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Quarta-feira, 26 de Abril de 2017

Após 60 anos . “sol de pouca dura”.

 

 

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Os diversos conflitos já vêm de tempos passados, mas a primeira metade do século XX é extremamente dolorosa par a Europa. Guerras em todo o território europeu com repercussões  fora do continente,  a revolução russa e a sua importância para a europa e o mundo, mais os efeitos da grande depressão, e ainda a sanguinária guerra civil espanhola, e as ditaduras nos estados do sul.  Uma geração pós 2º  guerra, pensa numa vivência diferente na europa.  Estão na geração que pensa na europa de forma pacífica, democrática, próspera,  os políticos Konrad Adenauer, Jean Monet, Robert Schuman, entre muitos outros. 

Três anos após o final da guerra O Tratado de Bruxelas abre caminho à formação da NATO.  Segue-se em 1952 a fundação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA).  Nesta altura ainda se falou da questão energética, nomeadamente do nuclear, mas a Comunidade Europeia da Energia Atómica (CEEA/ EURATOM) veio a ter organização própria.

O Tratado de Roma, em 1957, institui a Comunidade Económica Europeia (CEE) ou Mercado Comum. 

Fica claro verificar que a principal razão que une a Europa é a questão económica. Primeiro as necessidades energéticas no tempo do carvão e de transição para o petróleo. Neste tempo  o nuclear era ainda percebido  claramente como instrumento de guerra.  Era um tempo de  um grande mercado consumidor com dimensão  aproximada  do  norte americano.  E nesta época histórica de saída da guerra as necessidades energéticas  eram fundamentais para o desenvolvimento da indústria europeia.  O resto, as questões  sociais e  políticas foram uma necessidade de arranjo justificativo, como aliás, é hoje tão claro.  

As razões económicas mostraram-se acertadas à época. Abriu um longo período de crescimento em que a comunidade foi atractiva,  desejável e modelar.  E foi-se alargando, aumentando as estruturas e cristalizando poderes que se foram afastando dos povos  que a constituem.

Ao crescimento seguiu-se o Euro como moeda única, mas que não convenceu todos os pares. O Reino Unido nunca chegou a adoptar a nova moeda.   Com o EURO passou a haver duas comunidades e três europas.  Na sequência do fim da URSS e  da queda do muro de Berlim,  teve o maior aumento de sempre. Foi  em 2004, ano em que também se tentou  aprovar uma  Constituição Europeia,  que ficou bloqueada pela não aprovação em alguns referendos.

Mais uma vez, a política foi encravando, enquanto  a economia, por via do crescimento ia em rédia solta, e cada vez mais ao ritmo do neoliberalismo americano. 

Os alargamento foram-se sucedendo enquanto processo de crescimento enquanto a europa se mostrava ponto de atracção. Hoje é mais ponto de repulsão.

O fim do crescimento na europa, foi ditado pela  crise financeira provocada nos Estados Unidos pela falência do gigantesco  banco “ Lehman Brothers” que se propagou a todo o sistema financeiro e que tem vindo a ser paga com os orçamentos dos contribuintes de países mais pequenos do ponto de vista financeiro.  A política neoliberal  do crescimento alicerçada no endividamento e da emissão de moeda sem contrapartidas reais na economia, faliu.

 A europa, é hoje,  o resultado dessa falência desastrosa que incide mais , nos mais pequenos.  A europa neoliberal está em desagregação.  Portugal  está,   , neste momento , em recuperação, porque pratica uma política contrária à vontade da comissão europeia, contrária à vontade do banco central europeu e contrária ao querer do fundo monetário internacional. Apesar de todos eles já terem reconhecido a falência das suas políticas. 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:57
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