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Sexta-feira, 17 de Março de 2017

sair à noite

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Quando  se fala  em sair à noite, o que se pensa é em cinema, teatro, um bar, discoteca, local para dançar, comer ou beber. Também pode ser o tradicional “ir ao café”, “beber um copo”. Pois bem, eu já saí à noite para ir à biblioteca participar numa sessão de poesia. Há muitos anos saía para ir estudar no café.

Desde 15 de Fevereiro, em Cascais,  é posível sair à noite, para ir a duas bibliotecas em Cascais. É mais um lugar na oferta da saída à noite. E a biblioteca tem  a vantagem de ser um espaço mais diversificado e polivalente que os demais concorrentes. Serviço de biblioteca, espaço para estudar, trabalhar em formato que também pode contemplar o coworking,  ponto de encontro, normalmente com bar,  e se tiver restaurante ainda melhor. Espaços para espactáculos, exposições, instalações, ensaios, dança,  música, reuniões associatvas, e muito mais.

O país teve a oportunidade de investir numa rede de equipamentos com qualidade, funcionalidade e  boa localização no âmbito dos territórios que é suposto servir.

Não é necessário investir mais para ter mais horas de disponibilidade fazendo baixar o rácio do custo/hora de abertura e o rácio de benefício/custo das actividades. Maior abertura valoriza os serviços prestados e o benefício da sua concessão para a biblioteca. Ganha dinâmica social associada a valorização cultural. 

Numa das bibliotecas da Dinamarca que visitei em trabalho o restaurante era no 4º andar. Em Beja a minha paragem preferida é no bar da biblioteca, no Porto agrada-me o bar/esplanada. Eu que até nem sou grande adepto de futebol, alinhava a ver a selecção a jogar, sentado no átrio de uma biblioteca. Fico à espera para ver se acontece.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:12
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Quarta-feira, 15 de Março de 2017

Qual o impacto económico de uma biblioteca?

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Quanto vale uma  biblioteca?

Dito de outra forma. Qual o impacto económico de uma biblioteca?

Numa  biblioteca pública,  a maioria dos serviços  prestados é gratuita.  Não são pagas as facilities,  o empréstimo dos livros não custa dinheiro, nem dos jornais e outros suportes de informação.  A internet também não é paga, e a maioria dos eventos também não.  Sejam exposições, colóquios, tertúlias, reuniões diversas. 

No entanto o funcionamento da biblioteca custa dinheiro. O mobiliário e o bem estar em espaço climatizado também.  Os livros,  jornais e internet também são comprados pela biblioteca. E há ainda o custo da realização dos eventos.

O livro que compro, tem o custo para mim correspondente ao que paguei por ele. Mas se o comprar em parceria com um amigo, ele custa-me apenas metade. O mesmo com o acesso à internet em casa.  Pois assim é,  na generalidade dos serviços da biblioteca. O custo dos serviços é partilhado pelo número de utilizadores.

Quando a biblioteca presta um serviço gratuito, esse serviço tem um custo de mercado que é possível calcular.  Verifica-se que a biblioteca , pela sua actividade , produz  um impacto socioeconómico.

Este assunto tem vindo a ser estudado por várias entidades. O  Conselho de Cooperação Bibliotecária de Navarra- Espanha, calculou esse valor de impacto em estudo efectuado em 2014.  Um outro é da autoria de  Gómez Yánez, J. A. (coord.) [e-Book] El valor económico y social de los servicios de información: bibliotecas. Madrid, FESABID, 2016. Em Portugal há um vídeo, também sobre este tema,  da Biblioteca da Faculdade de Psicologia e Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

Aponta-se nos estudos que por cada euro investido nas bibliotecas públicas, haverá um retorno social no valor que se situa entre 3,49 euros  e  4,66 euros.

No estudo de Gómez Yánez  o retorno para a sociedade, do investimento em  bibliotecas públicas, universitárias e  científicas está entre os 2,49 euros e  os 3,40 euros por cada euro investido.  

Este estudo calcula ainda que um utilizador-tipo  de uma biblioteca pública valoriza em 17,7 €/mês os serviços que recebe em empréstimo de livros, leitura nas salas, assessoria dos bibliotecários, acesso à internet, assistência a actividades culturais, e ainda no caso das crianças a ajuda à realização de trabalhos escolares. Consideram ser esse o valor  que teriam de pagar no caso dos serviços lhes serem prestados por uma empresa privada.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:42
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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013

Balança Comercial do produto Livro

 

Para resistir a mais um ano que o orçamento de estado propõe,

Começo o ano com uma boa notícia.

http://www.oje.pt//noticias/economia/livros-sao-bem-cultural-mais-exportado-em-2011

É uma notícia de economia e simultaneamente de livro. Dois conceitos que prefiro indexar pelo  termo composto: economia do livro.

A utilização deste termo no léxico das linguagens documentais ajuda a melhor percepção do enorme valor da cultura e ensino, do livro e das bibliotecas,  da indústria editorial e economia.

O jornal OJE de 1 de Janeiro de 2013 noticia que  de acordo com dados do INE os livros foram o bem cultural mais exportado em 2011 no valor de 44,1 Milhões de euros.

Por comparação dentro dos produtos culturais, os "objetos de arte, de coleção ou antiguidades" registaram exportações no valor de 9,4 milhões de euros.

O destino dos livros foi essencialmente os PALOP (55,3%), a UE (30,4%) e o Brasil com apenas 8,6%.  Desde logo se percebe o enorme esforço que será necessário para vender mais no maior mercado da língua portuguesa. O que fazer? Bom tema para começar uma discussão.

Mesmo assim, a balança comercial dos bens culturais mantém-se negativa, com -110,2 milhões de euros, apesar de se ter verificado uma melhoria do saldo com um decréscimo de 32% em relação ao ano anterior.

Outra conclusão é que é necessário fazer mais na indústria editorial para ser um sector com saldo positivo na balança comercial, sendo que os países de origem dos "jornais e publicações periódicas" e dos "livros, brochuras e impressos semelhantes" foram os países da União Europeia (97%).


António Regedor  1Jan2013

publicado por antonio.regedor às 15:06
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