.posts recentes

. Uma Enciclopédia no Ind...

. Pesquisa em Internet

. Hipertexto

. A mercadoria/livro tóxico

. Homens Bons

. Estatísticas e prestação...

. Digital Humanities

. 9th Qualitative and Quant...

. Quinta da Leitura

. Rebooting Public Librarie...

.arquivos

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Outubro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016

Uma Enciclopédia no Index

5781608-M.jpg

“A verdade é que ali estava naquela manhã, na biblioteca da Real Academia Espanhola – ocupo o cadeirão da letra T há doze anos - , parado diante da obra que compendiava a maior aventura intelectual do século XVIII: o triunfo da razão e do progresso sobre as forçs obscuras do mundo então conhecido. Uma exposição sistemática em 72 000 artigos, 16 500 páginas e 17 milhões de palavras  que continha as ideias mais revolucionárias do seu tempo, que chegou a ser condenada pela Igreja  católica e cujos autores e editores se viram ameaçados com a prisão e a morte. Interroguei-me como é que aquela obra, que durante tanto tempo  estivera no Índiced de livros proibidos, tinha chegado ali. ... Estendi as mãos, peguei num deles e abri-o na folha de rosto: Encyclopédie, ou dictionnaire raisonné rdes sciences, des arts et des métiers, par une societé de gens de lettres. Tome premier. MDCCLI. Avec approbation et privilege du roy.” (p.12)

Pérez-Reverte, Arturo – Homens Bons. Alfragide: Asa, 2016

publicado por antonio.regedor às 12:03
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016

Pesquisa em Internet

images.jpg

 

 

“Ao fim de uma dezena de minutos a dedilhar o teclado, teve de se render e sorriu para Joaquim Heliodoro: a verdade, disse, é que ainda há muitos pormenores a que não temos acesso.

Sabe?, interrompeu Joaquim Heliodoro, tenho quase a certeza de que uma pesquisa mais longa e em língua alemã, acabaria por conduzi-lo à resposta, a inha experiência é que encontramos tudo, enfim, quase tudo,  desde que aprendamos onde procurar, ou melhor, através de que palavras e sítios devemos procurar, embora seja impossível encontrarmos as totalidades de que todos os fragmentos fazem parte, porque essas só a experiência e o tempo constroem.

Gomes, Paulo Varela – Hotel. Lisboa: Tinta da China. 2014 pp. 234-235

(Prémio P.E.N. Clube Português de Novelística 2015)

publicado por antonio.regedor às 17:32
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 27 de Setembro de 2016

Hipertexto

image.jpg

 

 

 

O texto remete para a reflexão do hipertexto em dois sentidos. A sua pré-existência no texto que comporta notas de rodapé e explicativas, e a sua versão em internet que pelo surfar nos leva a perder a noção de princípio e fim de texto.

 

“De facto, aquilo que joaquim Heliodoro examinava com mais vagar em livros ou artigos de história, de filosofia, de teoria da literatura, eram as notas de rodapé, de preferência apenas estas, não as de fim de capítulo e menos ainda as notas colocadas no fim da obra, como era hábito nos livros académicos americanos, dificílimas de ler por estarem longe do texto que acompanham, e não constituindo portanto, como Joaquim Heliodoro pensava, a primeira versão do hipertexto, sim, as notas de rodapé são hipertexto, quer dizer, aquele dispositivo que a internet reinventou e aperfeiçoou através do qual todos os conceitos e nomes presentes num texto remetem para outros nomes e conceitos, e assim sucessivamente, numa teia infinita ao longo da qual  o sentido se perde definitivamente, a ponto de podermos facilmente esquecer-nos de como começámos, de onde é que viemos, o que é que queremos, viajando,  sem destino...”

Gomes, Paulo Varela – Hotel. Lisboa: Tinta da China. 2014. Pp. 169

(Prémio P.E.N. Clube Português de Novelística 2015)

 

António Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 11:58
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 25 de Setembro de 2016

A mercadoria/livro tóxico

IMG_7894_0.jpg

 

 

A propósito de uma tal porcaria que anda aí na praça a ser arengada como livro, recordo os estudos de indústria editorial que fiz na Universidade de Salamanca.  Começo por dizer porcaria anunciado como livro, porque o livro já foi outra coisa que aquilo que hoje é, ou não é.  Depende do produto em que nos queremos fixar.  O livro pode ser registo de conhecimento, nota ética, apontamento de património, memória histórica, objecto  literário e mais modernamente produto industrial de consumo de maior ou menos qualidade,  ou mesmo embalagem tóxica.  E no caso de produto comercial de fraca ou reles qualidade, destinado a ser vendido em quantidade, para além da sua produção e camuflagem da qualidade, necessita da promoção.  Aprendi em Indústria Editorial que a venda em massa depende do tema do momento ser controverso ou do interesse irracional, e os  políticos  do momento estão  dentro do parâmetro; ser de ligeireza do tema evitando a reflexão, ponderação, e exigência de forma e conteúdo, e por isso vemos no escaparate livros das mais variadas gentes, disparates e banalidades.  Mas a promoção do livro/mercadoria é ainda mais importante. Ela deve ser polémica. Criar um facto político ou social. Atrair a atenção através de um factos crítico que leva ao impulso da compra por curiosidade, interesse ou voyeurismo.  A polémica atrai a atenção. Quanto mais irracional melhor. Põe todos a falar da mercadoria/livro ao mesmo tempo e o lançamento deve ser o corolário desse crescendo polémico.

Tudo passa depois da venda. O produto é para deitar fora. Depois desse outra promoção se seguirá. A tinta não pode secar,  o papel não pode oxidar,  a indústria editorial não pode parar.

 

António Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 22:05
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 21 de Setembro de 2016

Homens Bons

image.jpg

Já comprei  este novo romande de Arturo Péres-Reverte, " Homens Bons", autor cuja escrita muito me agrada desde ‘A Raínha do Sul’ (2003) , o primeiro que li dele, ou o ‘Cemitério dos Barcos sem nome’(2005); 'O Hussardo' (2006); 'O pIntor de Batalhas' (2007); ou  o  fabuloso ‘O Tango da Velha Guarda’(2013), um livro que me entusiasmou, me deu imenso prazer a ler e prencheu imenso do meu quotidiano.   Procuro neste livro, tal como o autor anuncia, um conforto contra o obscurantismo. Da luz contra as trevas.  Da cultura contra o fanatismo.

No  século XVIII  o cristianismo era factor de retrocesso civilizacional, hoje é o islamismo o mecanismo de retrocesso, ódio, conflito.  Arturo Péres-Reverte, pessimista , afirma que perderemos a guerra com o islão. Espero que neste aspecto,  o autor que tanto aprecio, não acerte a premonição.

 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 18:23
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 19 de Setembro de 2016

Estatísticas e prestação de contas dos serviços públicos

images.jpg

 

 

Em 2000 participei no programa PAB (Programa de Análise de Bibliotecas) financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian em parceria com a Fundação Bertelsmann da Catalunha. Em Portugal a Rede de Bibliotecas da FCG, constituia o SBAL (Serviço de Bibliotecas e Apoio à Leitura) dirigido á  época por Vasco Graça Moura e por Helena Melin Borges.  Foi uma direcção que percebeu a necessidade de requalificar a rede de bibliotecas gulbenkian, e empreendeu a tarefa.  Percebi que o alcance do projecto pretendido ia para além da análise e avaliação de bibliotecas públicas com vista a obter um modelo de referência para  e o SBAL e  Rede Gulbenkian.

O estudo estatístico rigoroso, pormenorizado e analisado servia a gestão e a direcção estratégica da biblioteca, e constituía de forma não menos importante a função de imagem, marketing e de confiança para os financiadores. Foi um período em que as bibliotecas públicas do projecto tiveram financiamento público e privado.

Foi exactamente esse  argumento que utilizei para  mobilizar e motivar  os colaboradores da Biblioteca de Espinho. E que deu bons resultados. Melhorou-se nas colecções e na informatização, na extensão cultural e na capacidade material de resposta, nos outputs. O mais visível foi o facto de a partir daí a biblioteca de Espinho passar a ter uma carrinha itinerante que foi oferecida pela Fundação Calouste Gulbenkian.  (Ainda hoje sinto a enorme satisfação de ter retirado a carrinha da garagem da Gulbenkian para a entregar ao funcionário da Câmara de Espinho, o “Zé bombeiro”, que a conduziu até esta cidade).    

A IFLA (Federação Internacional das Associações de Bibliotecas) aprovou em 2010  o  Manifesto para as Estatísticas de Biblioteca que refere essa posição.  Citando a IFLA:

“Las estadísticas bibliotecarias son necesarias para una gestión eficaz de las bibliotecas, pero aún lo son más para promocionar los servicios de la biblioteca entre los diferentes tipos de actores (...) Las estadísticas que están dirigidas a los responsables de las políticas, gestores y financiadores, son esenciales para decidir sobre niveles de servicio y planificación estratégica para el futuro.”

 

O mesmo tenho dito aos meus alunos de análise e avaliação de bibliotecas e centros de documentação. As estatísticas de biblioteca, não têm apenas a visão negativa da métrica do trabalho aí efectuado. Quando se trabalha bem, não há que ter medo das métricas. Elas servem essencialmente para valorizar a imagem e denotar as competências.

publicado por antonio.regedor às 17:22
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 17 de Setembro de 2016

Digital Humanities

images.jpg

O que significa ‘digital humanities’?   Existe a  discussão a seu propósito  e a propósito do neoliberalismo (Allington, et al, 2016).  Também por isso trâs autores (David Rheams (drheams@masonlive.gmu.edu), Tai Neilson (tneilson@masonlive.gmu.edu)  e Lewis Levenberg (llevenbe@gmu.edu). propõem-se receber contribuições para a elaboração de um  Handbook of Methods in the Digital Humanities. Os temas foco são:

Content analysis / textual data mining
   - Critical code studies
   - Visual analysis
   - Physical digital structures
   - Online interviews and ethnography
   - Network analysis
   - Political economy
   - Communications / media studies
   - Archives
   - Big data
   - Dark web / the illicit
   - Collaborative research
   - Presenting research
   - Information aesthetics
   - Procedural literacy

Se a alguém interessar, tem oportunidade de colaborar.

publicado por antonio.regedor às 13:18
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016

9th Qualitative and Quantitative Methods in Libraries International Conference

615_QQML2017_Poster_2c.jpg

A 9th Qualitative and Quantitative Methods in Libraries International Conference (QQML2017,  http://www.isast.org) realiza-se de 23 a 26 de Maio de 2017 em  Limerick, Ireland.

Entre outros , o encontro prevê tratar assuntos como:

Data Mining, content analysis, taxonomies, ontologies

  Open Data, Open Access, Analysis and Applications

Big Data and its Management

Information Ethics

Information and Knowledge Management

Synergies, Organizational Models and Information Systems

Multimedia Systems and Applications

Computer Networks and Social Networks,

Health Reference and Informatics

Information Technologies in Education

Decision making in service innovation

publicado por antonio.regedor às 12:31
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 15 de Setembro de 2016

Quinta da Leitura

unnamed.jpg

E hoje é mais um dia de leituras, porque é quinta. 

No auditório da biblioteca Almeida Garrett.

Dedicada à editora &etc. 

tags:
publicado por antonio.regedor às 15:05
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 14 de Setembro de 2016

Rebooting Public Libraries for the 21st Century to Recreate the Future

12-connemara-public-library-chennai-india.jpg

A par da mais velha profissão do mundo, que se praticava junto dos templos, e que fazia parte desse ritual de culto às divindades, ouso dizer que as bibliotecas são igualmente das mais antigas instituições do mundo.  Claro que ninca foram como são hoje e, seguramente, amanhã serão diferentes, mas nunca deixarão de ser bibliotecas. Podiam até ser um punhado de livros, desses que um dos concílios veio a escolher, descartando alguns e  compilando outros para em votação muito dividida nas escolhas viesse a constituir mais um livro para a generalidade das bibliotecas. As bibliotecas estão, como sempre estiveram, em permanente questão e remodelação. Nunca deixou de se repensar as bibliotecas desde o momento em que existem.

Esta reparo, mais que reflexão, foi-me suscitado pelo convite público   do Departamento de Biblioteconomia e Ciência da Informação da Universidade de Calcutá,  para contribuir com um trabalho de investigação para uma monografia a editar  com ISBN intitulado:

“Rebooting Public Libraries for the 21st Century to Recreate the Future”

Ao  ler os objectivos do livro pretendido, ficamos com uma leve ideia do panorama das bibliotecas públicas da Índia. A sua origem remonta à colonização inglesa. Mas depois da independência as bibliotecas têm sofrido um processo de erosão. Com e evolução do digital, da net, as bibliotrecas na Índia perdem ainda mais relevância social . Isso preocupa os académicos, especialmente os que estudas as áreas da ciência da informação. Daí este projecto de livro.

Send your Inquiries and Submission of soft copy of your paper to     plsemcu@gmail.com

publicado por antonio.regedor às 15:35
link do post | comentar | favorito (2)
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Setembro 2016

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
18
20
22
23
24
26
30

.tags

. todas as tags

.favorito

. Rebooting Public Librarie...

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds