. Ex-aluno de Pós-graduação...
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. Porque é demasiado import...
. plataforma para emprestar...
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. MÊS DA BIBLIOTECAS ESCOLA...
Sai do prelo o livro “Manifestos contra o medo. Antologia de uma intervenção cívica” da autoria de Luís Norberto Lourenço.
O livro é apresentado dia 3 sexta feira, pelas 21.30h em Castelo Branco
Judite A. Gonçalves de Freitas
O ESTADO
EM
PORTUGAL
Este livro traça a evolução das estruturas políticas e sociais desde o Portugal Medieval até aos alvores da Época Moderna, procurando explicar as raízes da formação política do
Estado moderno
, examinando os seus principais aspectos: a irradiação da Corte régia, a criação e a consolidação das instituições centrais, as lutas dinásticas, a emergência do poder local, a expansão territorial e o desenvolvimento da cultura política. Com base nos estudos mais actualizados, procede-se a uma análise crítica da correlação de forças estabelecida entre o poder régio e a sociedade política, de forma a comprovar que uma boa parte dos fenómenos relacionados com o aparecimento do Estado e a ideia política associada tem origem na Idade Média tardia.
O ESTADO
EM
PORTUGAL
(SÉCULOS XII-XVI)
ISBN:
978-989-622-444-8
Mimeógrafo - aparelho que permite obter numerosas cópias a partir de um original dactilografado ou manuscrito pelo uso de uma folha de papel parafinado ou de stencil convenientemente gravada e tintada por meio de um rolo próprio para esse efeito; foi inventado por Edison.
Mimeografia - cópia obtida por meio do mimeógrafo.
FARIA, Maria Isabel; PERICÃO, Maria da Graça - Novo Dicionário do Livro da escrita ao multimédia. [Lisboa]: Circulo de Leitores, 1999. ISBN 972-42-1985-2
Da minha memória o termo mimeógrafo nunca foi muito usado, apesar de eu próprio ter usado muitas vezes este processo de policópia na sua ferramenta mais elementar. Na sua forma mais original é idêntico à serigrafia. Uma caixa com uma trama onde se coloca o stencil e se entinta com um rolo de borracha. A perfuralão do stencil vai deixar passar a tinta que no papel corresponde à mancha gráfica do texto. Este modo de reprodução artesanal de folha a folha é també conhecido pelo "vietnamita". Foi usado em tempos de ditadura em Portugal, por mim e outros camaradas, numa casa da zona da Boavista e onde imprimimos por este processo vários textos distribuídos nas zonas operárias do Grande Porto. Tinha a vantagem de ser fácil de transportar e de esconder. As várias componentes serem transportadas por várias pessoas. Ser fácil de usar ( o rolo que tínhamos esfolava os dedos). Ser silencioso. Tinha também vários inconvenientes. Sujar muito de tinta, deixar impressões digitais se não houvesse cuidado.
A evolução foi para os copiadores de rolo, primeiro de manivela, depois eléctricos. Conhecidos por Gestetner, a marca comercial.
Na transição cheguei ainda a ver copiadores a alcool. O original era do tipo "folha de papel químico" manuscrita ou dactilografada. Apesar de ser um processo mecânico e mais limpo, o número de cópias era muito limitado, de pouco contrate e que se degradava substacialmente de cópia para cópia.
Hoje tudo é diferente.
Sai do prelo o livro “Manifestos contra o medo. Antologia de uma intervenção cívica” da autoria de Luís Norberto Lourenço.
Luís Norberto Lourenço é professor, Licenciado em História e Pós- graduado em Ciências da Informação e da Documentação pela Universidade Fernando Pessoa
Luís Norberto Lourenço combina a formação em História, com economia e Ciências da Informação e da Documentação.
O laicismo é o garante do respeito que nutre pela diversidade de crenças, pensamento e opções de cada um.
Esse respeito que tem pelas opiniões dos outros confere-lhe o direito de ter opinião que procura ser ponderada, maturada e de bom senso.
Reparte as suas reflexões pelas questões da democracia, da cidadania, da política e da cultura.
Na democracia podemos vê-lo a falar da história democrática, do acto de votar, da contingência das escolhas e opções. Na política encontramo-lo a olhar os partidos com o conhecimento do interior e o distanciamento que o cientista social deve ter na observação distanciada, não se deixando enredar no subjectivismo para criticar com maior clareza e objectividade. Na cultura, constatamos a sua autoridade nas questões do ensino, das bibliotecas, dos museus e arquivos. Na cidadania não se limita ao comentário, mas também o vemos engajado. Não se limita a participar, mas vai mais além, na acção de organizar, promover, incentivar, impulsionar.
Combina o pensamento, a palavra e a escrita tanto nas questões nacionais como nas locais.
Não se limita a ver o Mundo, mas também a reflecti-lo, para o transformar.
Não se fica pela critica, mas procura também oferecer a proposta.
É um cidadão que não se limita a ser actor social, mas também autor da vida que preenche com a razão.
Porque se trata de cultura e educação.
Porque é demasiado importante para não ser divulgado
A Universidade dos pé-descalços
http://www.ted.com/talks/lang/pt/bunker_
Sai do prelo o livro “Manifestos contra o medo. Antologia de uma intervenção cívica” da autoria de Luís Norberto Lourenço.
Luís Norberto Lourenço é professor, Licenciado em História e Estudou Ciências da Informação e da Documentação pela Universidade Fernando Pessoa e é pós-graduado em Educação e Organização de Bibliotecas Escolares
http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/b
Bibliotecas portuguesas ganham plataforma para emprestar ebooks
Há cerca de 42 bibliotecas públicas portuguesas em testes finais para implementação de
uma plataforma que irá permitir aos leitores acederem aos acervos de ebooks em qualquer dispositivo com ligação à Internet. Deste grupo, "10 ou 11 bibliotecas académicas" deverão passar a contar com a possibilidade até ao final do ano.
Atualmente, a plataforma já está a ser usada pela Faculdade de Economia do Porto e pelos Institutos Politécnico de Leiria e de Bragança e, ainda antes do Natal, poderá ganhar espaço no site da Biblioteca Nacional, que também já assinou o protocolo para utilização do sistema, avançou o CEO da empresa que assina o projeto.
A solução foi desenvolvida pela Marka, uma empresa portuguesa que se dedica à distribuição de produtos informativos, incluindo ebooks (de livros técnicos). A nova plataforma resulta de um trabalho de 4 anos, no qual participaram cerca de 14 engenheiros (em Portugal e nos EUA), num investimento que ronda os 900 mil euros.
O sistema assenta no recurso a mecanismos de proteção à cópia (DRM) aplicados aos ebooks (numa parceria com a Universidade de Aveiro), para assegurar que o acesso a estes apenas é feito na medida em que seja permitido pela instituição (ou editor) que detém os direitos sobre os livros, e numa plataforma tecnológica que "guarda" estes ebooks online e permite o acesso aos mesmos pelos utilizadores (autenticados) das bibliotecas, explicou Manuel Gonçalves Neves, em entrevista ao TeK.
Segundo o responsável, aquilo que pode parecer simples, como a ideia de colocar os ebooks de uma biblioteca pública (académica, municipal, etc) ao alcance dos seus leitores através da Internet, sem necessidade de se deslocarem ao edifício para lê-los, era até à data muito difícil, devido a fatores como a resistência dos editores, que receavam ver as obras distribuídas sem autorização.
Até agora, "para acederem a um livro em formato digital, as pessoas faziam fila para usar o computador da biblioteca" onde este se encontrasse disponível, ilustra o fundador e diretor executivo da Marka, que também fornece a plataforma, mediante pagamento, a instituições e empresas fora do país.
São os contratos com empresas e bibliotecas privadas que permitem rentabilizar a solução. Em território nacional, será oferecida a bibliotecas públicas, como as presentes em universidades e municípios.
A outra parte do negócio é sustentada pela venda de ebooks através do site MyEbooks, onde é possível adquirir os livros digitais (técnicos e científicos) em formatos ePub e ePDF e, portanto, compatíveis com todos os leitores que suportem os formatos. Utilizadores de Windows e PC podem recorrer, por exemplo, ao software Adobe Digital Editions ou Bluefire Reader, disponíveis para download gratuito.
Embora os livros de editores portugueses sejam distribuídos pela empresa e colocados na sua loja online de forma gratuita, esta recebe ainda uma comissão sobre os títulos vendidos, o que constitui outra fonte de rendimento.
Note-te que a loja da empresa é independente do "armazém" de ebooks destinado aos livros que pertencem às bibliotecas - e aos quais os leitores inscritos nas mesmas terão acesso. De acordo com os dados fornecidos por Manuel Gonçalves Neves, nesta fase há na base de dados destinada às bibliotecas 9 mil ebooks, sendo que a cada dia são carregados mais 22.
Decorre nesta altura o Congresso do Livro promovido pela Associação portuguesa de Editores e Livreiros
A história do Livro e da Leitura Pública em Portugal não tem sido muito feliz. É uma história de omissão, desconfiança, incompreensão, desinteresse e destruição
Omissão até 1958 quando as itinerantes da FCG começaram a percorrer o País. Desconfiança do importante esforço de levar livros ao maior número de lugares. Incompreensão pela importância da proposta de Rede de Leitura Pública lançada em 1987. Desinteresse que é visível pela adesão ao programa nunca ter chegado a todos os Municípios. Destruição porque se extinguiram as carreiras específicas de técnicos de informação e documentação e deixou se ser exigido para desenvolver actividade em Bibliotecas, Arquivos e Centros de Documentação formação específica.
Houve um tempo em que uma bibliotecária (Teresa Gouveia) que foi Secretária de Estado da Cultura, lançou o programa de Rede de Bibliotecas de Leitura Pública em Portugal. Desde 1958 até essa altura a Leitura Pública era assegurada essencialmente pela Fundação Calouste Gulbenkian através de uma rede de bibliotecas itinerantes e de pequenas salas de leitura designadas bibliotecas fixas.
1980 IPL; 1987 IPLL; 1992 IBL; 1997 IPLB; 2007 DGLB - 13 Directores Gerais em 30 anos. Mostra bem como nunca se conseguiu estabilidade política para o que deveria ter sido entendido como um projecto de qualificação nacional.
Paradigmas da educação: a educação não formal é uma conferência no âmbito das questões prementes da educação não formal que tem por destinatários bibliotecários, professores, técnicos de bibliotecas e profissionais ligados à educação.
Dia 22 de outubro, das 9h30 às 17h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Penafiel.
Programa:
9h30 - Entrega da documentação
10h00 - Abertura
- Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Dr. Alberto Santos
- Directora da Biblioteca Municipal de Penafiel, Dra. Adelaide Galhardo
10h30 - Dra. Céu Basto - Serviço Educativo e de Extensão Cultural da Biblioteca Municipal de Penafiel -“Práticas de Educação não formal: A Biblioteca Municipal de Penafiel como contexto de intervenção”
11h00 - Intervalo para café
11h15 - Dra. Teresa Calçada - Coordenadora do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares do Ministério da Educação - “Biblioteca Escolar: currículo oculto”
12h00 - Debate
12H30 - Intervalo para almoço
14h00 - Dr. António Regedor - Universidade Fernando Pessoa - “A Prática da formação não formal em Bibliotecas da Grande Área Metropolitana do Porto ”
14h45 - Doutora Teresa Medina - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, da Universidade do Porto - “A animação sócio cultural como prática educativa”
15h45 - Intervalo para café
16h15 - Doutor João Caramelo - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, da Universidade do Porto - “Educação não formal e processos de desenvolvimento local”
17h00 - Debate
Inscrição: 5 €
Contactos para inscrição:
biblioteca.penafiel@cm-penafiel.pt
tel: 255 710 700 / 255712738
ESTAMOS NO MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES
http://blogue.rbe.min-edu.pt/2011/10/mes-i