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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2015

O Tango da Velha Guarda

1507-1.jpg

 

Um livro sobre o tango. Que explica as origens, os modos de o dançar,  Os protagonistas,  locais e vivências.

“Nos últimos anos, o tango, originariamente argentino, e que ficara na moda em Paris com os bailes apaches, fazia furor nos dois lados do Atlântico.”

Pérez-Reverte, Arturo – O Tango da Velha Guarda. Alfragide: AsaI. 2013  p. 21

 

“O tango original é diferente. ... Mais rápido, tocado por músicos populares e de ouvido. Mais lascivo do que elegante, por assim dizer. Feito de cortes e quebras, dançado por prostitutas e rufias ... O original mudou muito, sobretudo ao ficar na moda em Paris há dez  ou quinze anos com as danças apaches  dos bas-fonds... Então as pessoas finas começaram a imitá-lo. Dali voltou afrancesado para a Argentina, convertido em tango liso, quase respeitável...” p.58

“Com o cunho parisiense, acrescentou, a classe alta argentina, que antes rejeitava o tango por ser imoral e prostibular, adoptou-o logo. Até então, o tango autêntico, o que era dançado em Buenos Aires pelas galdérias e os rufias marginais, tinha sido uma música clandestina na boa sociedade: uma coisa que as meninas bem tocavam às escondidas no piano de casa, com partiuras fornecidas pelos namorados e pelos irmãos destrambelhados e notivagos.” P.59

“O tango... era uma confluência de várias coisas: tango andaluz, habanera,milonga e dança de escravos negros. Os gauchos crioulos, à medida que se aproximavam com as suas guitarras das tascas, armazéns e prostíbulos dos subúrbios de Buenos Aires, chegaram à milonga, que era cantada, e por fim ao tango, que começou como milonga dançada. “ p .64

“ brancos... que a princípio só olhavam para os negros, adotaram as suas danças tornando mais lento o que não conseguiam imitar e metendo movimentos da valsa, da habanera ou da mazurca...” p.65 Dançado por italianos e emigrantes europeus ... o tango tornou-se mais lento, menos indecoroso; embora os compadritos dos subúrbios adotassem  alguns modos dos negros. p 65

Antonio Regedor

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publicado por antonio.regedor às 23:41
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