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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

VALORIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mais um comentário que destaco pela sua importância:
 
 
 
 
 
 
Lembro que durante muitos anos, certamente não muito distante, muitos professores que não tinham horário, professores com problemas de diversa ordem, nomeadamente, relacionamento com alunos e outros, eram colocados na Biblioteca escolar. Era a prova da desvalorização que este local ( tão importante enquanto ponto de encontro, divulgador e mobilizador do saber) se confundia com qualquer outro de menor dimensão. Os tempos parecem ser mudança de paradigma na forma de olhar para este recurso . Há necessidade de envolver rigor e cientificidade a este local , sem nunca se perder de vista a sua função pedagógica. Em relação ao professor bibliotecário ser um professor, acho bem . SE ele tem ou não de deixar a sua dimensão docente porque deseja experimentar outras dimensões também não há nada de mal, é até positivo, mas não poderemos dizer que é sempre assim. Há professores que pensaram várias vezes em deixar ou manter uma turma como a lei prevê.
Continuo a dizer que este apoio técnico, mais preciso, poderia ser dado pelos técnicos das Bibliotecas Municipais, uma vez que já estão em rede. É importante o apelo ao trabalho colectivo e partilhado num país tão pequeno, não apenas para a optimização dos recursos, do kow how existente mas ainda para deixarmos de pensar de forma tão individualista.

Arcelina Santiago
publicado por antonio.regedor às 01:25
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Sábado, 8 de Março de 2008

A BIBLIOTECA PÚBLICA CHEGA A TODOS?


Há vários grupos de pessoas a ler poesia, entre si ou para outros, em locais mais ou menos públicos.

As tertúlias poéticas fazem-se em associações culturais, bares, livrarias, com mais ou menos regularidade.

Este formato de encontro e tema é dirigido a um público adulto. Exactamente o segmento da população que as Biblioteca Públicas devem servir e para o qual não tem havido a maior atenção e o maior investimento. As bibliotecas estão ainda muito “amarradas” ao público infantil e juvenil. Os novos edifícios das Biblioteca Públicas oferecem bons padrões de conforto e nesse sentido são apelativos para o segmento da população mais idoso e estudantes que encontram aí razoáveis condições de trabalho. Mas a população activa e adulta continuam sem condições de acesso à biblioteca pública (a biblioteca está aberta quando estão no emprego e fecha quando as pessoas teriam tempo para lá ir) Os horários das Biblioteca Públicas são contra os trabalhadores. E este é um segmento da população a quem a Biblioteca tem que se dirigir e para quem tem que produzir actividades.

De que estamos à espera para investir nesta área, para abrir a Biblioteca Pública à noite, para generalizar as “comunidades de leitores”, as  “ondas poéticas”,  as “noites dos contos”, abrir a biblioteca pública aos grupos  de “mulheres”, de “cidadania”, de “ambiente”. Tornar a Biblioteca Pública realmente Pública e Útil.


António Regedor

publicado por antonio.regedor às 16:26
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