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Quinta-feira, 17 de Maio de 2007

BIBLIOTECA ITINERANTE (2)

Permitam que em vez de responder singularmente ao comentário de Maria Helena, lhe dê merecido destaque.

 

 

“De maria helena a 17 de Maio de 2007 às 08:57

É sempre uma óptima ideia recordar o mais emblemático serviço prestado pela Gulbenkian, com maioria de razão neste ano em que aquela instituição comemora 50 anos de existência. Deveria ser feita, por todo o país, uma recolha de depoimentos de ex-leitores destas bibliotecas itinerantes, uma vez que - e é essa a minha experiência - em sítios e de pessoas completamente improváveis há sempre alguém que começou a ler; que se tornou "leitor compulsivo"; ou que pura e simplesmente encontrou um amigo no "Encarregado da Biblioteca". Saudades do futuro?”

 

 

Lembrar o serviço de Bibliotecas Itinerantes, no simbólico momento em que a Fundação comemora 50 anos de existência, não é exercício de saudosismo, mas afirmar o início de um serviço corajoso, inovador e coerente de difusão da leitura.

Até essa data, nunca existiu no país uma politica de leitura pública, apesar de alguns esforços legislativos na monarquia liberal,  na República e com o retrocesso cívico e cultural imposto pela legislação da ditadura.

O princípio de rede de leitura pública no país deve-se a esta primeira iniciativa  e ao seu desenvolvimento para as bibliotecas fixas. (isto será para outra conversa).  

 

 

António Regedor

música: BIBLIOTECA ITINERANTE, Gulbenkian, leitores,
publicado por antonio.regedor às 12:21
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