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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2015

As bibliotecas públicas vão inovando.

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As bibliotecas  públicas vão inovando.  Não por razões intrínsecas, mas exactamente pelo contrário. Se as bibliotecas públicas se limitassem a ser os locais onde se coleccionassem  livros, seriam apenas sistemas sujeitos à 2ª lei da termodinâmica. Mas não. As bibliotecas públicas são modernamente sistemas vivos, orgânicos.   O seu actual modelo de gestão de informação deve ser estudado com o apoio da cibernética. 

Centremo-nos novamente na inovação  na biblioteca pública que afirmamos resultar da necessidade de cumprir a missão de serviço público, de encontrar, cativar e fidelizar novos públicos e de  recussos humanos formados neste novo paradigma.

E desta conjunção de factores resultam iniciativas como a da biblioteca pública José Marmelo e Silva em Espinho.

Os merecidos parabéns ao Engenheiro Fernando Maia  dinamizador das  “quintas tecnológicas”.

Quintas Tecnológicas

 

O projeto “Quintas Tecnológicas” enquadra-se nas missões-chave estabelecidas pelo Manifesto da UNESCO para as bibliotecas públicas.

Tendo como objetivos potenciar a igualdade de acesso a todos os habitantes do concelho aos serviços virtuais disponibilizados à população; contribuir para a aprendizagem ao longo da vida dos habitantes do concelho; melhorar a qualidade de vida dos intervenientes e desenvolver as capacidades em utilizar ferramentas de informáticas, estas ações de sensibilização, que ocorrem quinzenalmente, destinam-se a adultos mediante inscrição prévia.

Temas como a “Segurança na Net”; “Marcação de Viagens”; “Passagem para PDF de vários documentos”; “Marcação consulta USF/Hospitais”; “Criação e envio de email (gmail)”; “Download software livre/ Oferta de emprego”; “Facebook”; “Skype”; “Palavras Pass (password)”; “Currículo Europeu” e “Powerpoint”, são os temas a que nos propusemos desenvolver, de maio a dezembro de 2015, indo ao encontro das necessidades dos nossos utilizadores. 

 

Nestas ações que vamos desenvolvendo, vamos também respondendo às inúmeras questões colocadas por parte dos participantes, mesmo que o tema das suas questões não se enquadrem no tema da sessão. Os intervenientes, mostram uma grande necessidade de ajuda e esclarecimento para resolução dos vários problemas informáticos que vão enfrentando.

 

Os utilizadores que já frequentaram ações de formação em informática na Biblioteca, também se socorrem dos funcionários para ajuda nos seus problemas. 

 

Desde Julho de 2015, a Biblioteca Municipal de Espinho tem a competência de passar o "Diploma de Competências Básicas em Tecnologias da Informação.

publicado por antonio.regedor às 14:06
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2015

A papelaria e nova forma de olhar o cliente

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A Papel & Ca. tem uma abordagem do cliente, diferente, original, interessante e criativa. É uma papelaria com outras valências, mas o seu conceito merecia receber a atenção de outros sectores, nomeadamente o do livro.

Seria bom que servisse de exemplo ao sector do livro que se tem mantido numa postura mais clássica. 

A livraria já não pode ser apenas livraria, da mesma forma que as biblioteca públicas há muito deixaram de ser apenas  depósitos patrimoniais.

Encontram-na em 

http://papers.online.pt/

e também no facebook

https://www.facebook.com/papelca/

 

Precisamos de mais iniciativas como esta

 

António Regedor

 

 

 

publicado por antonio.regedor às 18:09
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2015

A Função Social da Biblioteca Pública

Lendo poesia Onda Poética Espinho.jpg

 

As Bibliotecas Públicas são as que possuem um campo de intervenção mais abrangente. A sua acção não se limita apenas ao valor informacional das suas colecções. No seu caso, torna-se relevante o conjunto de “facilities” que disponibiliza. Ainda hoje voltei à Biblioteca José Marmelo e Silva em Espinho e boa parte dos utilizadores seniores e de terceira idade ocupavam os sofás e cadeiras da zona dos periódicos. Alguns a dormir envoltos no ambiente agradável e temperado, a contrariar o frio fora de portas. A biblioteca a servir de ponto de encontro. Eu próprio marquei encontro com um amigo na cafetaria desta biblioteca. Nas mesas ao lado casais idosos tinham vindo fazer o seu lanche. O wireless atrai jovens estudantes acompanhados dos seus próprios computadores ao ambiente climatizado das salas de leitura. Decididamente a biblioteca perdeu a antiga imagem de coisa para crianças. Ela lá estão, mas também os pais e avós. Mas em maioria estão os jovens adultos usado os seus recursos físicos e digitais, os seus serviços e tecnologias. Se à biblioteca acorrem os em abrigo? Sim! Ela não é exclusiva. É inclusiva, inter-racial, democrática, generalista, física e humanamente quente. É rica no conhecimento que comporta, que transmite, que possibilita.

É dos equipamentos públicos de maior valor social e de maior retorno do investimento alocado.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:02
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

...

 

Na próxima 5ª feira (um dia após o centenário da morte de Manuel Laranjeira) Haverá Onda Poética na Biblioteca José Marmelo e Silva, em Espinho.  Eu e outra leitora da Onda Poética, leremos o seguinte texto, excerto do "Diário íntimo" do autor.

ELE E AUGUSTA                       António Regedor / Diana Devezas (à vez)

1908

Domingo, 10 de Maio

Levanto-me aborrecido e fatigado. O ar que respiro é venenoso e amargo. A luz da tarde é azeda e glacial. Encontro a Augusta — que de longe avança para mim a sorrir. Digo-lhe de longe, seca e desdenhosamente, como quem lhe atira um insulto: — Boa-tarde. E nem sequer a fitei mais. Ao anoitecer fui visitá-la. Estava na cama — doente. Tinha os olhos de quem passara horas a chorar. Apiedei-me. Revoltei-me: indignei-me comigo. Tive uma crise de arrependimento. Pedi-lhe para irmos passear. A doença esvaiu-se. E fomos, ao longo da praia esbranquiçada, enlaçados, sob a claridade macia e pálida de um luar de cinco dias. Eu queria adormecer-lhe a alma com afagos. Pela madrugada a pobre alma, esquecida e feliz, com os olhos aguados de brilho e luz e rasos de alegria, presos nos meus, tinha espasmos de ternura infantil — desejos carinhosos de criança.

 

Sexta, 15 de Maio.

A Augusta tomou-se hoje nos braços, maternalmente, como uma mãe que conchega o filho ao colo e disse-me: — Quando te tenho assim, nos braços, é como se tivesse o mundo nas mãos.

Quem ensinaria esta criatura do povo a dizer estas coisas? O Amor? a genial intuição do Amor? Hum! duvido...

Duvido! duvido! duvido! — eis o que é horrível e intolerável. Tão horrível e intolerável que o meu desejo único é repousar e esquecer — encontrar alguém que me agasalhasse maternalmente, como uma ave abriga um filho debaixo da asa macia e carinhosa!

 

Terça, 16 de Junho.

A Augusta conta-me um episódio em que a virtuosa sociedade se indigna com o nosso amor. E ri. De repente pondo-se séria: — Vê lá tu o mundo! Porque eu sou tua amante, não sou honesta. Se eu fosse tua mulher, podia ser desvirtuosa como uma cadela, respeitavam-me. Assim, censuram-me. A minha desonestidade é ser tua amante. Apenas isto. Que estranha opinião essa gente tem da virtude!

Ficou pensativa um pouco e depois com ar aborrecido:

— Felizmente para nós! A nossa consciência é doutra opinião acerca da virtude.

Também ela sente que a única tranquilidade que dá gozo deveras é aquela que resulta de estarmos em paz connosco. Ainda bem! ainda bem!

 

Quarta, 1 de Julho.

A Augusta fala-me muito da G. — da morta.. . E, num instinto de mulher, fala-me dela com ódio.

Compreendo: ela supõe que entre nós se atravessa o cadáver — e a alma dessa extraordinária suicida, e tenta arrumá-la com o pé.

Não me indigno: eu bem sei que o amor é impiedoso e é injusto...

 

Quinta, 9 de Julho.

A espanhola manda-me chamar para lá ir a casa dela ver uma criança doente. Entendo. Vai ler-me mais uma vez a sina na mão e, pela cruz que formam certas linhas, vai predizer-me um casamento à Cirano. Eu raptarei uma mulher para outrem e afinal a mulher será para mim... Lá está também a H., é infalível. Ponho no dedo o anel de cabelo da Augusta. É um bentinho infalível. Que decepção! Nem a sina me leu, de entupida...

 

Terça, 4 de Agosto.

A Augusta começa a fartar-se de mim, vejo-o. Sinto a comoção estranha de que vou ser, de que estou sendo esquartejado. E depois que importa? Quase sinto uma alegria dolorosa de lembrar-me que ela se pode cansar de mim. Aquela mulher, aquela carne que eu possuí e gozei, aquela alma que foi minha — há-de ser de outro? Não, o que eu possuí e gozei foi a minha ilusão e essa é minha. O corpo dessa mulher e a sua alma goze-os quem quiser. Na verdade o que foi meu, foi a minha ilusão apenas. E serei livre!

 

Sábado, 8 de Agosto.

Encontro a Augusta numa crise de abatimento. Rompo numa demonstração laboriosa, sofística, afectiva. Adormeço-lhe os ouvidos e a razão com a lógica mentirosa e convincente das palavras — e ela adormece na ilusão das palavras.

Crer em palavras falsas ou em palavras de verdade — é afinal a mesma felicidade, a felicidade de crer. O horrível é a desgraça de duvidar, de ver nas palavras sempre a mesma música ilusória — e passageira.

Tens razão, Augusta: uma mentira, crida deveras, vale uma verdade — dá a mesma felicidade.

E eu deixo-me embalar...

 

Quarta, 2 de Setembro.

Cheguei  tarde a casa da Augusta. Fiz um esforço, como alguém que precisa de mostrar-se corajoso estando aterrado, e fui. Queria que ela me visse sereno, descuidado, como quem já esperava pelo desenlace. Sorri, fui afável, postiçamente carinhoso.

— Estavas a dormir? — Eu sabia bem que ela não tinha dormido nada.

— Estava. — respondeu com o ar mais indiferente deste mundo.

— Oh demónio! Se eu sabia que vinha acordar-te, não teria vindo.

— Não viesse... — A voz tremia-lhe de despeito.

— Como me pedes para vir, nem que seja um momento.... Vim, porque supus que gostasses... Não gostas?

— Não me importa. — Fitei-a sem comoção um pedaço e, disse, naturalmente: — Oh demónio desculpa ter vindo incomodar-te. — Perdoa. - Ergui-me para sair. — Aonde vais? — perguntou assustada. — Boa noite. — Agarrou-se a mim numa explosão de choro e soluços.

E a farsa recomeçou.

 

Sábado, 19 de Setembro.

Dia de festa. Tarde, vou a casa da Augusta — e levo a alma cheia de presentimentos negros. Encontro-a na cama a chorar.

— Estás doente? - Não. — Queres sair um pouco a passear? — Não. — Vem comigo! - Não. Deixa-me. — Boa-noite. — Não responde.

Saio com uma alegria feroz a estoirar-me na alma — a alegria doida de um homem que acabasse de perder quanto tinha. Enfim! livre e só! e só! - desgraçado. Esta liberdade suprema custou-me a felicidade... Por isso é horrivelmente saborosa. Saio, vagueio à toa, como alguém que não sabe o que há-de fazer de tanta felicidade. Aó cruzar uma rua, sinto-me agarrado pela Augusta trémula, perdida... — Vem comigo. Depressa! senão caio morta na rua. — E eu, sem uma palavra, vou. Adeus, liberdade, estou preso outra vez...

publicado por antonio.regedor às 01:20
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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

...

 

 

Paradigmas da educação: a educação não formal é uma conferência no âmbito das questões prementes da educação não formal que tem por destinatários bibliotecários, professores, técnicos de bibliotecas e profissionais ligados à educação.

 

Dia 22 de outubro, das 9h30 às 17h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Penafiel.

 

Programa:

 

9h30 - Entrega da documentação

10h00 - Abertura
          - Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Dr. Alberto Santos
          - Directora da Biblioteca Municipal de Penafiel, Dra. Adelaide Galhardo

10h30 - Dra. Céu Basto - Serviço Educativo e de Extensão Cultural da Biblioteca Municipal de Penafiel -“Práticas de Educação não formal: A Biblioteca Municipal de Penafiel como contexto de intervenção”
11h00 - Intervalo para café

11h15 - Dra. Teresa Calçada - Coordenadora do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares do Ministério da Educação - “Biblioteca Escolar: currículo oculto”
12h00 - Debate
12H30 - Intervalo para almoço

14h00 - Dr. António Regedor - Universidade Fernando Pessoa - “A Prática da formação não formal em Bibliotecas da Grande Área Metropolitana do Porto ”

14h45 - Doutora Teresa Medina - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, da Universidade do Porto - “A animação sócio cultural como prática educativa”

15h45 - Intervalo para café

16h15 - Doutor João Caramelo - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, da Universidade do Porto - “Educação não formal e processos de desenvolvimento local”
17h00 - Debate

 

Inscrição: 5 €

Contactos para inscrição:

biblioteca.penafiel@cm-penafiel.pt

tel: 255 710 700 / 255712738

publicado por antonio.regedor às 15:26
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Quarta-feira, 6 de Abril de 2011

Mais uma iniciativa de Férias em Biblioteca Pública

Entre os dias 11 e 20 de Abril, das 15h às 17h, a Biblioteca Municipal propõe um conjunto de actividades para ocupação dos tempos livres dos mais novos. A participação é gratuita, mas é necessário inscrever-se nos serviços da Biblioteca.

publicado por antonio.regedor às 19:10
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Terça-feira, 5 de Abril de 2011

FÉRIAS NA BIBLIOTECA

  Na interrupção lectiva da Páscoa a Biblioteca Municipal de Gondomar vai dar continuidade à dinamização do programa de animação infanto-juvenil Biblioférias de Primavera, de 12 a 21 de Abril de 2011. Este programa permitirá às crianças e jovens desfrutar de momentos verdadeiramente lúdicos, em que a cultura e o lazer se encontram em perfeita harmonia. As actividades disponíveis (visitas a espaços culturais, ateliers de escrita, expressão plástica, jogos lúdicos entre outras surpresas) visam uma ocupação saudável dos tempos livres, bem como contribuir para enriquecimento pessoal, social e cultural de crianças e jovens em período de interrupção lectiva. As inscrições são gratuitas e limitadas até ao número máximo de 20 participantes. Inscrição presencial obrigatória, por parte do Encarregado de Educação, na Secção Infantil da Biblioteca Municipal de Gondomar, de 5 a 9 de Abril.

 

 

    Para mais informações contactar a equipa de animação da Biblioteca Municipal de Gondomar, pelo telefone 22 466 47 70.

 

 

 

O meu comentário: Excelente iniciativa. Só é pena não ser mais tempo e para mais jovens. E devia ser a pagar para constituir recursos para a biblioteca.

publicado por antonio.regedor às 14:37
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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010

Referência digital na Biblioteca de Abrantes

In: http://www.bmab.cm-abrantes.pt/album%20fotografico/album/html/Galeria_1.htm

 

 

O exemplo da Biblioteca Virtual da Biblioteca de Abrantes

 

Excelente trabalho  e exemplo de disponibilização, pela biblioteca de Abrantes,  de recursos digitais classificados.

“disponibiliza-lhe conteúdos em linha, através de um instrumento de pesquisa organizado de acordo com regras biblioteconómicas. No nosso caso, classificamos as páginas da internet através da tabela da CDU (Classificação Decimal Universal),…– clicando na classe respectiva, devendo posteriormente escolher a sub-classe mais específica e ainda o cabeçalho de indexação mais próximo do assunto pretendido. As grandes diferenças, em relação à pesquisa num portal generalista são as seguintes:
- número de ocorrências muito menor;
- mas em contrapartida, taxa de pertinência muito elevada e;
- taxa de ruído quase nula, porque:
- não se trata de um sistema automático de varrimento (browser), todas as páginas foram analizadas por intervenção humana;
- porque a tabela de classificação que usamos não é construída aleatóriamente segundo o que nos parece serem os centros de interesse das pessoas;”

Consultar  em:

http://www.bmab.cm-abrantes.pt/Biblioteca%20Virtual/Biblioteca%20Virtual.asp?Simples

publicado por antonio.regedor às 16:44
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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

Biblioteca Pública de Penafiel

 

Hoje para preparar um estágio curricular de licenciatura voltei à magnífica Biblioteca de Penafiel.

Vários são os motivos para gostar desta biblioteca.

Desde logo por ter permitido a preservação patrimonial de um edifício lindíssimo.

Por mostrar que as Bibliotecas valem por si. Pela sua organização e pelos serviços que prestam.

As bibliotecas não têm que se impôr pelo novo-riquismo da construção de grandes edifícios. 

Tenho ainda em memória ter visto a maior diversidade de edifícios que albergam bibliotecas. Recordo o edifício de uma antiga fábrica de pólvora, de um centro comercial que nunca teve exito como tal. Em Portugal tanbém há destes bons exemplos de adaptação. Sátão, Arcos de Valdevez, Ponte de Lima. O mais arrojado de todos será a igreja Dominicana de Abrantes, transformada em lindíssima Biblioteca.

Este edifício da Biblioteca de Penafiel agrada-me também pelo agradável jardim de entrada.

A Biblioteca de Penafiel também está em  

http://www.cm-penafiel.pt/VSD/Penafiel/vPT/Publica/AccaoMunicipal/BibliotecaMunicipal/

 

http://rcbp.dglb.pt/pt/Bibliotecas/Sites/BM_Penafiel/Paginas/default.aspx

 

  Sítio Web para consulta do catálogo on-line: http://pacweb.bn.pt/cmpen.htm

publicado por antonio.regedor às 19:01
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

A biblioteca escolar é insubstituível".

 

Em parceria com o Goethe-Institut Portugal, a BAD proporciona-nos a transcrição de uma interessante  entrevista sobre a realidade das bibliotecas escolares alemãs.

 

 

 

biblioteca escolar é insubstituível". Uma entrevista com Birgit Lücke

Birgit Lücke,  é Presidente da Comissão “As bibliotecas e a escola” da Associação das Bibliotecas Alemãs

 

 

Porque é que as bibliotecas escolares são tão importantes hoje em dia?

Uma biblioteca escolar em pleno funcionamento pode constituir o alicerce para alcançar os objectivos de aprendizagem que foram estabelecidos pelo tratado de Pisa. Se antigamente as atenções estavam viradas para o ensino centrado nos professores, hoje o ensino virado para o aluno, - interdisciplinar e participativo - do ensino das competências de leitura tornou-se cada vez mais importante. As bibliotecas escolares podem ser aqui essenciais, ajudando a preparar as crianças e os jovens para uma aprendizagem ao longo da vida, ensinando-lhes estratégias eficazes de pesquisa, avaliação e uso de informação e dos media.

Assim, nos últimos anos, as bibliotecas escolares têm tido um renascimento e foram mesmo promovidas por uma iniciativa nacional do Ministério Federal do Ensino e Investigação para as escolas a tempo inteiro intitulada “Educação e Apoio Futuro”. Esta oferta foi aceite em muitos locais.

“As bibliotecas escolares são enteadas”

Qual a importância das bibliotecas escolares hoje em dia?

Se bem pensadas, podem ser muito importantes. Uma biblioteca escolar vive da e com a escola e tem de ser inserida conceptualmente no dia-a-dia escolar de forma a ser aceite. Pode ser mais do que uma “colecção de livros”, nomeadamente uma sala de aulas, um local para a aprendizagem individual e um espaço para trabalho criativo ou para relaxar no tempo livre. O papel que a biblioteca escolar irá desempenhar terá de ser decidido pela escola em si.

Nas últimas décadas, as bibliotecas escolares têm sido vistas cada vez mais como enteadas no universo das bibliotecas. As bibliotecas municipais vêem-nas frequentemente como competição na luta pelos escassos recursos e utilizadores. No entanto, as bibliotecas escolares e as bibliotecas municipais poderiam complementar-se brilhantemente – se apenas o compreendessem e cooperassem.

Cooperações procuram-se

Como deveria ser uma cooperação entre uma biblioteca municipal e uma biblioteca escolar?

As ofertas das bibliotecas municipais têm-se desenvolvido nos últimos anos, especialmente na área das competências de leitura e da literacia e informação dos media. A palavra-chave aqui é “parceria educacional”, ou seja, as ofertas tradicionais e opcionais das bibliotecas, como por exemplo as visitas de estudo, as aulas na biblioteca, a apresentação de livros e as caixas de livros, entre outras, sejam concretizadas em cooperação com as escolas e tendo em vista o currículo, e integradas no dia a dia das escolas e das biblioteca através de acordos de cooperação.

Estas ofertas são um bom complemento, mas infelizmente são frequentemente usadas como substituto em escolas onde não existam bibliotecas ou onde as mesmas estejam mal equipadas. Nem mesmo a melhor biblioteca municipal pode substituir uma biblioteca escolar bem equipada com espaço e material adequado e suficientes funcionários.

As escolas têm de dar o primeiro passo

Como se organizam as bibliotecas escolares na Alemanha

No sistema educativo federal alemão existem dezasseis estados e dezasseis sistemas diferentes – uma heterogeneidade que se estende até mesmo às cidades e às comunidades. Tudo é possível, desde o apoio financeiro e técnico à completa negligência. Oficialmente, as bibliotecas escolares são um dos equipamentos obrigatórios das escolas, estando a cargo das as cidades e das comunidades. Por sua vez, a racionalização “o que dou a um, todos os outros querem, por isso não financio nada” é uma das explicações para a situação financeira catastrófica que se vive actualmente.

Geralmente é a própria escola que, através de associações, patrocinadores e professores, pais e alunos empenhados, consegue assegurar o serviço. E é aí que reside a eficácia de uma biblioteca escolar, dependendo de uma série de casualidades que podem mudar todos os anos.

As melhores práticas começam a nível estatal

Onde é que é diferente?

È diferente nas cidades ou estados que aceitaram a responsabilidade e disponibilizaram, através de criação de cargos ou agências próprias, serviços centrais para o desenvolvimento e operação de bibliotecas escolares, incluindo ajuda financeira para, por exemplo, criação de colecções.

Nestes é então possível construir estruturas duradouras que possam facilitar a integração da biblioteca escolar no currículo. Desta forma, as escolas podem concentrar as suas forças na utilização da biblioteca em si e deixarem de se preocupar com a batalha diária sobre o orçamento para compra de material, equipamento das salas e horários de abertura.

Felizmente, para além dos programas nacionais de bibliotecas escolares, existe também uma variedade de pequenas mas excelentes iniciativas com potencial para efeitos abrangentes. O exemplo mais recente é a rede do distrito de Lahn-Dill, que recebeu vários prémios e cujo modelo que poderá ser implementado, com algumas modificações, a nível nacional, especialmente em tempos de crise financeira.

Modelo para o futuro: o professor bibliotecário

O que é diferente noutros países?

Em muitos países, as bibliotecas escolares têm um maior nível de aceitação política e social. Isso começa com leis apropriadas e passa pela existência de profissões como “professor bibliotecário”.

Embora na Alemanha os professores possam ser escolhidos para gerir a biblioteca da escola durante algumas horas, e assim são obrigados a dominar, de um dia para o outro, tudo o que se trate de trabalho da biblioteca, da compra de livros aos serviços de empréstimo, no Reino Unido e na América do Norte existe formação adicional que alia os elementos mais importantes das profissões de professor e de bibliotecário para a gestão mais eficiente de uma biblioteca escolar.

O que espera para o futuro das bibliotecas escolares?

Consequência lógica do que disse, estratégias seguras e fidedignas onde as bibliotecas escolares se possam desenvolver enquanto locais de aprendizagem vivos para as nossas crianças e jovens – e que os professores gostem de usar para criar aulas variadas e inovadoras.

Entrevista conduzida por Dagmar Giersberg,
jornalista freelancer em Bona.

Tradução: Teresa Laranjeiro
Goethe-Institut Portugal

Copyright: Goethe-Institut e. V., Online-Redaktion
Agosto 2010

publicado por antonio.regedor às 18:38
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