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Domingo, 9 de Abril de 2017

rua de Sant’Ana

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“Falte-te, é verdade, ó nobre e histórica rua de Sant’Ana, faltate já aquele teu respeitável e devoto arco, precioso monumento da religião de nossos antepassados, e que, certo é, mais te vedava a pouca luz do céu “material” que tuas augustas dimensões deixam penetrar, mas era ele em sim mesmo, foco da espiritual luz de devoção que ardia no bendito nicho consagrado à gloriosa santa do teu nome.” Garret, Almeida - O Arco de Sant´Ana,

Desde o esboçpo e a publicação do 2º volume distam 19 anos.
Começa a ser escrito à época do cerco do Porto, após o desembarque liberal de 1832. Apresenta-se como sendo a cópia de um manuscrito acgado no convento dos grilos por um soldado do Corpo Académico, pseudo autor. Esta fórmula era usada pelos autores romanticos para imprimir veracidade à ficção.
Na realidade almeida Garrett foi alistado no Batalhão Académico aquartelado no Convento dos Grilos. Aí concebeu o romance para passar o tempo. O romance foi interrompido, e só em 1844 concluiu o 1º volume.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:00
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