.posts recentes

. Ensino Superior. Ranking

. ALMARAZ E OUTRAS COISAS M...

. DÍVIDA E SOMBRA

. Cinema e literatura, as i...

. A paisagem pertence a que...

. A tua citação preferida

. Ele, O Livro. Transforma-...

. Folio

. Escritaria

. Financeirização do proces...

.arquivos

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Terça-feira, 16 de Agosto de 2016

Informação em Pauta

cover_issue_294_pt_BR.png

 

 

Informação em Pauta é um periódico científico eletrônico do Departamento de Ciências da Informação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal do Ceará (DECINF/PPGCI/UFC), disponível em Open Access no Serviço de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER).

A Informação em Pauta tem como objetivo divulgar trabalhos que contribuam para o desenvolvimento e fortalecimento da Ciência da Informação, Biblioteconomia e áreas afins, incentivando a produção de novos conhecimentos.

Com periodicidade semestral, o periódico publica contribuições inéditas em três idiomas: português, espanhol e inglês. As avaliações são realizadas às cegas, pelo Conselho Editorial e pelo Conselho Consultivo, e o fluxo de submissão é contínuo. Os artigos compreendem todas as modalidades dos estudos da área de Ciência da Informação, mas eventualmente algumas edições podem lançar edições especiais que tratem de temas mais específicos da área de estudo em questão.

 

publicado por antonio.regedor às 17:54
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
|
Domingo, 14 de Agosto de 2016

magister dixit vs diálogos permitidos

image.jpg

 

São Tomás de Aquino: “Teme o homem de um só livro”.

Acabei há pouco de ler o livro: “A oficina dos livros proibidos: o conhecimento pode mudar o mundo” de Eduardo Roca,  cuja acção se desenvolve no século XV,  abordando, ainda que tangencialmente,  a relação professor aluno e o afastamento do modelo do “magister dixit”.  É dedicado “àqueles que sonham e tornam possíveis os sonhos de outros” e inicia com uma citação de São Tomás de Aquino: “Teme o homem de um só livro”. O trecho que considerei interessante, do ponto de vista do paradigma que uso no ensino,  aparece no livro da seguinte forma:  “Tu sabelo bem, Johann, que tens assistido a alguma das minhas aulas. A propósito, aparecei lá quando vos aprouver visitar-me, tu e esse tal Lorenz. Sim, no diálogo, não só aprende o aluno como o docente. As opiniões que surgem enriquecem a todos, e as perguntas e dúvidas do aluno obrigam o professor a aprofundar mais o seu conhecimento, e estruturar o pensamento, a prevenir-se de possíveis falhas que pode haver nas suas teorias e a ver  como resolvê-las.”p. 252. Roca, Eduardo – A oficina dos livros proibidos: o conhecimento pode mudar o mundo. Trad. Oscar Mascarenhas. Barcarena: Marcador Editora. 2013. Original  de 2011, Ed. Planeta Madrid

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 11:32
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 13 de Agosto de 2016

Bibliografia

homepageImage_pt_BR.jpg

A InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação é uma revista semestral da USP-Ribeirão que se dedica à divulgação especializada na área informacional, publicando principalmente pesquisas originais, como também documentos especiais, traduções e resenhas.

Publicou agora uma edição especial  o V. 7 (2016) dedicada à arte da bibliografia

O seu endereço é: http://www.revistas.usp.br/incid/

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 20:06
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 11 de Agosto de 2016

Poesia lida em silêncio ou em público?

Lendo poesia Onda Poética Espinho.jpg

Qual a leitura de  poesia? Poesia lida e interpretada pelo ‘diseur’ ou poesia lida em silêncio. Poesia lida ou declamada? Teatralizada?  E qual o lugar da poesia? O auditório formal, silencioso atento ou adormecido do salão? Ou a leitura confrontada com o barulho dos copos no bar? Ou a leitura, que não se ouve, quando sentado no cadeirãoe banhado  pela luz do candeeiro  de foco dirigido?

Em entrevista ao Jornal I a propósito dos 20 anos da revista DiVersos, José Carlos Marques levanta estas interessantes questões.  

“Nunca como hoje terá havido tantos bares, cafés, autarquias, a promover leituras ou declamação de poesia. Da parte das autarquias há mesmo várias que organizam Festas da Poesia. Mas a isso não corresponde um interesse equivalente em ler poesia publicada em livros ou revistas específicas — ou pelo menos em comprá-los.

Creio mesmo que a poesia lida silenciosamente é hoje um género próprio que não se confunde com a poesia (até a dos mesmos poemas!) lida ou declamada em público. Quando dita e gravada pelos próprios poetas, ressalta por vezes a enorme diferença entre a musicalidade da leitura silenciosa que apenas se adivinha e, quando acontece, a leitura quase estropiada pelo próprio criador que aparentemente não faz juz à qualidade que certamente existiria no que seria a leitura silenciosa.” José Carlos Marques. Jornal I.  Agosto 2016

http://ionline.sapo.pt/artigo/519065/diversos-fazem-20-anos-os-cadernos-brancos-com-versos-de-todo-o-mundo?seccao=Mais_i

 

António Regedor

tags: ,
publicado por antonio.regedor às 00:45
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 10 de Agosto de 2016

Vinte Anos de DiVersos – Poesia e Tradução

div24.jpg

 

O Jornal I entrevista José Carlos Costa Marques, editor da publicação em série “DiVersos – Poesia e Tradução” que está no seu vigésimo ano de existência.

A DiVersos surge em 1996 por  proposta do poeta e tradutor Manuel Resende a três colegas – Carlos Leite, Jorge Vilhena Mesquita e José Carlos Costa Marques.  Contou com a ajuda muito próxima de José Lima que ainda hoje a acompanha. O grafismo da capa do primeiro número é da autoria de  Vasco Rosa e  ainda hoje se mantém com ligeiras alterações.  

Manuel Resende, que foi quem lhe deu o nome e a editou até ao n.º 3

Em 20 anos foram feitos 24 números e publicados centenas de poetas, de variadas línguas.  Desde há 4 anos que a DiVersos não tem distribuição comercial. Tem um público mais ou menos fidelizado que a recebe por assinatura. O número mais recente, o 24, tem 204 páginas. A assinatura pode ser pedida para o mail: contacto@sempreempe.pt.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 19:51
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 9 de Agosto de 2016

“A Oficina dos livros proibidos”.

images.jpg

 

Eduardo Roca, Catalão, escreve “A Oficina dos livros proibidos”. Mais um romance histórico. Este no seculo XV. Um romance que imagina a passagem da oficina de cópia para a tipografia. A cópia feita por laicos de livros que já não são apenas religiosos. Desde o século XII-XIII que a cópia de livros deixou de ser feita exclusivamente nos scriptórios monásticos. A Universidade precisava de muitos livros, a cópia passou “à pecia”. Mas no século XV, período em que decorre a acção do romance,  a necessidades  de livros é enorme. A invenção da tipografia poderia ter sido como é apresentada no livro de Eduardo Roca. O “incunábulo” pode não apenas ter sido uma cópia de uma estética valorizada  e de um valor patrimonial a preservar. Pode ter sido igualmente, como sugere  o romance, uma forma  de ocultação de uma técnica mais rápida e mais económica de produção do livro que convinha camuflar. A referência aos livros proibidos tem a ver com o enorme mercado do livro sem as licenças régias e religiosas que sempre aconteceu. E todo este ambiente da passagem da cópia manuscrita à tipografada é acompanhado de uma sensibiliade  amorosa, sentimental, envolvente a  todo o romance.  Todo o livro é ternura.

 No romance há um grupo heterogéneo que procura o conhecimento. Um professor universitário, um livreiro, um ourives copista, um padre de paróquia. “Ah, meus amados antigos helenos!Sabíeis que usavam o teatro para ensinar e educar o povo sobre questões políticas? Nada que ver com estes nossos tempos, onde apensa se procura manter a populaça entretida, ocupando a sua cabeça com idiotices que lhe embotam a mente...” pagina 252. De como o novo modo de pensar se afasta do ‘magister dixit’. “Tu sabelo bem, Johann, que tens assistido a alguma das minhas aulas. A propósito, aparecei lá quando vos aprouver visitar-me, tu e esse tal Lorenz. Sim, no diálogo, não só aprende o aluno como o docente. As opiniões que surgem enriquecem a todos, e as perguntas e dúvidas do aluno obrigam o professor a aprofundar mais o seu conhecimento, e estruturar o pensamento, a prevenir-se de possíveis falhas que pode haver nas suas teorias e a ver  como resolvê-las.”p. 252.

A letra de forma seguiu o padrão da pena do copista. “À medida que percorria as linhas, o rosto ia-se luminando.

- A cópia é fabulosa, as letras são nítidas e regulares...Parecem dignas de um grande copista, mas... fizeste-as com a máquina, não é verdade?

Lorenz seguiuo dedo do livreiro, que apontava para a prensa. Sem poder esconder a satisfação, sorriu.” P. 430

Roca, Eduardo – A oficina dos livros proibidos: o conhecimento pode mudar o mundo. Trad. Oscar Mascarenhas. Barcarena: Marcador Editora. 2013. Original  de 2011, Ed. Planeta Madrid

 

António Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 23:50
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Novembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
16
17
18
19
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Tanto tempo e tão pouco ...

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds