.posts recentes

. Manual APA 2016

. Emergent Literacies in Ac...

. Bibliotecários e Produção...

. Relógio D`água-editores L...

. Maria de Lourdes Pintasil...

. Patron Driver Adquistion

. ZOTERO

. O conceito de "UNO" em Pl...

. 25 Xulio Dia da Pátria Ga...

. Elogio ao meu amigo Gaspa...

.arquivos

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2017

Liberalismo e neoliberalismo

Neoliberalismo.jpg

 

 

Vilfredo Pareto foi um economista  liberal e sociólogo italiano do século XIX.

Era anti-socialista, defensor do mercado e do ponto de vista siciológico era defensor da dominação das elites.

Assim sendo, foi  um dos teóricos do fascismo.

No âmbito da  ideologia liberal  considerava que a democracia era uma ilusão.

Do ponto de vista sociológico considerava que  uma classe dominante sempre subsistirá  enriquecendo-se cada vez mais.

A sua perspectiva económica é a da  redução drástica do Estado

Ora foi isto que aconteceu no tempo de Mussolini:  Destruição da liberdade política; Substituição  da  gestão estatal pela gestão privada;  Diminuição  dos impostos sobre a propriedade;   Alberto De Stefani ministro das finanças de Mussolini reduziu impostos, aboliu isenções fiscais que beneficiavam contribuintes de de renda mais baixa, facilitou as transações com ações,  desregulou os alugueis, privatizou os seguros de vida e transferiu a gestão do sistema de rádio para o setor privado

O século XXI foi  nitidamente marcado pelo reanimar destas ideias, agora em movimento denominado neoliberal.  O menos estado, a venda dos bens públicos a privados, o aumento das desigualdades por perda dos mecanismos de redistribuição da riqueza e a consequente concentração dessa riqueza, por destruição da classe média e alargamento da base de empobrecimento.

E tudo isto, já resultou em grandes tragédias como nos documenta a história. 

A Universidade de Chicago é considerada o berço da ideologia neoliberal, pelo predomínio do pensamento de Milton Friedman, representante da escola monetarista, da absoluta liberalização do mercado e do não intervencionismo regulador estatal, a par das privatizações e da recusa dos gastos sociais.

 

Sabemos que o mercado por si é devorador. Impiedoso na obtenção de lucros que sem regulação e intervenção orientadora do estado, leva à concentração  da riqueza num cada vez mais pequeno número. O actul 1%  contra os 99%.  É a intervenção do estado que pode traçar políticas e que através dos gastos sociais promove a redistribuição da riqueza produzida.  A escolha é clara.

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:31
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Setembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds