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Quinta-feira, 2 de Junho de 2016

Biblioteca Escolar no Sistema Bibliotecário

images.jpg

Biblioteca Escolar no Sistema Bibliotecário

 

Universidade Fernando Pessoa 

 

Sábado, 18 de junho de 2016

Das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30

 

Prof. Doutor António Regedor

Programa:

  1. Tipos de leituras
  2. Leitura Funcional. Leitura Volitiva
  3. Biblioteca e literacias
  4. Os Sistemas Bibliotecários no Contexto das Políticas Culturais.

4.1. A transposição do modelo de sistema para a realidade do agrupamento.

4.2.O sucesso da biblioteca escolar como projecto educativo.

 

Destinatários:

Professores Bibliotecários

 

Certificação:

Ação temática de curta duração, de cariz científico e pedagógico, com duração de 6 horas, conforme despacho n.º 5741/2015, de 30 de maio.

Informação:

(i) A participação nas ações de curta duração tem como limite máximo um quinto do total de horas de formação obrigatórias (Art. 3.º).

(ii) A competência para o reconhecimento das ações é da Universidade Fernando Pessoa, através do seu Centro de Formação Contínua – ES-CEFOC.

(iii) O reconhecimento decorre da apresentação do requerimento dos interessados ao ES-CEFOC, acompanhado de documento comprovativo de presença e do programa temático da ação realizada.

(iv) O reconhecimento requer a verificação das seguintes condições:

  1. A existência de relação direta, científica ou pedagógica com o exercício profissional; manifestação de rigor e qualidade científica e pedagógica; sejam asseguradas por formadores que, no mínimo, tenha o grau de Mestre.
  2. O reconhecimento das ações de curta direção só pode ocorrer uma única vez na mesma ação, independentemente doformador, local ou ano de realização.
  3. Não são reconhecidas ações de curta duração que se relacionem ou insiram em qualquer tipo de companha promocional ou publicitária.

 

Valor:

30 euros.

25 euros para associados

 

Número mínimo de participantes: 12 

 

 

 

 

 

 

 

 


Formulário de Inscrição

 

Área reservada a preenchimento pelos serviços

Inscrição Nº

 

 

 

Elementos de identificação do candidato

 

Nome:

 

Morada:

Tel.:

Email:

 

Código Postal:

NIF:

 

Cartão Cidadão/BI nº:

Idade:

Data de Nascimento:

 

 

Nome da escola:

Concelho da escola:

Grupo de docência

 

 

Dedignação da ação de curta duração que pretende frequentar:

 

 

 

Áreas de conhecimento, para outras acções de curta duração, que tenha interesse em participar:  

Escolha até 10 áreas prioridade (1 “maior interesse” a 10 “menor interesse”)

 

Indique outras áreas de conhecimento, para outras acções de curta duração, que tenha interesse em participar

Prioridade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os documentos devem ser todos enviados para o seguinte email: es-cefoc@ufp.edu.pt

 

 

publicado por antonio.regedor às 19:08
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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

MÊS DA BIBLIOTECAS ESCOLARES

ESTAMOS NO MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

 

http://blogue.rbe.min-edu.pt/2011/10/mes-internacional-das-bibliotecas.html

 

 

publicado por antonio.regedor às 15:12
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

A biblioteca escolar é insubstituível".

 

Em parceria com o Goethe-Institut Portugal, a BAD proporciona-nos a transcrição de uma interessante  entrevista sobre a realidade das bibliotecas escolares alemãs.

 

 

 

biblioteca escolar é insubstituível". Uma entrevista com Birgit Lücke

Birgit Lücke,  é Presidente da Comissão “As bibliotecas e a escola” da Associação das Bibliotecas Alemãs

 

 

Porque é que as bibliotecas escolares são tão importantes hoje em dia?

Uma biblioteca escolar em pleno funcionamento pode constituir o alicerce para alcançar os objectivos de aprendizagem que foram estabelecidos pelo tratado de Pisa. Se antigamente as atenções estavam viradas para o ensino centrado nos professores, hoje o ensino virado para o aluno, - interdisciplinar e participativo - do ensino das competências de leitura tornou-se cada vez mais importante. As bibliotecas escolares podem ser aqui essenciais, ajudando a preparar as crianças e os jovens para uma aprendizagem ao longo da vida, ensinando-lhes estratégias eficazes de pesquisa, avaliação e uso de informação e dos media.

Assim, nos últimos anos, as bibliotecas escolares têm tido um renascimento e foram mesmo promovidas por uma iniciativa nacional do Ministério Federal do Ensino e Investigação para as escolas a tempo inteiro intitulada “Educação e Apoio Futuro”. Esta oferta foi aceite em muitos locais.

“As bibliotecas escolares são enteadas”

Qual a importância das bibliotecas escolares hoje em dia?

Se bem pensadas, podem ser muito importantes. Uma biblioteca escolar vive da e com a escola e tem de ser inserida conceptualmente no dia-a-dia escolar de forma a ser aceite. Pode ser mais do que uma “colecção de livros”, nomeadamente uma sala de aulas, um local para a aprendizagem individual e um espaço para trabalho criativo ou para relaxar no tempo livre. O papel que a biblioteca escolar irá desempenhar terá de ser decidido pela escola em si.

Nas últimas décadas, as bibliotecas escolares têm sido vistas cada vez mais como enteadas no universo das bibliotecas. As bibliotecas municipais vêem-nas frequentemente como competição na luta pelos escassos recursos e utilizadores. No entanto, as bibliotecas escolares e as bibliotecas municipais poderiam complementar-se brilhantemente – se apenas o compreendessem e cooperassem.

Cooperações procuram-se

Como deveria ser uma cooperação entre uma biblioteca municipal e uma biblioteca escolar?

As ofertas das bibliotecas municipais têm-se desenvolvido nos últimos anos, especialmente na área das competências de leitura e da literacia e informação dos media. A palavra-chave aqui é “parceria educacional”, ou seja, as ofertas tradicionais e opcionais das bibliotecas, como por exemplo as visitas de estudo, as aulas na biblioteca, a apresentação de livros e as caixas de livros, entre outras, sejam concretizadas em cooperação com as escolas e tendo em vista o currículo, e integradas no dia a dia das escolas e das biblioteca através de acordos de cooperação.

Estas ofertas são um bom complemento, mas infelizmente são frequentemente usadas como substituto em escolas onde não existam bibliotecas ou onde as mesmas estejam mal equipadas. Nem mesmo a melhor biblioteca municipal pode substituir uma biblioteca escolar bem equipada com espaço e material adequado e suficientes funcionários.

As escolas têm de dar o primeiro passo

Como se organizam as bibliotecas escolares na Alemanha

No sistema educativo federal alemão existem dezasseis estados e dezasseis sistemas diferentes – uma heterogeneidade que se estende até mesmo às cidades e às comunidades. Tudo é possível, desde o apoio financeiro e técnico à completa negligência. Oficialmente, as bibliotecas escolares são um dos equipamentos obrigatórios das escolas, estando a cargo das as cidades e das comunidades. Por sua vez, a racionalização “o que dou a um, todos os outros querem, por isso não financio nada” é uma das explicações para a situação financeira catastrófica que se vive actualmente.

Geralmente é a própria escola que, através de associações, patrocinadores e professores, pais e alunos empenhados, consegue assegurar o serviço. E é aí que reside a eficácia de uma biblioteca escolar, dependendo de uma série de casualidades que podem mudar todos os anos.

As melhores práticas começam a nível estatal

Onde é que é diferente?

È diferente nas cidades ou estados que aceitaram a responsabilidade e disponibilizaram, através de criação de cargos ou agências próprias, serviços centrais para o desenvolvimento e operação de bibliotecas escolares, incluindo ajuda financeira para, por exemplo, criação de colecções.

Nestes é então possível construir estruturas duradouras que possam facilitar a integração da biblioteca escolar no currículo. Desta forma, as escolas podem concentrar as suas forças na utilização da biblioteca em si e deixarem de se preocupar com a batalha diária sobre o orçamento para compra de material, equipamento das salas e horários de abertura.

Felizmente, para além dos programas nacionais de bibliotecas escolares, existe também uma variedade de pequenas mas excelentes iniciativas com potencial para efeitos abrangentes. O exemplo mais recente é a rede do distrito de Lahn-Dill, que recebeu vários prémios e cujo modelo que poderá ser implementado, com algumas modificações, a nível nacional, especialmente em tempos de crise financeira.

Modelo para o futuro: o professor bibliotecário

O que é diferente noutros países?

Em muitos países, as bibliotecas escolares têm um maior nível de aceitação política e social. Isso começa com leis apropriadas e passa pela existência de profissões como “professor bibliotecário”.

Embora na Alemanha os professores possam ser escolhidos para gerir a biblioteca da escola durante algumas horas, e assim são obrigados a dominar, de um dia para o outro, tudo o que se trate de trabalho da biblioteca, da compra de livros aos serviços de empréstimo, no Reino Unido e na América do Norte existe formação adicional que alia os elementos mais importantes das profissões de professor e de bibliotecário para a gestão mais eficiente de uma biblioteca escolar.

O que espera para o futuro das bibliotecas escolares?

Consequência lógica do que disse, estratégias seguras e fidedignas onde as bibliotecas escolares se possam desenvolver enquanto locais de aprendizagem vivos para as nossas crianças e jovens – e que os professores gostem de usar para criar aulas variadas e inovadoras.

Entrevista conduzida por Dagmar Giersberg,
jornalista freelancer em Bona.

Tradução: Teresa Laranjeiro
Goethe-Institut Portugal

Copyright: Goethe-Institut e. V., Online-Redaktion
Agosto 2010

publicado por antonio.regedor às 18:38
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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

VALORIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mais um comentário que destaco pela sua importância:
 
 
 
 
 
 
Lembro que durante muitos anos, certamente não muito distante, muitos professores que não tinham horário, professores com problemas de diversa ordem, nomeadamente, relacionamento com alunos e outros, eram colocados na Biblioteca escolar. Era a prova da desvalorização que este local ( tão importante enquanto ponto de encontro, divulgador e mobilizador do saber) se confundia com qualquer outro de menor dimensão. Os tempos parecem ser mudança de paradigma na forma de olhar para este recurso . Há necessidade de envolver rigor e cientificidade a este local , sem nunca se perder de vista a sua função pedagógica. Em relação ao professor bibliotecário ser um professor, acho bem . SE ele tem ou não de deixar a sua dimensão docente porque deseja experimentar outras dimensões também não há nada de mal, é até positivo, mas não poderemos dizer que é sempre assim. Há professores que pensaram várias vezes em deixar ou manter uma turma como a lei prevê.
Continuo a dizer que este apoio técnico, mais preciso, poderia ser dado pelos técnicos das Bibliotecas Municipais, uma vez que já estão em rede. É importante o apelo ao trabalho colectivo e partilhado num país tão pequeno, não apenas para a optimização dos recursos, do kow how existente mas ainda para deixarmos de pensar de forma tão individualista.

Arcelina Santiago
publicado por antonio.regedor às 01:25
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Sou professora e neste momento professora bibliotecária.

Dou destaque a um novo comentário, felicitando a autora, que julgo ser a primeira vez que participa neste blog.

 

De Fátima-Pesqueira a 3 de Janeiro de 2010 às 23:41
Sou professora e neste momento professora bibliotecária.
Gosto de ser professora e à primeira vista não me parece um desmerecimento ser também bibliotecária, até porque continuo a ser professora.
É, no entanto, uma tarefa árdua ser as duas coisas ao mesmo tempo.
Ter um bibliotecário na Biblioteca Escolar seria uma mais valia mas nunca sem um professor ao lado com formação pedagógica para dar cumprimento à missão que a Biblioteca Escolar tem no contexto da Escola. Não me parece que o bibliotecário fosse capaz de direccionar a actividade da Biblioteca Escolar para o currículo e para a realização de aprendizagens que a Escola deve proporcionar...
Ser professor bibliotecário deverá ser uma opção e não uma imposição, mas a exigência de que este possua formação em ciências documentais deve persistir pois de outra forma o desempenho das suas variadíssimas funções tornar-se-ia muito mais difícil.

Maria Rodrigues
 
publicado por antonio.regedor às 17:42
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Sábado, 5 de Dezembro de 2009

BIbliotecas Escolares vs Públicas

 

 

Há dias fui à abertura da feira do livro nesta Biblioteca Escolar. É a da Escola Básica e Secundária Domingos Capela em Espinho.

 Esta biblioteca foi equipada desde o seu início com estantes de livre acesso. Foi concebida ainda no tempo em que se destinavam a bibliotecas escolares salinhas de 30m2.

Em pouco tempo a Biblioteca ganhou mais uns espaços contíguos. Derrubou paredes, expandiu e cresceu também técnicamente. Professores e auxiliares fizeram formação de curta duração. Dirão que não é suficiente, mas é já um importante esforço e o princípio para o seu visível desenvolvimento.

E esta biblioteca tem crescido, como de resto tem acontecido com a generalidade das bibliotecas escolares.

A biblioteca tem organização, tem actividades, tem   importância na escola.

Até há poucos anos, a inexistência de bibliotecas escolares levava o segmento da população escolarizada a recorrer à Biblioteca Municipal, quando existia.

Actualmente a satisfação das necessidades de informação e documentação da população escolarizada é feita no seu local de estudo pelas bibliotecas escolares.

As Biblioteca Públicas que viveram durante muito tempo da população estudantil, estão agora a sentir as dificuldades próprias da redução da utilização da Bilbioteca Pública por parter deste público. E algumas tinham nos estudantes quase a exclusividade dos seus utilizadores.

Daí que as Bibliotecas Públicas tenham menos público, menos utiliadores.

As Bibliotecas Públicas terão de reorientar os outputs para o seu público natural que é o segmento da população que não é servida pelos outros subsistemas de Bibliotecas: as Escolares; as Universitárias; as Patrimoniais.

E isso implica mudança de hábitos de trabalho, mudança de actividades, mudança e renovação de bibliografia, mudança de horários, mudança do uso das "facilities".

Fica para um outro post a reflexão do que tem de mudar nas Biliotecas Públicas.

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:17
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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

POESIA AO LUAR

 

 

 

Aspecto agradável da biblioteca onde se realizou a sessão de poesia "ao luar".

Na imagens estão alguns elementos da equipa da biblioteca.

 

 

 

publicado por antonio.regedor às 01:52
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