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Sexta-feira, 18 de Março de 2016

A Noite não É Eterna

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De Ana Cristina Silva li “A Segunda Morte de Anna Karénina” que me surpreendeu pela escrita e pela abordagem do tema foco do livro. De seguida passei à “Crónica do Rei Poeta Al-Mu’Tamid” por referir  temas do meu  interesse particular. A poesia; A cultura Islamica medieval.

Agora acaba de ser colocado em banca “A Noite não é Eterna”  e que a autora rfere como: “O meu novo romance nas horas extraordinárias”. E não é de espantar que o diga. Em Portugal, o mercado editorial é muito pequeno.  Baixo índice de leitura, poucos leitores, reduzida capacidade de colocação das pequenas editoras, concentração do mercado editorial, fraca capacidade de promoção dos autores portugueses no estrangeiro e venda de direitos de tradução, mercado da língua muito reduzido.  Nestas circunstâncias  poucos são os autores que conseguem sobreviver apenas da escrita.

Neste título, “A Noite não É Eterna”, a acção decorre nos anos de chumbo da Roménia, sob o jugo do ditador Nicolae Ceausescu.

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:55
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Quarta-feira, 16 de Março de 2016

Editoras, Especialização, Nichos de Mercado

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Especialização de Editoras, em temámitas com nichos de mercado definido

Como que em contraponto à tendência de concentração editorial, surgem pequens novas editoras especializadas e focadas em nichos de mercado definido e nalguns casos estruturado. A grande editora conglomerado de marcas editorias  visa a venda do livro como mercadoria de grande rotação independentemente do tema, da qualidade da improtância cultural ou social.

Abrem-se assim alguns  espaços deixados livres no mercado editorial pelas grande editoras.

Já há vários anos tinha reparado no fenómeno particular da editira TREA que deslocalizada na pequena cidade de Gijón nas Astúrias tinha o seu caálogo focado em títulos de biblioteconomia, documentação e arquivo.  Recentemente o jornal público no seu suplemento P3 dá conta de várias editoras de arquitectura. http://p3.publico.pt/cultura/arquitectura/19909/cinco-editoras-portuguesas-que-andam-com-arquitectura-costas

No texto do P3, da autoria de Amanda Ribeiro dão-se contas das seguintes editoras especializadas em Arquitectura:

A+A Books

Começou por livraria há vinte anos fundada por Maria Melo e evoluiu para editora biling.

 

Dafne

Com quinze anos fundada pelo arquitecto Domingos Tavares. Edita dois a seis títulos por ano com tiragens de cerca de mil exemplares.

 

NOTE

 Fundada pela arquitecta e curadora Bárbara Silva

 

Circo de Ideias

Nasceu no Porto em 2008 como associação sem fins lucrativos fundada por Pedro Baía, Joana Couceiro, Magda Seifert e Gonçalo Azevedo, Em 2014 abriram, no Bairro da Bouça,  uma livraria especializada em Arquitectura. No Bairro, que é um desenho de Siza Vieira, há vários escritórios de arquitectura e concentra como moradores um significativo número de arquitectos.

 

Monade

Fundada pelos arquitectos João Carmo Simões e Daniela Sá,

 

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 14:45
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Domingo, 13 de Março de 2016

Televisão 1 Livros 0

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A quatro de Setembro de 1956 inicam-se as emissões experimentais de televisão em Portugal. Passaram a emissões regulares a sete de Março do ano seguinte.  A Televisão em Portugal  chega antes do livro e da leitura.  Por esta altura a taxa de analfabetismo era enorme, quase 35% da população. (Regedor, 2014)  O regime de ditadura tinha reduzido a escolaridade obrigatória a três anos. O primeiro grau do ensino primário. Só tinha de fazer o segundo grau quem continuasse os estudos. E muito poucos o faziam. Também à época podiam ser professores do ensino primário pessoas apenas com a quarta classe. Tempo cinzento, de pé descalço, do tempo das ilhas sem luz, sem aquecimento nem água calanizada.  A televisão vem deslumbrar uma população que nunca se tinha deslumbrado com os livros. Nem com a leitura da Biblia como acontecia no mundo protestante. Assim,  “dois anos depois do início das emissões de televisão em Portugal, a 4 de Setembro de 1956, na Fundação Calouste Gulbenkian iniciava-se um novo serviço de educação, de acordo com a vontade testamentária do seu fundador, Calouste Sarkis Gulbenkian”. (Regedor, 2014: 93)   É uma entidade privada que presta o serviço público da leitura, enquanto a administração pública se preocupa com a televisão como instrumento ideológico, de formatação de gostos e consciências, programação  e manipulação da opinião pública.

Em 1958, da sede da fundação, em Lisboa, partiam as primeiras carrinhas com cerca de três mil (3.000) livros cada uma. Iniciava-se assim o Serviço de Bibliotecas Itinerantes da FCG. (Regedor , 2014). Assim começou a construir-se uma rede nacional de leitura pública em Portugal, coisa que nunca na história do País tinha existido.  Durou até 2002. Entretanto em 1986 dáse o primeiro passo para a criação da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas da responsabilidade conjunta da Administração Central e Local. Doze anos após a instauração da democracia.  A televisão que chegou primeiro, ganhou distãncia, criou hábitos, ainda hoje ganha ao livro. O tempo corre diferente, tal como em Aquiles que não consegue alcançar a  tartaruga.

 

Regedor, António Borges - Bibliotecas, Informação, Cidadania. Políticas Bibliotecárias em Portugal. Séculos XIX-XX,  I volume . Porto: Universidade Fernando Pessoa. 2014 http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/4291/1/PhD%20_Volume%20I%5B1%5D-VF.pdf

publicado por antonio.regedor às 21:42
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Sexta-feira, 11 de Março de 2016

Rede Nacional de Bibliotecas Públicas

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Hoje, dia 11 de Março, passam 30 anos sobre a data do despacho que viria a dar origem à Rede Nacional de Bibliotecas Públicas assinado pela  Secretária de Estado da Cultura, Drª Teresa  Gouveia. O Programa avançou a partir de 1987 , dotando, até aos dias de hoje, 213 concelhos com Biblioteca Municipal  integrada na Rede Nacional de Bibliotecas Públicas

A propósito registo três passagens da minha tese com referências a Luís Cabral, Henrique Barreto Nunes e Joaquim Portilheiro, que considero os teóricos da RNBP.

“Em texto datado de 1982, mas publicado apenas em 1999, Luís Cabral (1999)65 analisa

o contexto das bibliotecas à época  p.143 Este texto data de 1982, altura em que Luís Cabral realizou o Master of Arts in Librarianship na Leeds Polytechnic School of Librarianship (UK). Segundo o próprio,  o texto serviu para o trabalho que conjuntamente com Henrique Barreto Nunes e Joaquim Portilheiro apresentaram em 1985 ao Congresso do Porto e intitulado: “Bibliotecas e leitura pública em tempo de mudança”. (Regedor 2014: p. 143)

 

“Entre 31 de Janeiro e 4 de Fevereiro de 1983, o Instituto Português do Livro (IPL)

realizou em Lisboa, com a colaboração da APBAD, sessões de um seminário que

contou com a presença de Jean Tabet, reputado bibliotecário francês. O seminário teve a

faculdade de promover a sensibilização da opinião pública e advertir o governo e as

autarquias para a inexistência de uma verdadeira prática de leitura pública no país.

Deste seminário saiu o conhecido manifesto intitulado “A Leitura Pública em Portugal-

Manifesto”, da responsabilidade de Cabral, Nunes e Portilheiro (1983)61.” (Regedor 2014: p.127)

“Em 1985, Nunes, Portilheiro e Cabral apresentam uma comunicação no Congresso da

APBAD, publicada no ano seguinte, onde referem setenta (70) concelhos com

bibliotecas municipais62 (Nunes, Portilheiro, Cabral, 1986: 8).” ( Regedor, 2014: p.128)

Regedor,  António Borges - Bibliotecas, Informação, Cidadania. Políticas Bibliotecárias em Portugal. Séculos XIX-XX,  I volume . Porto: Universidade Fernando Pessoa. 2014 http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/4291/1/PhD%20_Volume%20I%5B1%5D-VF.pdf

publicado por antonio.regedor às 14:20
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Quarta-feira, 9 de Março de 2016

Jornalismo. Comunicação e validação da Informação

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Stieg Larsson – A Rainha no Palácio das Correntes de Ar , é o terceiro livro de uma quadrilogia unidos pelo nome de série: Millennium. É um bestseller bem escrito e que nos agarra à leitura. Começamos volitivamente a leitura e acabamos compulsivamente. As aventuras decorrem  na forma de investigação  jornalística. E se o livro não tivesse qualquer outro motivo de interesse, ele seria sempre marcante por descrever da página 244 à pagina 249 a forma como se faz nos media a fuga de informação, a contra-informação, a intoxicação e manipulação da opinião pública, através do mau jornalismo onde até a figura do estagiário, precário, talentoso e ingénuo, incompetente por não respeitar as regras básicas da comunicação que é a verificação do grau de veracidade da informação.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 10:09
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Domingo, 6 de Março de 2016

XII Jornadas APDIS,

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A APDIS – Associação Portuguesa de Documentação e Informação de Saúde convida-vos a participar nas XII Jornadas APDIS, subordinadas ao tema INVESTIGAÇÃO, INOVAÇÃO, INTERVENÇÃO: Partilha de conhecimento em saúde, que se realizam naUniversidade de Coimbra, de 20 a 22 de Abril de 2016.

Estão entre os  temas a tratar: Gestão de dados científicos; Autopublicación; Dispositivos móveis na Comunicação em saúde; Telemedicina; Comunicação e literacia em saúde.

A Bibliometria está presente com comunicações sobre: “Avaliação de revisões sistemáticas sobre amamentação e saúde da criança a partir de um estudo bibliométrico”; “Citações e fator de impacto não refletem relevância clínica da informação em saúde” e ainda “Caracterização da amostra portuguesa da área da saúde indexada na Scopus”

publicado por antonio.regedor às 22:40
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Quinta-feira, 3 de Março de 2016

Biblioteca e Cidadania

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A Biblioteca a fazer serviço público, como ferramenta de literacia para a cidadania

publicado por antonio.regedor às 18:03
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Terça-feira, 1 de Março de 2016

O que fazem os profissionais de informação

Isto é o que fazem os profissionais de informação. Faz parte de nós

publicado por antonio.regedor às 18:47
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