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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

"webgrafia" ? não faz sentido

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A Produção científica e a sua condição que é ser publicada, resulta na produção bibliográfica.
Outra característica da produção científica é partir do conhecimento já existente para evoluir, produzir mais e novo conhecimento, inovar e melhorar, produzir novo e inovador “nova et nove”. Acrescentar implica fazer a revisão bibliográfica do já existente, ou como também se diz, mostrar o estado da arte.
O resultado é sempre apresentar a bibliografia das fontes utilizadas. E as fontes podem ser diversas: arquivos, livros, jornais, filmes, manuscritos, pautas musicais, imagens, e muitas outras. Vamos buscar estes documentos a lugares onde os agrupavam e mantinham. Arquivos, Bibliotecas, Centros de documentação, casas paroquiais, casas particulares, associações, e muitos outros lugares. Actualmente o recurso à web, onde estes e outros documentos estão acessíveis e são mantidos, porque foram digitalizados, ou daí já são nativos e muito vulgar. Para a Web já foram descarregados arquivos, livros, discos, filmes, imagens, jornais e muitos outros suportes físicos de informação. A Web não passa e um modo diferente de suporte de informação.
A pesquisa na Web tem hoje mais ocorrências, por ser mais cómoda. Bem mais do que ter de se deslocar fisicamente à fonte. Jornal, biblioteca ou arquivo. É mais rápida, mais versátil. Posso copiar, transferir, formatar e fazer umas tantas outras coisas que fisicamente tem mais trabalho e até custo. Mas os documentos são os mesmos do espaço físico, a web é apenas mais uma ferramenta. E comporta riscos acrescidos de erro e de validade, de verdade e credibilidade.
As regras de publicação, citação e referência de fonte, para a actividade académica ou escolar, para a investigação ou pesquisa destinada a trabalhos escolares com o fim de realizar aprendizagens, não mudaram. Nem o uso de uma ferramenta diferente muda o nome do trabalho.
O termo bibliografia é como já afirmamos, o termo usado para a descrição das fontes utilizadas na elaboração de uma nova pesquisa, reflexão e publicação. Não faz sentido alguém que apenas pesquisou em jornais, afirmasse que tinha feito uma "efémerografia", ou no caso de documentação legislativa dissesse que tinha feito uma "legisgrafia", ou até mais caricato de alguém que tivesse só consultado manuscritos, viesse a referir uma "manusgrafia".
Daqui se infere que o termo "webgrafia" não faz sentido. É inútil como neologismo. É errado como signo, ou seja, não corresponde ao seu significante. A web é apenas o local onde se depositam os recursos informativos. Livros, revistas, jornais, etc. Seria o mesmo que dizer "bibliotecografia". Ou também "arquivografia" só porque um determinado documento estaria num arquivo.
Ainda há dias no bibvirtual dava nota de como citar os vários tipos de documentos, e também os electrónicos. http://bibvirtual.blogs.sapo.pt/172259.html e http://bibvirtual.blogs.sapo.pt/citar-ou-nao-173071
Também tenho visto muita falta de rigor na aplicação da Norma Portuguesa NP 405-4 que trata da referência para documentos electrónicos. Aplica-se a livros electrónicos, bases de dados, programas, revistas, artigos e outras publicações electrónicas, a news groups, listas de discussão e mensagens. Enfim, a todos os que preferencialmente usam a web para pesquisar os seus estudos e trabalhos.
Há, no entanto, para estudos específicos de bibliometria, o estudo específico que visa apenas a produção científica publicada na web e que assume a designação de webmetria, ou o estudo quantificado do ponto de vista social da informação (âmbito específico da ciência da informação) veiculada apenas nesse meio específico e que se tem designado por infometria. Mas isso é outra coisa, e para isso se justifica um outro post.
 
António Regedor
publicado por antonio.regedor às 17:30
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Terça-feira, 16 de Agosto de 2016

Informação em Pauta

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Informação em Pauta é um periódico científico eletrônico do Departamento de Ciências da Informação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal do Ceará (DECINF/PPGCI/UFC), disponível em Open Access no Serviço de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER).

A Informação em Pauta tem como objetivo divulgar trabalhos que contribuam para o desenvolvimento e fortalecimento da Ciência da Informação, Biblioteconomia e áreas afins, incentivando a produção de novos conhecimentos.

Com periodicidade semestral, o periódico publica contribuições inéditas em três idiomas: português, espanhol e inglês. As avaliações são realizadas às cegas, pelo Conselho Editorial e pelo Conselho Consultivo, e o fluxo de submissão é contínuo. Os artigos compreendem todas as modalidades dos estudos da área de Ciência da Informação, mas eventualmente algumas edições podem lançar edições especiais que tratem de temas mais específicos da área de estudo em questão.

 

publicado por antonio.regedor às 17:54
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Domingo, 19 de Junho de 2016

Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação

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A Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação A RICI é um periódico científico editado pela Faculdade de Ciência da Informação (FCI) da Universidade de Brasília (UnB) no Brasil por meio do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação. No sistema de Periódicos Qualis da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) está atualmente classificada como B1 na área de Ciências Sociais Aplicadas I (2015).

Nossa revista e seus artigos estão indexados, depositados e cadastrados em diversas fontes com o propósito de promocionar e dar uma maior visibilidade a seus conteúdos.

 

Entre outros  publica alguns artigos que considerei interessantes:

 

Por Uma Semântica Do Patrimônio Cultural

Ana Lúcia de Abreu Gomes

 

Preservação De Acervo Audiovisual

Angélica Gasparotto de Oliveira

 

História Do Papel: Panorama Evolutivo Das Técnicas De Produção E Implicações Para Sua Preservação

Clara Landim Fritoli, Eduardo Leite Krüger, Silmara Küster de Paula Carvalho

 

 

http://periodicos.unb.br/index.php/RICI

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:19
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Terça-feira, 14 de Junho de 2016

Para nada. É a resposta.

 

 

 

 

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Agradável Imagem e Texto apresentados pela "Livraria Manuel Ferreira"

Para que servem livros antigos? Por que, para que colecionar livros raros? Essas perguntas lembram-me uma história que se conta.

Dizem que um poeta francês foi uma vez apresentado a um riquíssimo banqueiro. O apatacado personagem perguntou ao poeta: 

- Para que serve a poesia?

E o poeta respondeu-lhe:

- Para o senhor, não serve para nada.

Tinha razão o poeta. Para muita gente, tudo na vida deve ter uma utilidade. Para essa gente pretensiosa não adianta explicar certas coisas, elas não chegaram ainda a um desenvolvimento cultural suficiente para apreciar as coisas sem utilidade aparente.

 Se nós examinarmos a evolução, o progresso do mundo, notaremos que só nos países mais adiantados se dá valor às coisas sem utilidade apreciável. É com o progresso material , com a riqueza, que surge a culura, o amor e o respeito pelas coisas tidas como inúteis. É nos países adiantados que se encontram as mais belas bibliotecas, os museus, as coleções particulares de arte. Não quero dizer com isso que só nesses países há gente capaz de apreciar devidamente essas coisas, mas quero notar que esse fato é um índice de progresso. Não é somente a produção per capita que indica o adiantamente de uma região.

Quando se estuda a história das grandes bibliotecas do mundo, das grandes bibliotecas nacionais que fazem o orgulho de muito povo, vê-se logo que elas se formaram, tendo como base uma coleção particular e foram se enriquecendo com a aquisição ou doação de outras coleções particulares. Foram os Mazarin, os Grenville, os Barbosa Machado que, legando ou vendendo seus livros à nação, enriqueceram o patrimônio nacional. 

Se não fossem os amadores americanos que reuniram coleções, alguns à custa de paciência, conhecimento e gosto, outros a poder de milhões, o que seria das famosas bibliotecas e museus dos Estados Unidos? Ninguém pode hoje estudar seriamente Shakespeare e seu tempo, sem frequentar a Folger Library, em Washington e não em Londres, na biblioteca formada por H. C. Folger, no prédio que ele mandou construir.

Seria um não acabar mais o querer mostrar que, graças a colecionadores particulares, muito tesouro é salvo. (...)

A bibliofilia não é somente um passatempo de homens cultos, um hobby inocente, um emprego de capital para alguns espertos, um negócio para milhares de pessoas no mundo. É uma obra de benemerência. 

Se depois de todos esses argumentos ainda houver quem lhe pergunte: "Para que serve colecionar livros raros?" - então voltaremos à velha história que acima contei. Para aqueles que lhe fizeram pergunta, responda: "Para você, não serve para nada".

 

Ruben Borba de Moraes, 'O bibliófilo Aprendiz". Casa da palavra produção editorial.4ª edição. Rio de Janeiro [2005]

 

http://us6.campaign-archive2.com/?u=51928d86ee7fd5e215898fb4b&id=4f8ebac4b0

 

publicado por antonio.regedor às 11:17
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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2016

O Jogo do Anjo de Carlos Ruiz Zafón

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Émais um livro sobre livros e escritores. Dos esquecidos e dos promovidos. Dos de folha de rosto e dos ghostwriter. E de livreiros por vocação e conheciento e de editores que poderiam de igual forma ser açougueiros.

Quem estuda Ciência da Informação na temática de edição e indústria editorial, tem neste livro temas para várias teses.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:34
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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2016

PRODUÇÃO CIENTÍFICA E TRANSVERSALIDADE DOS ESTUDOS MÉTRICOS

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Para quem pensa que ciência da informação é só bibliotecas e arquivos, aqui está uma notícia de um dos ramos da ciência da informação. A cienciometria.

 

“Vai realizar-se en Salvador de Bahia (14-16 sep. 2016) o seminário:

 PRODUCIÓN CIENTÍFICA Y TRANSVERSALIDAD DE LOS ESTUDIOS MÉTRICOS. É uma organização da Universidad Federal de Bahia (UFBA) e do  Instituto de Investigaciones Avanzadas sobre Evolución de la Ciencia y la Universidad, da Universidad Carlos III de Madrid (UC3M) e da Universidad Autónoma de Madrid (UNAM)(ES).

 

O programa e as condições de participação estão em:

                     www.seminariometrias.ici.ufba.br

publicado por antonio.regedor às 14:40
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2016

Consultas internacionais do livro Ciência da Informação

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Nos últimos 30 dias o livro Ciência da Informação foi consultado, através do ‘academia’ em Maputo, no Brasil, além das inúmeras consultas em Portugal.   Curiosamente duas consultas em Habana.

http://edicoes.ufp.pt/product/comunicacao/ciencia-da-informacao-contributos-para-o-seu-estudo

publicado por antonio.regedor às 13:35
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Domingo, 17 de Janeiro de 2016

Repositórios Científicos

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Os Repositórios científicos merecem cada vez mais atenção e estudo por parte da Ciência da Informação. A Revista  “Ponto de Acesso” - Revista do Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahía, dedica um número especial ao tema.

  1. 9, n. 3 (2015) EDIÇÃO ESPECIAL: REPOSITÒRIOS INSTITUCIONAIS

 

 

Sumário

 

 

 

Editorial

PDF

Lídia Maria Batista Brandão Toutain

1-1

 

Apresentação

PDF

Flávia Rosa

2-2

Artigos

SERÃO AS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS MANDATÓRIAS, ASSIM TÃO MANDATÓRIAS? QUAL O GRAU DE CUMPRIMENTO? O CASO DA BIBLIOTECA DIGITAL DO IPB

PDF

Clarisse do Ceu Pais, Paula Odete Fernandes, Jose António Sequeira Capela France

3-17

 

REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA: FERRAMENTA DE VISIBILIDADE PARA OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO

PDF

Susane Barros, Flávia Rosa, Rodrigo França Meirelles

18-34

 

O AUTOARQUIVAMENTO NOS REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS BRASILEIROS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO

PDF

Viviane Veiga, Luis Guilherme Macena

35-47

 

RECURSOS DE INFORMAÇÃO NUMA IES: O REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL

PDF

Maria João Amante, Teresa Segurado, Bruno Marçal, Susana Lopes

48-73

 

GESTÃO DE DADOS DE INVESTIGAÇÃO NO DOMÍNIO DA OCEANOGRAFIA BIOLÓGICA: CRIAÇÃO E AVALIAÇÃO DE UM PERFIL DE APLICAÇÃO BASEADO EM ONTOLOGIA

PDF

Rúbia Tatiana Gattelli, Maria Cristina de Carvalho Alves Ribeiro

74-102

 

METADADOS E REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS: UMA RELAÇÃO INDISSOCIÁVEL PARA A QUALIDADE DA RECUPERAÇÃO E VISIBILIDADE DA INFORMAÇÃO

PDF

Caterina Groposo Pavão, Janise Borges da Costa, Manuela Klanovicz Ferreira, Zaida Horowitz

103-116

 

COLETA DE DADOS A PARTIR DOS CURRÍCULOS DA PLATAFORMA LATTES: PROCEDIMENTOS UTILIZADOS NO REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL UNESP

PDF

Silvana Aparecida Borsetti Gregorio Vidotti

117-132

 

O DIREITO DE AUTOR NO MOVIMENTO DE ACESSO LIVRE E ABERTO, UM ESTUDO SOB A ÓTICA DAS EDITORAS CIENTÍFICAS

PDF

Fabrícia Pires Pimenta

133-148

 

ACESSO ABERTO: UMA NOVA POSSIBILIDADE DE MONITORAR E AVALIAR O FLUXO E O IMPACTO DA CIÊNCIA

PDF

Paula Xavier dos Santos, Nísia Trindade Lima

 
publicado por antonio.regedor às 22:31
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2015

Formación, investigación y mercado laboral en información y documentación en España y Portugal = Formação, investigação e mercado de trabalho em informação e documentação em Espanha e Portugal

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Encontrando pedaços do meu trabalho académico

Neste livro com o artigo em co-autoria com Judite  Gonçalves de Freitas “a formação em Ciência da Informação: qualificação profissional e empregabilidade”. O caso da Universidade Fernando Pessoa – Porto pag. 487

 

Concentrate on one's main job, but what is the latter in the case of information professionals ? Global perspectives on the adequacy education-jobs-social needsEN Formación, investigación y mercado laboral en información y documentación en España y Portugal = Formação, investigação e mercado de trabalho em informação e documentação em Espanha e Portugal

Michel J. MENOU

Ediciones Universidad de Salamanca, May 22, 2014 - 37 pages

 

 

https://books.google.pt/books?id=AKCdAwAAQBAJ&dq=Ant%C3%B3nio+Borges+Regedor&source=gbs_navlinks_s

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:13
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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2015

Livros digitais de biblioteconomia e ciência da Informação

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Livros digitais de acesso livre das áreas de biblioteconomia e ciência da Informação do repositório institucional UNESP

 

http://compartilheleituras.com.br/livros-digitais-gratis-de-biblioteconomia-e-ciencia-da-informacao/

O Repositório da UNESP prmove os seus títulos. Dá a conhecer a  produção científica da UNESP. Divulga e promove os seus investigadores.

publicado por antonio.regedor às 09:38
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