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Terça-feira, 15 de Maio de 2012
Sistema de Identificador de Objecto Digital

ISO 26324: 2012 de Informação e Documentação que regula o
Sistema de Identificador de Objecto Digital (DOI

 

Digital object identifier
(DOI) becomes an ISO standard

2012-05-10

A
new International Standard that provides a system for assigning a unique
international identification code to objects for use on digital networks is expected
to bring benefits for publishers, information managers, multi-media
distributors, archive and cultural heritage communities, and the internet
technology industry.

Published
by ISO (International Organization for Standardization), ISO 26324:2012, Information and documentation --
Digital object identifier system
,
is an efficient means of identifying an entity over the Internet and used
primarily for sharing with an interested user community or managing as
intellectual property.

A
DOI name is an identifier of an entity – physical, digital or abstract – on
digital networks. It provides information about that object, including where
the object, or information about it, can be found on the Internet.

Applications
of the DOI system include (but are not limited to) managing information and
documentation location and access; managing metadata; facilitating electronic
transactions; persistent unique identification of any form of any data; and
commercial and non-commercial transactions.

"Unique
identifiers (names) are essential for the management of information in any
digital environment,” said Dr. Norman Paskin, Managing Agent of the
International DOI Foundation, and Convenor of the ISO group that developed the
standard. “Hence the DOI system is designed as a generic framework applicable
to any digital object, providing a structured, extensible means of
identification, description and resolution.”

“The
DOI system is designed for interoperability: that is to use, or work with,
existing identifier and metadata schemes. DOI names may also be expressed as a
URL, an e-mail address, other identifiers and descriptive metadata.”

ISO
26324:2012 gives the syntax, description and resolution functional components
of the digital object identifier system. It also gives the general principles
for the creation, registration and administration of DOI names.

The
DOI system was initiated by the International DOI Foundation (a not-for profit
member-based organization initiated by several publishing organizations) in
1998. The International DOI Foundation is the Registration Authority for ISO
26324. To date, some 60 million DOI names have been assigned to date, through a
growing federation of Registration Agencies around the world.

More
information is available on the Website of the International DOI Foundation,
including a list of frequently asked questions: www.doi.org

ISO
26324:2012, Information and
documentation -- Digital object identifier system
,
was developed by ISO technical committee ISO/TC 46, Information and documentation, subcommittee
SC 9, Identification
and description.
It is available from ISO
national member institutes (see the complete list
with contact details). It may also be obtained directly from the ISO Central
Secretariat, price 92 Swiss francs respectively through the ISO Store
or by contacting the Marketing, Communication & Information department.

 



publicado por antonio.regedor às 00:13
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Terça-feira, 8 de Maio de 2012
O Pessimismo Nacional (1907-1908) Manuel Laranjeira.

O Pessimismo Nacional (1907-1908) Manuel Laranjeira.

Acabo de comprar o volume da publicação dos quatro textos
que Manuel Laranjeira publicou entre Dezembro de 1907 e Janeiro de 1908 no
jornal “O Norte”. Publicação em fascículos na primeira página como era usual à
época. O “Pessimismo Nacional”, agora publicado em monografia é da editora
Opera Omnia e prefaciado por Miguel Real.

Para  promover a
vontade de o ler, apenas cito das palavras de Manuel Laranjeira: “ num país
onde a inteligência é um capital inútil e onde o único capital deveras
produtivo é a falta de vergonha e a falta de escrúpulos”… “parece ser cada vez
mais fúnebre e mais indicativo de que vamos arrastados, violentamente
arrastados por um mau destino, para a irreparável falência e de que nos
afundamos definitivamente.”



publicado por antonio.regedor às 12:54
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Terça-feira, 17 de Abril de 2012
...

 

“Quando nos matam os sonhos” da autoria de Anabela Mimoso

Capa de Eduardo Bettencourt Pinto

 

Acaba de ser posta à venda a segunda edição (revista) da minha novela "Quando
nos matamos sonhos" (para adultos).

editora - http://www.7dias6noites.com/



publicado por antonio.regedor às 10:46
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Sábado, 14 de Abril de 2012
(DES)ACORDO ORTOGRÁFICO

O desacordo criado pelo acordo ortográfico parece durar por muito mais tempo.

A evolução da língua provoca destas coisas.

E como as opiniões deverão continuar a aparecer, decidi deixar aqui o registo daquelas que for encontrando.

Aqui está uma:

 

O Acordo Ortográfico: inútil e
prejudicial

ANSELMO BORGES 14 Abrl 2012 
no Diário de Notícias

 

Escola vem do grego scholê, que significa ócio. Mas este ócio nada tem a ver com preguiça.
Do que se trata é do tempo livre para o exercício da liberdade do pensar, do
aprender e do tornar-se cidadão enquanto ser humano pleno e íntegro, numa
sociedade livre. Sempre pensei - uma das heranças do meu pai - que a escola
deve ser o lugar da saída da ignorância e da opressão, em ordem ao progresso e
à realização plena do ser humano. Lugar de educação e formação.

 

A palavra educação vem do latim: educare (alimentar) e educere (fazer sair, dar à luz,
elevar). Cá está: alimentar e fazer com que cada um/a venha à luz, realizando
as suas potencialidades, segundo o preceito paradoxal de Píndaro: "Homem,
torna-te no que és": o Homem já nasce Homem, mas tem de tornar-se
plenamente humano.

 

Aí está a razão da educação como o trabalho mais humano e humanizador, de tal modo que o
filósofo F. Savater pôde justamente considerar os professores "a
corporação mais necessária, mais esforçada e generosa, mais civilizadora de
quantos trabalham para satisfazer as exigências de um Estado democrático".
Porque o que é próprio do Homem não é tanto aprender como "aprender de outros
homens, ser ensinado por eles".

 

Claro que, assim, sou a favor de uma formação holística. O ser humano não pode crescer
apenas no plano científico e técnico: precisa também da estética, da ética, da
literatura, da filosofia, da música, da história, da geografia, da religião...
Mas julgo que o Português e a Matemática são fundamentais.

 

E é aqui que se coloca a questão do Acordo Ortográfico. Para que serve? Unificar a
ortografia? São tantas as excepções que não se vê unificação! E a Inglaterra
preocupa-se com a unificação do inglês? E ainda não foi ratificado por Angola e
Moçambique. O jornal oficioso Jornal de Angola escreveu mesmo, justificando a
sua não aceitação: "não queremos destruir essa preciosidade (a língua
portuguesa) que herdámos inteira e sem mácula" e: "se queremos que o
português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes de mais, respeitar
a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras. Há coisas
na vida que não podem ser submetidas aos negócios".

ANSELMO BORGES

http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2419561&seccao=Anselmo%20Borges&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco



publicado por antonio.regedor às 11:43
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Quarta-feira, 21 de Março de 2012
Quando vier a Primavera - Alberto Caeiro

Quando vier a Primavera

 

Quando vier a Primavera,

Se eu já estiver morto,

As flores florirão da mesma maneira

E as árvores não serão menos verdes que na Primavera
passada.

A realidade não precisa de mim.

 

Sinto uma alegria enorme

Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.

 

Se soubesse que amanhã morria

E a Primavera era depois de amanhã,

Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.

Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu
tempo?

Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;

E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.

Por isso, se morrer agora, morro contente,

Porque tudo é real e tudo está certo.

 

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.

Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.

Não tenho preferências para quando já não puder ter
preferências.

O que for, quando for, é que será o que é.

 

                                                            
Alberto Caeiro



publicado por antonio.regedor às 15:43
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Quarta-feira, 14 de Março de 2012
Encyclopedia Britannica deixa de ser editada em papel

É dado mais um passo na migração de suporte de uma boa parte
da informação de referência.

Gradualmente as monografias e as séries têm vindo a migrar
para o digital. No início mais lentamente, mas à medida que as novas
ferramentas de leitura se vão vulgarizando, a opção por leitura digital vai
incrementando. Há também a nova postura perante o papel por parte dos nativos
digitais. Estes irão ser determinantes no que acontecerá ao  “livro”. Será mais um capítulo. Afinal já
escrevemos em pedra, em metal, em argila, em madeira, em pano, em papiro, em
pele, em papel, em plástico. Também escrevemos na areia, na casca das árvores,
porque não no “ápeiron”?

 

"Encyclopedia Britannica deixa de ser editada em papel

A
Encyclopedia Britannica vai acabar com a edição em papel e concentrar-se na
Internet e na edição escolar, anunciou o presidente da empresa editora da mais
antiga enciclopédia em língua inglesa, Jorge Cauz.

Segundo
Jorge Cauz, a decisão, apesar de deixar alguns leitores "tristes e
nostálgicos", corresponde a um melhor uso das ferramentas disponíveis,
como o portal da Internet, "atualizado continuamente e com multimédia", explicou em
entrevista ao jornal "The New York Times",

Nenhuma
data foi, no entanto, avançada para tal medida.

Segundo
o diário, a mais recente edição impressa da Encyclopedia Britannica, com sede
em Chicago, nos EUA, data de 2010, sendo formada por 32 volumes, que pesam 58,5
quilos e incluem novos artigos sobre o aquecimento global e o projeto sobre o
genoma humano.

A
Encyclopedia Britannica, cuja primeira edição remonta a finais do século XVIII,
na Escócia, Reino Unido, é a mais antiga enciclopédia publicada em língua
inglesa.

Apenas
uma seleção de artigos tem acesso gratuito na Internet."

Jornal de Notícias [online] 14 Março 2012

 

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=2359909



publicado por antonio.regedor às 14:59
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Domingo, 11 de Março de 2012
ACERVOS PATRIMONIAIS



publicado por antonio.regedor às 18:36
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Sábado, 10 de Março de 2012
ENCONTRO: Acervos patrimoniais: novas perspetivas e abordagens

 

TEMA DO ENCONTRO: Acervos patrimoniais: novas perspetivas e abordagens

DATA: 16 de Março de
2012

LOCAL: Mértola,
Auditório do Parque Natural do Vale do Guadiana

ORGANIZAÇÃO: Campo Arqueológico de Mértola (CAM)

COMISSÃO CIENTÍFICA: Cláudio
Torres, Armanda Salgado, Filipa Medeiros, Paula Rosa, Bruno

Almeida
(Equipa da biblioteca do CAM)

COLABORAÇÃO CIENTÍFICA:

- Instituto
de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade
Nova

de Lisboa
(IEM-FCSH/UNL)

- Mestrado
em Ciências da Informação e Documentação da FCSH-UNL

OBJETIVOS:

1. Fomentar
a discussão e reflexão de problemáticas em torno dos acervos patrimoniais;

2. Promover
o contacto entre acervos patrimoniais;

3.
Impulsionar a investigação no domínio das Ciências da Informação e da
Documentação em

Portugal.

PROGRAMA:

9H00 –
Receção dos participantes

9H30 –
Sessão de abertura:

- Cláudio
Torres, Armanda Salgado, Filipa Medeiros (Diretor do Campo Arqueológico de
Mértola e

Coordenação
da Biblioteca CAM)

- Amélia
Aguiar Andrade (Diretora do Instituto de Estudos Medievais da FCSH-UNL)

- Silvana
Roque de Oliveira (Representante do Mestrado em Ciências da Informação e

Documentação
da FCSH-UNL)

10H00 -
Bernardo Vasconcelos e Sousa (FCSH-UNL)

Do silêncio dos arquivos à defesa e valorização do
património arquivístico

10H30 -
Judite de Freitas (Universidade Fernando Pessoa)

De visita à Biblioteca Particular do Professor José
Mattoso: o que não sabemos e o

que devemos saber

11H00 –
Debate

Pausa para café

11H30 - Biblioteca José Mattoso: organização e divulgação de
uma biblioteca patrimonial

- João
Oliveira

Estratégias e opções de fundo no tratamento documental
(Bibliotecas Municipais de Lisboa -

Hemeroteca
Municipal. Serviço de Digitalização e Imagem)

- Paula
Rosa, Bruno Almeida (Campo Arqueológico de Mértola - Biblioteca José Mattoso)

Etapas do tratamento documental e estratégias de
divulgação e promoção

12H30 – Debate

13H-14H30 -
Almoço

14H30 –
Fernanda Campos (Biblioteca Nacional de Portugal)

Espólios das extintas livrarias religiosas nas
coleções da biblioteca nacional de Portugal: um

(re)encontro

15H00 –
Francisco Vaz (Universidade de Évora)

A Ideia de Biblioteca na Obra de D. Frei Manuel do
Cenáculo

15H30 –
Margarida Sobral Neto (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra /
Coordenação do

Centro de
Estudos de História Local e Regional Salvador Dias Arnaut, Penela)

O Centro de Estudos de História Local e Regional
(CEHLR) Salvador Dias Arnaut:

caracterização, objectivos e missão

16H00 –
Eunice Silva Pinto, Jorge Resende, Paulo Leitão (Biblioteca de Arte da Fundação
Calouste

Gulbenkian)

Da criação à utilização: espólios patrimoniais em
bibliotecas especializadas

16H30 - Debate

17H0 – Sessão de encerramento
por José Mattoso



publicado por antonio.regedor às 09:46
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Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Escrevo para intervir

Luís Norberto Lourenço

Ex-aluno de pós-graduação em Ciêncis da Informação e da Documentação da Universidade Fernando Pessoa, em entrevista à revista livros & leituras

http://www.livroseleituras.com/web/index.php?option=com_content&view=article&id=1213%3Aluis-norberto-lourenco&catid=102%3Aultimas-propostas&Itemid=165&fb_source=message

 



publicado por antonio.regedor às 15:43
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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
O Neo-Realismo em Portugal

O Neo-Realismo em Portugal

 

http://www.esquerda.net/dossier/o-neo-realismo-em-portugal

 

 



publicado por antonio.regedor às 13:03
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