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Sexta-feira, 13 de Maio de 2005

Editoras, livreiros e alfarrabistas de Portugal...

Sara Maria Brandão Aguiar,
Sónia Patrícia da Silva Monteiro
Alunas do 4º ano de CTDI

É verdade que temos a ideia que cada vez se lê menos no nosso país, e, também temos a ideia que cada vez menos se gosta de ler. Mas, em parte isso não corresponde á verdade, porque temos estudos que nos indicam que os portugueses até vão lendo, o problema da leitura em Portugal é que se lê livros sem qualidade e não se lê por gosto, como acontece nas escolas, que muitas vezes o aluno lê por obrigação.

“Nos últimos dez anos temos vindo a ser confrontados com resultados de estudos nacionais e internacionais sobre a competência e hábitos de leitura que nos apontam todos na mesma direcção: os adultos e jovens portugueses lêem pouco e mal, reforçando a evidência da causalidade recíproca, isto é, quem lê mal, lê pouco e quem lê pouco, lê mal (…), as razões explicativas são várias (…).”
In “Formar leitores: a inversão do círculo”
Inês Sim-Sim


No nosso país existem imensas editoras e livrarias, algumas sem qualidade no que publicam, outras que não têm qualidade de impressão e acabam por tirar o valor ao livro, onde se pode comprar um livro; e, ainda existem as bibliotecas que estão sempre abertas ao público que queira ler um livro, por exemplo. Portanto, dizer que não se tem oferta e qualidade de leitura é completamente disparatado.
Antes de se querer ler ou de se gostar de ler, temos de saber ler, e essa aprendizagem vem desde que somos bebés. Os nossos pais e professores são muito importantes nesse sentido e podem pôr-nos o “bichinho” da leitura desde que estamos na barriguinha da mamã, a aprendizagem continua no pré-escolar, e continua na escola até á idade adulta.
O não querermos que uma criança leia um livro porque achamos que é demais para ela, ou porque ela não vai entender está errado, esse tipo de leitura vai desenvolver-lhe o vocabulário, estimula-lhe a curiosidade e o gosto pela leitura. Neste assunto os professores também devem ter mais tempo para pôr os alunos a ler e introduzir esta temática no programa das disciplinas. É muito importante, porque os livros nunca deixaram de existir e são eternos, sentimentalmente, devido a recordações sentimentais, como apoio escolar, etc. Temos de criar hábitos de leitura desde criança para esse gosto se prolongar até quando forem adultos.
O facto dos adultos dizerem que não têm tempo para ler, não quer dizer que não o façam diariamente, quanto mais não seja o Jornal diário. Mas, se esse hábito lhe for adquirido desde criança, a leitura passa a ser uma necessidade que não vai dispensar.
A associação portuguesa APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros), é uma associação sem fins lucrativos, completamente desvinculada de convicções religiosas e políticas, constituída nos termos da Lei Civil, com sede em Lisboa, a APEL tem Personalidade Jurídica e exerce, nos termos legais, funções de interesse público. Compete à APEL defender os interesses dos seus associados, nomeadamente dando parecer sobre os assuntos da sua especialidade sempre que consultada; promovendo a elaboração de regulamentos orientadores da actividade editorial, distribuidora e livreira; estudando a situação, condições e necessidades das actividades por ela representadas com vista a promover o seu desenvolvimento; contribuindo para a elaboração ou aperfeiçoamento da legislação dos sectores que representa.
A APEL é membro da União Internacional de Editores (UIE), da Federação Europeia de Livreiros (FEE) e é um dos membros fundadores da Federação dos Editores Europeus (EBF).A APEL organiza, desde 1931, Feiras do Livro, apoia a sua realização em diversas localidades do país; promove a representação da edição portuguesa em diversos certames internacionais dedicados ao livro, designadamente Frankfurt, Bolonha, S. Paulo e Rio de Janeiro; publica anualmente um Estudo sobre os Hábitos de Leitura em Portugal; promove a realização de cursos de formação para livreiros; aconselha os associados que pretendem candidatar-se aos apoios comunitários ou nacionais para o desenvolvimento das suas empresas; disponibiliza aos seus associados toda a informação sobre a adopção de livros escolares recebida dos estabelecimentos de ensino; assegura aos seus associados consultadoria jurídica sobre matérias do sector presta informações bibliográficas ou outras relativas aos seus associados, e disponibiliza este serviço nas Feiras Nacionais e Internacionais em que participa, propondo-se alargar tais informações aos certames regionais, também edita, através do seu Centro de Documentação Bibliográfica (CDB), o CD-ROM "Livros Portugueses", onde se faz o recenseamento dos livros editados em Portugal, bem como dos editores portugueses., e, é, desde 1988, a agência nacional do sistema International Standard Book Number (ISBN).
Apresentamos de seguida o site da APEL onde podem consultar todas as Editoras, Livreiros e Alfarrabistas de Portugal:

www.apel.pt
publicado por antonio.regedor às 15:25
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