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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
Comunicações sobre Bibliotecas Digitais

No sitio http://www.uca.edu.ar/index.php/site/index/es/universidad/biblioteca/biblioteca-digital/jbdu/programa/

Estão disponíveis as comunicações da /ª Jornada sobre Bibliotecas Digitais realizada na Universidade Católica Argentina.

 

 

 

Uma das comunicações é de  Inês Kolbe sobre Bibliotecas Digitais e direitos de propriedade intelectual. O exemplo da “Europeana”

Está em http://www.uca.edu.ar/uca/common/grupo27/files/5.pdf



publicado por antonio.regedor às 18:36
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Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Professor-Bibliotecário II

A propósito do comentário da colega que escreveu: "Eu sou professora profissionalizada e de momento estou a terminar o Mestrado em Ciências da Informação e da Documentação"..."."Não estou, no entanto, em nenhum quadro de escola, nem sei se alguma vez estarei.
Tenho a certeza é que poderia desempenhar muito bem o cargo de professora-bibliotecária, não tendo para isso que retirar tempo à dinamização da biblioteca para fazer formação na área."

 

Gostaria de esclarecer duas questões que têm a ver com a formação específica em Biblioteca Escolar:

-O Bibliotecário Escolar deverá ter ao nível da formação específica de bibliioteca, a mesma formação que se requer para qualquer outro tipo de biblioteca;

-O que me parece vantajoso, e nisso estou de acordo, é que se acumule também a competência pedagógica de modo a enriquecer e potenciar o trabalho na biblioteca escolar.

Daí que considere que só deverá haver professores-bibliotecários com formação em Ciências da Informação e Documentação.

 

António Regedor



publicado por antonio.regedor às 15:01
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Terça-feira, 7 de Julho de 2009
O comentário de Armanda Quintela

"Após a abertura deste concurso - caso não concorra ninguém para o lugar - o lugar é assegurado por outro professor dessa escola que pode não ter qualquer formação específica na área de Biblioteca. Apenas se deve comprometer a frequentar acções de formação nessa área.
Isto é, no fundo a ideia é excelente, mas na realidade poderá permanecer tudo na mesma". Armanda Quintela

 

Estou de acordo com a preocupação de Armanda Quintela:

Na verdade admitir que se pode ser professor-bibliotecário sem qualquer formação, é insistir no voluntarismo e na falta de rigor.

Dabemos que há muitos professores com formação em Ciências da Informação e Documentação ao nível da Licenciatura, Especialização/Pós-graduação e Mestrado. Há várias Universidaes e Politécnicos a formar nesta área. Não vemos razão para que não seja feita a exigência da formação específica para se ser professor-bibliotecário.

 

António Regedor



publicado por antonio.regedor às 19:16
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Resposta a comentário de Ze

"De ze a 1 de Julho de 2009 às 00:27

Uma parte de mim concorda, outra nem tanto: porque será que essas formações continuam a ignorar a especificidade das bibliotecas escolares, das redes de bibliotecas escolares, até, não raro, das biblioteca públicas e da gestão de parcerias? Mesmo tendo tantas vezes professores como alunos?"

 Agradeço o comentário e julgo que se refere às formações académicas. Posso aceitar que haja ainda alguma insuficiência no desenvolvimento de estudos sobre B.E..

No entanto devemos ter em conta que a abordagem das B.E. se faz em várias cadeiras e áreas da licenciatura e por maioria de razões o tema pode ser abordado nas formações pós-graduadas que como sabe são também muito influenciadas pelos interesses específicos dos formandos.

Eu próprio tenho orientado estágios em Bibliotecas Escolares.

António Regedor

 



publicado por antonio.regedor às 23:32
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PROFESSOR-BIBLIOTECÁRIO

A Rede de Bibliotecas Escolares foi lançada em 1996. Curiosamente 10 anos após o início da Rede de Bibliotecas de Leitura Pública.

No lançamento da RBE não foi feita de imadiato a exigência da colocação de um bibliotecário ou de um professor bibliotecário na Biblioteca.

Ao fim destes 10 anos a Ministra da Educação vem finalmente anunciar a intenção de instituir o cargo de professor bibliotecário nas escolas.

É o reconhecimento de uma necessidade, e consequentemente de uma lacuna que dura já há dez anos.

Durante estes 10 anos as bibliotecas foram geridas, melhor ou pior, de forma voluntária e empírica. Estiveram sujeitas ao bom senso, à boa vontade, à boa disposição de professores. Na maior parte dos casos, os professores sem formação específica, foram-se socorrendo de formações de curta duração e de aconselhamento e apoio dos SABE (serviços de apoio às bibliotecas escolares) realizado pelas bibliotecas públicas.

Já por diversa vezes afirmei a necessidade de as bibliotecas escolares serem orientadas tecnicamente por um especialista em ciência da informação.

É indiferente que a designação seja "bibliotecário" ou "professor bibliotecário". O importante é que seja um elemento com formação específica em Ciências da Informação e Documentação. E a formação nesta área científica é feita neste momento ao nível da Licenciatura, da Pós-Graduação e Mestrado. Não há razão para que os bibliotecários escolares não tenham uma destas formações académicas.



publicado por antonio.regedor às 00:03
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Livro Digital

Hoje, ao terminar a Feira do Livro, fui fazer a minha última visita.

Comprei livros para mim e para oferecer.

Ainda comprei livros em papel.

Comprei um a três dimensões. Dos que se abrem e se desdobram as figuras.

E comprei um em CD-ROM. "A aventura do Corpo Humano".

Este ano ainda foi assim. Como será para os próximos anos?

Terei menos livor em papel e mais em digital?

Terei menos livros de abrir, fazer mexer as figuras, mudar de côr puxando por uma fita ou já só terei CD-ROM?

Como  vai evoluir o livro?



publicado por antonio.regedor às 00:03
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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
MESTRADO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO NA UFP

A Universidade Fernando Passoa tem na sua oferta formativa uma Pós-graduação em Ciências da Informação e Documentação há dez anos.

A evolução desta área científica e da profissão levaram à abertura neste ano lectivo de um Curso de iº ciclo. A Licenciatura em Ciência da Informação e Documentação que é actualmente ministrada aos primeiros alunos na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa.

No próximo ano lectivo abre o Mestrado em Ciências da Informação e Documentação. Os alunos que fizeram a sua pós-graduação na UFP, vão poder continuar os estudos para a obtenção do grau de Mestre.



publicado por antonio.regedor às 19:05
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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
concurso para Chefe de Divisão.

Recebi um pedido de divulgação de um anúncio de concurso para  Chefe de Divisão.  

 

 

 

 

 

Aviso n.º 9326/2009

Procedimento concursal de selecção para recrutamento

de um dirigente intermédio de 2.º grau

para a Divisão de Bibliotecas e Arquivos (DBAR)

 

Diário da República, 2.ª série — N.º 89 — 8 de Maio de 2009

 



publicado por antonio.regedor às 23:54
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Terça-feira, 5 de Maio de 2009
Faleceu o Joaquim Mestre

 

 

 

Conheci o Mestre há vários anos nas reuniões da Rede.

O Mestre teve uma forma de trabalhar inivadora nas bibliotecas.

Cheguei mesmo a promover uma viagem de estudo com os funcionários da biblioteca de espinho e da Bibliotecas de Ovar para vermos a biblioteca de Beja.

Para vermos os pequenos truque do sucesso como a colocação das novidades "ao molho" em cima da mesa redonda, ou a abertura até às 11 horas da noite, o que lhe garantia o ponto de passagem entre o jantar e o bar ou discoteca.

Nas minhas passagens por Beja era o meu local escolhido para ler o jornal, beber uma cerveja, refrescar do calor e intervalar a viagem.

Estive a última vez com o Mestra, na biblioteca de espinho, aquando da apresentação do seu livro " o perfumista".

Tenho o livro na estante, em Trás os Montes, e o autor na memória.



publicado por antonio.regedor às 16:27
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Quinta-feira, 2 de Abril de 2009
POST AZEDO E POLITICAMENTE INCORRECTO

 

 
 
Dia Internacional do Livro Infantil.
 
Não dei conta.
Recebi o mesmo poema comemorativo enviado por três bibliotecas.
Não tive notícias de outras iniciativas.
Presumo que o governo e o Sr. Sócrates ande muito ocupado com a promoção do “magalhães” e não lhe sobre tempo para promover o livro.
Antigamente havia o livro único, hoje há o “magalhães” único, com a ortografia única, os conteúdos únicos, os jogos únicos, os programas únicos, o hardwere único, o softwere único.
Costumava dizer que no tempo do livro único, as bibliotecas não existiam porque os outros livros ou eram desnecessários ou eram dos contrários.
Agora digo que com o “magalhães” haverá quem considere os livros desnecessários ou dos contrários.
O Instituto do Livro e das Bibliotecas foi reduzido a repartição administrativo. Não temos dúvida que é uma nítida redução da sua capacidade de promoção do Livro e das Bibliotecas.
O Programa de dotar o País de uma rede de Bibliotecas de Leitura Pública ficou-se pela metade. Dessa metade uma boa parte está esquecida, abandonada, sem iniciativa, moribunda. Os seus desempenhos estão muito abaixo do que seria expectável, do que recomenda o “Manifesto da Unesco para a Leitura Pública” daquilo que deveria ser a sua missão e intervenção cívica, daquilo que se esperaria no combate à iliteracia.
Isto para evitar falar no fracasso do que são as bibliotecas escolares.
O Dia Internacional do Livro Infantil foi um poema.

 

 

António Regedor



publicado por antonio.regedor às 17:20
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