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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

COMENTÁRIOS A "PROFESSOR - BIBLIOTECÁRIO

A figura do professor-bibliotecário sugere alguns comentários que notam diferentes sensibilidades, e que desde já agradeço a todos os que os enviaram.

 Apresento-os todos juntos para melhor apreciação:

 

 

De André Vieira a 19 de Agosto de 2009 às 10:37
Concordo quando dizem que este profissional deve ter competências ao nível da docência, mas o mais importante aqui, acho que passa pelo facto de colocar alguém formado na área! Isso sim faz sentido. Para que andam então centenas de alunos a formarem-se todos os anos em Ciência da Informação? Para que os docentes fiquem com os seus lugares?
 
 
De Emanuel Guimarães a 18 de Julho de 2009 às 16:31
A criação da função de professor bibliotecário é um avanço enorme. No entanto, continua limitada à existência de um professor do quadro com formação específica, o que não acontece em todas as escolas.
Concordo que o bibliotecário de uma biblioteca escolar deve ser um professor, no entanto, deve também ser um bibliotecário, o que não está ainda assegurado.
A minha sugestão é que o concurso de professor-bibliotecário adoptasse o mesmo modelo do cuncurso de professores, não se limitando a um concurso interno, e assegurasse, pelo menos, uma vaga para cada agrupamento de escolas. Neste concurso apenas seriam admitidos professores com formação em BAD que ficariam responsáveis pelas bibliotecas escolares do respectivo agrupamento ou escola. Só assim se conseguia assegurar a existência de um bibliotecário em cada biblioteca escolar além de permitir aos professores desenvolverem projectos contínuos como acontece (ou deveria acontecer) nas bibliotecas públicas
 
 
 
 
Gaspar disse sobre BIbliotecas Escolares vs Públicas no Sábado, 5 de Dezembro de 2009 às 18:14:    
 
Foi a melhor coisa que nos (BP's) aconteceu, Regedor. Vai criar dinamicas em sítios onde a pratica era "quieto, quietinho, sereno" ;-)
Obrigará a mudanças de horarios, para que realmente estejamos abertos quando as pessoas têm necessidade, e implicará, acima de tudo, a mudança de um paradigma passivo (confortavel, para alguns) para activo (e só com este se evolui). E não só: o confronto de endurances entre BM e BE's, dentro do mesmo concelho, vai fazer com que umas, implicitamente, elevem a bitola às outras.
 
 
 
Maria ARcelina Santiago disse sobre Professor-Bibliotecário II na Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009 às 22:38:

     
 
Concordo plenamente que o bibliotecário de uma escola seja um professor. A vertente pedagógica é fundamental porque a biblioteca é o ponto de partida e de encontro de experiências pedagógicas. Ela poderá ser o melhor recurso pedagógico de uma escola. Se o bibliotecário escolar já tem formação nas áreas específicas, comuns a outros bibliotecários, melhor, caso não tenha, como acontece com alguns professores que este ano se candidataram a esta novidade introduzida pelo ME, eles poderão adquiri-la através da formação. No entanto, é de lembrar que a maior parte desses professores têm já experiência em Bibliotecas escolares e foram, entretanto, apostando em formação ao longo destes últimos anos. A formação, quer dos que tenham licenciaturas nessa área ou os que não têm, tem de existir sempre, pois há mudanças que se vão operando. Aliás, a formação deve ser contínua. Não sou a favor de formações intensivas e que quase impossibilitam o exercício da função.
 
publicado por antonio.regedor às 01:33
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1 comentário:
De Judite Freitas a 8 de Janeiro de 2010 às 09:52
À questão formulada poderia responder de duas formas:
1ª Existe uma nova realidade condicionada pelo actual e hodierno contexto social, cultural e tecnológico. Pois se durante muitos séculos a escrita e a leitura foram dominadas por uma minoria de indivíduos, os alfabetizados, hoje a alfabetização não dispensa o domínio das novas tecnologia de informação e comunicação.
2ª Em consequência desta expansão das novas formas de comunicar e das novas linguagens audio-visuais, ocorrida nas últimas décadas, todas as instituições educativas de nível médio ou superior, devem assumir o repto de bem formar os jovens e adultos para a integração na vida activa e uma maior participação na sociedade civil.
Assim, penso que a designada "Sociedade de Informação" exige novos modelos de ensino-aprendizagem num quadro tecnológico, cultural e social bem diferenciado do de há apenas duas décadas atrás. Neste quadro, as exigência impostas às bibliotecas escolares são muito maiores e bem diferenciadas: o acesso a bases de dados, a navegação hipertextual, a interactividade, as apresentações multimédia são também meios de formação essenciais aos jovens nos nossos dias. A escrita e a leitura também passam por ai... Ao invés da biblioteca escolar tradicional ser um espaço de reserva dos manuais escolares e meia dúzia de obras de referência raramente consultadas, ela deve promover a aquisição das novas competências de leitura complementares das formas tradicionais. Por tudo isto, considero muito bem-vinda a figura do professor-bibliotecário, desde que reuna as competências tradicionais de bem ensinar a ler e a escrever, mas igualmente esteja apto a bem ensinar a manipular os recentes meios de informação e conhecimento. Para tal exige-se formação vocacionada dos agentes educativos por forma a promover uma alfabetização adequada à sociedade contemporânea. Urge a mudança de paradigma do professor e, consequentemente, do professor-bibliotecário.8

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