havia um espaço para as crianças que quanto a mim só pecava por ser pequena e pouco visível. O espaço de café e auditório era muito agradável. Talvez fosse interessante outros espaços com actividades paralelas com forte componente da imagem e música dirigidos essencialmente ao segmento de público jovem.

A tenda pareceu-me sempre espaço de parente pobre. Mas como a sua necessidade é evidente, então seria de aumentar e estender o espaço de tendas até À Biblioteca Almeida Garrett de modo a aproveitar ainda a galeria deste edifício e inserir a própria Biblioteca numa grande festa do livro e da edição.”

E a  10 de Maio de 2010:

80ª Feira do Livro do Porto

 

Confesso que gostaria mais da Feira em espaço coberto. Com zonas de leitura e descanço. Zona de restauração e bares. Babysiting e biblioteca infantil e juvenil com actividades.
O Palácio parece-me bem e seria forma de o utilizar e linkar à biblioteca e à  galeria de arte. O que nunca foi feito”

Continuo a preferir os espaços fechados por razões de comodidade em caso de mau tempo. Mas como considerava há vários anos, aqui estamos no Palácio de Cristal, em ligação com a Biblioteca, onde a zona das crianças está acessível,  e a Galeria.  Música nos jardins, espaços de refeição e repouso dentro e fora da biblioteca.

Gostei do local escolhido. O meu reparo negativo vai para os estrados dos pavilhões que são descontinuados e constituem um enorme perigo de quedas. Além de uns tantos estrados improvisados de efeito estético negativo, ou ainda umas tábuas a ligar uns estrados a outros na vã tentativa de formar um passadiço.

Positivo é também ver as pequenas editoras, os livreiros e alfarrabistas que proporcionam ainda maior diversidade de oferta. Claro que faltam as grandes editoras. Mas certamente voltarão.  Mesmo assim, são 107 pavilhões de exposição para venda de livros, em que pela primeira vez em 80 anos, a responsabilidade deste evento é da Câmara Municipal do Porto.

 

https://www.facebook.com/feiradolivrodoporto.cmp

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:01
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Quinta-feira, 22 de Maio de 2014

O referente permanece, o referido muda.

 

O referente permanece, o referido muda.

 

 

 

O processo de produção do livro sofre mudanças ao longo do tempo.  E não é uniforme. Incluídos na gama ‘livro’ coexistem vários ‘produtos’. A Industria Editorial começou por copiar no texto e na forma o livro manuscrito ( incunábulos), mas logo de seguida a esse produto oneroso, se bem que mais acessível que o próprio manuscrito,  produziu a literatura de cordel. Na presença da imprensa como inovação comunicacional escrita, os livros eram folhetins antes de passarem a monografia. A dignidade da obra literária, duradoura, atemporal, deu lugar ao livro produto  comercial  efémero, de consumo rápido, vendido para ser rapidamente substituído, produto de grande rotação. A qualidade literária coexiste com o light, o pimba, o cor de rosa. O autor hoje já não é apenas o cultor da língua, mas é também o sujeito de outros afazeres que nada terão a ver com a literatura. Todos servem para produzir e dar marca a um produto em forma de livro e que a industria editorial também vende. Jogadores, prostitutas, cozinheiros, criminosos  servem como autores, a par de escritores sombra. E aqui acentua-se uma nova realidade de direitos autorais. A dos escritores autores que se revelam nas páginas de rosto, e dos escritores sombra, não autores cujo nome nunca aparece como tal, nas paginas de rosto.  Deixou de ser o objecto literário a determinar o custo do livro, passou a ser o custo de produção a determinar o objecto livro, literário ou não. O referente permanece, o referido nunca foi o mesmo.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:12
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2014

Os limites à escrita

 

 

 

São grandes as mudanças na industria editorial. agora é a Porto Editora e Grupo Leya que  chegam a acordo para impor limite de páginas a escritores.

Ler mais: http://visao.sapo.pt/porto-editora-e-grupo-leya-chegam-a-acordo-para-impor-limite-de-paginas-a-escritores=f775248#ixzz2xapascb8

publicado por antonio.regedor às 16:03
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