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Terça-feira, 21 de Março de 2017

Crescimento da indústria de edição científica

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Uma condição da produção científica é ser publicada. É dessa forma que actualmente se faz apresentação pública da investigação científica e dos seus resultados. No século XVII as novas investigações eram apresentadas aos pares, nas academias de ciência.  Hoje há a necessidade de publicação  para  divulgar a investigação realizada e para a subemeter á apreciação e critoca dos pares. O neoliberalismo entregou nas mão de empresas privadas a indústria editorial científica.  A publicação científica tem essencialmente dois grandes editores. A Thomson Reuters e  a  Elsevier. Estes são so dois gigante sda indústria editorial científica.  

A Thomson Reuters é proprietária da   “Web of Science”  o produto de maior reconhecimento internacional. Ela é a continuidade da primeira base de publicações que fazia contagem de citações.  A “Science Citation Index”  e o  “Journal Citations Report” (JCR)   do  Institute for Scientific Informations (ISI) situado em Filadelfia, onde começa a cienciometria.   

A outra empresa é a Elsevier que possui a “Scopus” e  que é mais recente.

O aumento exponencial da publicação científica tem levado as empresas a criar outras bases menos elitistas.  A  Journal Citations Report  (JCR)  criou externamente a SciElo Citation Index e a Emerging Source e Citations Index

Scopus da Elsevier tem critérios mais ligeiros  de inclusão de revistas no seu indexador, e praticamente não exclui revistas já indexadas. Para a América Latina a Scopus tem a Scimago Journal Rank e um ranking de universidades baseadas nos artigos publicados na scopus, (Scimago Institutions Ranking).

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:07
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2016

Só verosimelhante, mas o mais próximo da aletheia

images (2).jpg

Parte importante da vida constitui a resolução da tensão entre aquilo que a filosofia denomina de opinião ( doxa – δόξα)  e verdade ( aletheia - ἀλήθεια).

A ciência é das actividades humanas a que melhor expressa esta tensão. O seu método, o seu caminho, consiste no expurgo tanto quanto é possível da subjectividade e dos pré-conceitos quaisquer que sejam. Move-se no campo de verificável, experimentável, quantificável. Busca o padrão, a explicação. Costrói a teoria,  o paradigma.

A fiabilidade da ciência é assegurada tanto quanto pode por mecanismos  internos de controlo. Os novos investigadores fazem-no com orientação. A investigação está sujeita a comissões científicas. A publicação sujeita a comissões redactoriais, a revisão de pares antes da publicação. Esta não apenas serve para dar a conhecer, a divulgar a inovação, mas igualmente à sublissão da discussão pública, à critica, à controvérsia, para além da existência concomitante de organismos de revisão por pares após a publicação.

Em todos os casos o mecanismo de controlo leva à reformulação, à correcção, à melhoria, ao aperfeiçoamento.

Isto deixa-nos quanto á ciência muito mais descansados do que com outros sectores tão importantes para a vida social.

 António Regedor

publicado por antonio.regedor às 17:39
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Domingo, 17 de Janeiro de 2016

O Jardim, a Ciência e a Vida

Plato_Academy_new.png

A Academia começa com as lições de Platão no Bosque Akadeomos.  A essas lições acorriam vários discípulos, entre os quais Aristóteles que se manifestava irreverente face ao Mestre. “O dever de todo o discípulo é ultrapassar o seu Mestre” dizia Aristóteles.  E assim deve ser, e assim se faz ciência. As conclusões de uns,  são o ponto de partida para  outros e também  para o próprio.  Face a uma ideia concebida, dessa mesma se  deve duvidar. questionar e a partir dela inovar.  Do ponto de vista pessoal é isto que nos faz processar, melholhar, renovar. Do ponto de vista social   é assim que nos faz  aclarar, esclarecer ou ainda  reorganizar, renovar, reestruturar. Enfim, avançar tomando sempre novos horizontes, azimutes, proas. A nautica ensina-nos o modo mais elementar do ethos. O de que a linha que traçamos, por muito melhor que tenha sido calculada, sofre da circunstância do oikos ao longo do Kronos. Por bem que a linha tenha sido traçada, em nautica, os ventos e correntes fazem derivar a linha mapeada. A rota  é desviada  por efeito de  deriva. Esta tem que ser permanentemente corrigida traçando novas proas, novas linhas de rumo ao longo do tempo. Inevitavelmente  esses novos rumos sofrerão de novas derivas e  estarão permanentemente a ser dorrigidos.  . Assim é a vida.  E essencialmente a ciência, de paradigma em paradigma,  de lei em lei, relativizando cada uma delas ao seu objecto e objectivo. A vida, como a ciência  é esta deambulação peripatética. Seja qual for o Pathos. O de Akadeomos ou o  da entrada da nossa faculdade, da oficina,   do condomínio  ou  o do forum de onde se alarga a cidade e se expressa a cidadania.

publicado por antonio.regedor às 21:34
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Quarta-feira, 5 de Março de 2014

CIÊNCIA E CINEMA PORTUGUÊS

 

 

 

Há dias o sexpresso  dava conta de um filme português nomeado para os Prémios Emmy Digitais da International Academy of Television Arts & Sciences.

O filme tem por título 'Collider', é da empresa portuguesa “ beActive” e o tema é a ciência.

"Collider" é "baseado nas experiências realizadas na Organização Europeia de Investigação Nuclear (CERN), no Large Hadron Collider, local onde foi encontrado o 'Bosão de Higgs'", na base da atribuição do Prémio Nobel da Física de 2013 ao britânico Peter Higgs.

Não apenas interessante, mas principalmente importante é que os portugueses adoptem para temas dos seus filmes, a ciência.

A evolução da cinematografia portuguesa no século XX  é descrita por Regina Guimarães e Saguenail como muito “normativizada” e popular, típica dos anos 30 a 50, para a afirmação do cinema de autor, assumidamente subversivo e experimental dos anos 60, atravessando-se a fase de uma forte politização e ideologização do cinema (nos anos 70 e primeira metade da década seguinte), e passando-se em seguida por várias tentativas de maior conquista do grande público através da aposta na “pura” ficção (sobretudo nos anos 80), até se chegar à tendência mais irreverente do “realismo” radical dos anos 90 e inícios do século XXI.(1)

O filme português, falado em inglês, já foi exibido em festivais de cinema em Londres, no Reino Unido, Genebra, na Suiça, e em Galway, na República da Irlanda, e teve estreia nas salas de cinema portuguesas, em novembro do ano passado.

Este ano o filme já teve estreia na República da Irlanda, devendo também entrar no circuito comercial nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Japão.

 

O filme "Collider" constitui a terceira nomeação da portuguesa beActive para os Emmy, depois da série "Castigo Final", em 2010, e do filme "Beat Girl", no ano passado, com o informa em comunicado a produtora.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/filme-portugues-collider-nomeado-para-os-emmy-digitais=f857837#ixzz2uLBfD0g6

Official Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=BPlm60nx4Y8

 

(1)   Ler cinema: o nosso caso (conversas e outros textos em volta de um certo cinema português), organizada por Regina Guimarães e Saguenail.

 

Guimarães, Regina, Colab. - O ciclo Ler Cinema: O Nosso Caso. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa, Direcção Municipal de Cultura, Videoteca Municipal de Lisboa 2007. ISBN 978-989-95561-0-2

publicado por antonio.regedor às 17:50
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Domingo, 2 de Março de 2014

Ciência e o risco de a perder

 

O caminho que o país tem vindo a percorrer na valorização dos seus recursos humanos é acertado. Reconhecimento internacional das universidades. Reconhecimento internacional dos alunos das universidades portuguesas. A prova é os alemães recrutarem engenheiros portugueses, ingleses recrutarem enfermeiros portugueses, entre muitos outros em muitos lugares do mundo.  Prova que a aposta na formação superior feito pelo estado  e pelas famílias, nos últimos anos, foi correcta.

Isto também prova que o desinvestimento que está a ser feito  na ciência e no ensino superior, é desastrosos. Pode vir a comprometer, a qualidade,  a credibilidade, a visibilidade da formação superior portuguesa. E isso seria a destruição de quarenta anos de  bom trabalho.

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 22:50
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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Ciência

 

 

Ciência

 

Dia após dia, vão surgindo notícias parcelares sobre ciência e formação dos recursos humanos nacionais.

Há tempos (1) a consultora McKinsey indicava num estudo que 80% das instituições de ensino consideravam os jovens preparados para o mercado de trabalho.  Mas os jovens respondem apenas com 48%. Os mais pessimistas são, naturalmente os empregadores com 33%. Estes são valores de uma visão subjectiva. O que os empregadores referem é que não preencheram vagas por não encontrarem candidatos com competências certas. E isso não significa que os jovens não estejam preparados, mas apenas que a sua formação não coincide com a necessidade do mercado.

A formação científica dos portugueses tem melhorado imenso. Apesar do investimento em investigação  ainda estar abaixo da média europeia (2,07%), o país foi o que mais cresceu neste investimento desde 1995.  Anualmente o número de Doutorados tem vindo a aumentar. O aumento da  produção científica é constatada pelo crescimento de publicações científicas. Era de 53 por cem mil habitantes em 2002, e passou para 131 publicações por cem mim habitantes em 2012. E significativo é a publicação em colaboração com Ingleses e Espanhóis.

Esta é uma actividade lucrativa para o país.   O saldo entre entradas e saídas de serviços técnico-científicos passou a positivo desde 2007, até 2010. (2)

Mas a grande prova da qualidade do ensino português, da formação científica e profissional dos portugueses e que  milhares de Licenciados e Pós-graduados estão a sair do País. São procurados por países que investem mais em ciência. Portugal é dos países da Europa com mais pessoas a trabalhar  em investigação em relação ás pessoas activas.

Afinal, o esforço das famílias portuguesas em formação superior, aliada à capacidade portuguesa de se adaptar a outros países, está a salvar muita gente da fome e a evitar grandes convulsões sociais.            

 

 

 

(1)    Expresso, economia  25/01/2014, p.14

(2)    Nicolau Santos Expresso economia  25/01/2014, p.5

publicado por antonio.regedor às 16:31
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Sábado, 9 de Fevereiro de 2013

Nos alvores da ciência moderna

“- Y existe outra manera de saber si estoy enlo correcto que no sea la experimentación e la comparación de los resultados? No son éstas las bases de la filosofia experimental?

- Son los fundamentos del señor Descartes – respondió - . Si lo he compreendido correctamente. Formular una hipóteses y, luego, reunir pruebas para corroborar que es correcta. La alternativa propuesta por lord Bacon es reunir pruebas y, luego, formular una explicación que englobe todo lo que se sabe.” Iain Pears. La cuarta verdade. Barcelona: Emecé, 2000.

publicado por antonio.regedor às 10:00
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

A importância da indústria editorial científica

 

Neste caso concreto a indústria de publicação científica já não se limita à função da publicação da produção científica. É ela própria porta voz para a orientação na pesquisa.

A publicação é uma condição do processo de produção científica. Pela publicação é feita a apresentação à comunidade científica a ciência que se produz, e dessa maneira se sujeita à critica e se promove a divulgação. A ´publicação científica é um elemento importante no processo. Tão importante que hoje constitui uma forte componente da indústria editorial. Tão forte que nos tempos mais recente tem vondo a alterar as regras muito rapidamente. O facto de duas das revistas, "Science" (norte-americana) e "Nature" (britânica), de maior factor de impacto terem feito de altifalante, ou porta voz de um grupo de cientistas leva a que não se limitem ao papel de repositório, mas de influenciador da orientação da linha de investigação. E isto é muito importante na mudança de modelo de orientação da investigação.

http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=3011225

 

 

publicado por antonio.regedor às 17:09
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

CIÊNCIA E ISLÃO


 

 

Bagdad foi o maior centro de investigação científica no sec. IX

Até ao sec. XII O Islão foi líder na investigação científica.

 

Em 2002 O Relatório da ONU indicava que em todo o Mundo Árabe foram traduzidos cerca de 330 livros num ano. Um quinto dos traduzidos na Grécia.

 

Enquanto a Europa esteve submetida ao pensamento unitário do Cristianismo e os apologetas cristãos diziam que “a Filosofia era a mãe de todas as heresias”, segundo Tertuliano, davam espaço para o mundo oriental,  Persa e Árabe, acolher, ler, traduzir a cultura e conhecimento helénico e a partir daí e de outras fontes desenvolver a filosofia, a ciência, a medicina. Foram os Árabes já Islamizados que fizeram chegar à Europa os algarismos e com eles o zero. Deram a conhecer e venderam em exclusivo durante muito tempo o papel que trouxeram do oriente( Bagdad chegou a ser o maior mercado mundial de papel)

O declínio só pode ser explicado com os mecanismos ditatoriais do pensamento único imposto pela religião.

A ciência explica a religião. A religião não explica a ciência.

A laicidade dá oportunidade ao conhecimento. A religião impõe a ignorância.

O conhecimento está na pluralidade dos livros. A ignorância no livro único.

publicado por antonio.regedor às 23:06
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