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Terça-feira, 25 de Julho de 2017

25 Xulio Dia da Pátria Galega

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Hoje 25 de Julho é dia da Pátria Galega.  Será bom dia para lembrar nomes da cultura Galega.  Desde logo  a poeta  Rosalia de Castro 1837-1885. Na sua terra natal, Padrón,  há a sua casa museu. É considerada  fundadora da literatura galega moderna.  17 de Maio,  é comemorado como o  Dia das Letras Galegas por  ser a data de edição da sua primeira obra em língua galegaCantares Galegos.

Pondal, Eduardo María González-Pondal e Abente   1835 -  1917) foi um poeta galego, pertencente ao movimento regionalista.

Manuel Curros Enríquez  1851-1908 Nascido em Celanova é um dos principais representantes do Ressurgimento da literatura galega, juntamente  com Rosalia de Castro e Eduardo Pondal.

Eduardo Blanco Amor 1897-1978

Carlos Casares Mouriño  1941 - 2002

Manolo Rivas nasceu em 1957  Estudou Ciências da Informação. Foi vencedor do Prémio Nacional de Narrativa em 1996.

 

Ramón Otero Pedrayo  1888 — 1976) Pertenceu à denominada Xeración Nós e foi professor  da Universidade de Santiago

publicado por antonio.regedor às 17:06
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017

Elogio ao meu amigo Gaspar Matos.

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 Caro Amigo gaspar Matos

Na entrevista que dás ao  blog “Vida e Obras”

http://projectovidaseobras.wixsite.com/blog/single-post/2017/07/19/Entrevista-a-Gaspar-Matos

Colocas em mim enorme responsabilidade, pelo teu futuro, pelo teu percurso profissional, pelo teu sucesso na área de especialização em bibliotecas. Apenas admito que tive razão quando te disse para fazeres estágio em biblioteca especializada.   Mas a responsabilidade do teu percurso e sucesso é só tua.  Costumo contar que um dia perguntei à minha filha quem lhe tinha ensinado determinada coisa. Ela respondeu. “Ninguém, fui eu que aprendi”. E isso que se passa contigo. É a tua estatura cívica e implicação profissional que te leva a ser bom técnico de ciência da informação.  Obviamente  que recordo as nossas conversas sobre perspectivas pessoais, profissionais e académicas. Até o planeamento de entrada na profissão.  Talvez seja a melhor coisa que sei fazer: “Coaching académico”. Quando temos orgulho de dizer que fomos professor de determinada pessoa, é porque essa pessoa tem valor, é bem sucedida e nos queremos associar a essas positividades.  O melhor que um mestre pode desejar é que o seu aluno siga mais  adiante que o caminho que o mestre percorreu.

Aproveito para dizer que também me ensinas muitas coisas. Conheço por ti  este blog, "Vida e Obras" de  Pedro Marques, interessante ,  bem elaborado e de grande utilidade.

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 13:06
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Quarta-feira, 5 de Julho de 2017

Portugal e a Bicicleta

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Foto: Capa da Revista: "Guia Orientador- Ciclismo e Dinamização da Actividade Turística". Coordenação de Sandro D. Araújo (Vice -Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo. 2016. Lisboa: Edição da Federação Portuguesa de Ciclismo. 

 

O potencial de Portugal deve ser aproveitado. 

Portugal exposta 15% dos 11 milhões de bicicleta que a União Europeia exposta para todo o mundo

Águeda continua a ser a capital do fabrico de bicicletas em Portugal, e a maior empresa é a “Órbita”.

Apesar disso, portugal continua a usar pouco a bicicleta. O seu uso é esencialmente desportivo e de lazer. Mas o seu uso funcional é ainda residual.

Há  apenas 1700 Km de percursos  dedicados  à bicicleta e apenas 299 ciclovias. Sabemos que a mioria das ciclovias tem uma lógica de lazer, e não de funcionalidade urbana.

 

António Regedor

 

publicado por antonio.regedor às 17:56
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Segunda-feira, 3 de Julho de 2017

Livros proibidos

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Para dar abertura à notícia  cultural:  “A biblioteca dos livros proibidos”, publicado a 02.07.2017 às 16h30.  No jornal expresso,  as palavras de Valdemar Cruz  são:  “diz-se estar na posse da biblioteca do Palácio de Mafra a maior coleção de livros proibidos pela Inquisição”.

A notícia cultural, nada tem a ver com a Biblioteca do Convento de Mafra, mas sim com uma instalação  feita com  livros em algum momento proibidos.

Acontece que a colecção da biblioteca do convento de Mafra não era  o depósito das obras proibidas em Portugal (apenas estava autorizada, por bula Papal de 1754,  a incluir no seu acervo livros proibidos pelo index) e é de duvidar que o número de exemplares de obras inscritas no index seja superior a muitas outras instituições no estrangeiro e até em Portugal.   

Obviamente  que a maior colecção de livros censurados estará certamente no Arquivo Secreto do Vaticano. Já que era a igreja católica de Roma a  analisar e a decidir se o livro tinha as autorizações para publicação ou passava a figurar no index.

No caso de o  autor só se referir a Portugal,  há também a dizer  que a  biblioteca da Real Mesa Censória criada em 1768 (o mosteiro de Mafra apenas iniciou a sua construção em 1717 e a basílica consagrada em 1730) visou transferir da igreja para  o controlo directo do Estado a censura de todas as publicações em matéria religiosa, política e civil.  Será de inferir que é esta  colecção a mais extensa em matéria de livros proibidos, já que os analisava a todos. Esta colecção seria  integrada na actual Biblioteca Nacional.

António Regedor

 

Fonte: http://expresso.sapo.pt/cultura/2017-07-02-A-biblioteca-dos-livros-proibidos

 

 

 

publicado por antonio.regedor às 19:23
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Domingo, 25 de Junho de 2017

Livros. Àgua. Terroristas.

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E a provar que com os livros, ficamos a saber mais, até dos segredos de foruns onde se fala da morte dos livros e da morte da  liberdade.

Noticia o  jornal expresso: “Umberto Eco, falecido em fevereiro do ano passado, fez esta afirmação numa conversa com o argumentista e encenador francês Jean-Claude Carrière, moderada pelo jornalista e escritor Jean-Philippe de Tonnac, editada este mês pela Gradiva, sob o título "Umberto Eco-Jean-Claude Carrière. Não contem com o fim dos livros", numa tradução de Joana Chaves.”

E a propósito do fim dos livros ficamos  também a saber que nesse mesmo forum de Davos se falou da água e da sua privatização. Bem sabemos  que é assunto preferido de grandes multinacionais. Oum dos presidentes da Néstlé teve mesmo o descaramento de dizer grosso modo que a água devia de ser para quem a pudesse pagar.  Quando ouvimos estas coisas ficamos com a certeza que os Daesh económicos existem e os Daesh religiosos são seus instrumentos.

Fonte:  http://expresso.sapo.pt/cultura/2017-06-25-A-ultima-conversa-de-Umberto-Eco-Nao-contem-com-o-fim-dos-livros

 

 

publicado por antonio.regedor às 15:37
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Sábado, 24 de Junho de 2017

Copos e livros

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Acabei de ler as últims páginas de “Sedução” de José Marmelo e Silva.  A seguir , ao almoço, abri  um branco “Evel” produzido pela  Real Companhia Velha.  Eu que até sou mais apreciador dos tintos, e por isso tão apreciador  do “Evel” de 2014 premiado pela Wine Spectator com a apreciação dos melhores vinhos de 2014. O Branco é igualmente digno de referência. Provei um mais recente, do ano passado. Produzido com Viosinho, Rabigato, Fernão Pires e Moscatel Galego Branco. São castas tradicionais do planalto de Alijó.

António Regedor

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publicado por antonio.regedor às 14:49
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Sexta-feira, 23 de Junho de 2017

Bibliotecárias a cavalo

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Na sequência da grande depressão, foram criadas as brigadas de bibliotecárias a cavalo, no Kentucky.  Esta foi uma região fortemente atingida pela depressão onde as populações viviam  muito isoladas.

Era feito o serviço de empréstimo às zonas mais isoladas e as bibliotecárias possibilitavam através da transmissão de informação, reduzir o isolamento com o exterior das comunidades.

A população servida era de cerca de 100 000 habitantes. O programa só acabou em 1943. Foi substutído pelos bibliobus.

ALEJANDRO GAMERO — 28/05/2017  em http://lapiedradesisifo.com/2017/05/28/la-brigada-de-bibliotecarios-que-hacia-su-trabajo-caballo/

Fonte;  http://archiveproject.com/the-horseback-librarians-of-eastern-kentucky-10-photos

publicado por antonio.regedor às 15:27
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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017

Desafios e mudanças nas bibliotecas

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Uma Biblioteca Pública a trabalhar bem. 

A pensar nos desafios que se colocam às bibliotecas e na procura de saídas com futuro.

O painel de intervenções dá toda a garantia de qualidade.  É constituído por colegas e amigos de longa data.

publicado por antonio.regedor às 15:30
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Segunda-feira, 5 de Junho de 2017

“Irmãos de Armas”

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“Irmãos de Armas” é um livro de ficção da autoria de António Brito. Foi apresentado, na Biblioteca Municipal de Espinho “José Marmelo e Silva”, pelo Coronel David Martelo, ele próprio historiador e autor de “O Exército Português na Fronteira do Futuro”(1997), “As Mágoas do Império”(1998), “A Espada de Dois Gumes”, “1974 – Cessar-Fogo em África”(2001), “O Cerco do Porto”(2001), “A Dinastia de Avis e a construção da União Ibérica”(2005) e “Os Caçadores”(2008). Origens da Grande Guerra –Rumo às trincheiras. Percurso político-militar (1871-1914)”(2013). A Imprevidência Estratégica de Salazar-Timor (1941)-Angola (1961). Para as Edições Sílabo, traduziu e prefaciou as três principais obras de Maquiavel (“O Príncipe”, “Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio” e “A Arte da Guerra”) e a “História da Guerra do Peloponeso”, de Tucídides. É membro efectivo do Conselho Científico da Comissão Portuguesa de História Militar. De 2007 a 2012, foi membro do Comité Bibliográfico da Comissão Internacional de História Militar.
O autor, António Brito, alistou-se nos Pára-quedistas, e combateu na guerra colonial, em Moçambique. Escreveu para jornais. Licenciou-se em Direito. Tem publicado os romances “Olhos de Caçador” (2007), “O céu não pode esperar”(2009), Sagal-Um herói feito em África” (2012), e “Sagal- O profeta do Fim”(2012).
O livro agora apresentado não é de história militar, nem mesmo romance histórico. É ficção. É um romance. Não será documento para a produão científica da história, mas é seguramente um contributo para o estudo psicológico do fenómeno da guerra, e sobretudo para o estudo de comportamento dos ex-combatentes e da sua inserção social, nomeadamente dos combatentes da guerra colonial.
A História, e a história militar, tem de ser feita, essencialmente com base na produção documental. Firmada no documento para a sua análise e interpretação.
Estes textos de ficção, bem como a bibliografia de memórias, crónicas de guerra, diários, são importantes para pontear situações, acontecimentos e vivências. Passá-los a escrito faz parte da catarse, do esforço de arrumação do turbilhão de emoções que acometeram os ex-combatentes. E as sesões de apresentação destes livros, como a que decorreu na Bibliotecas de Espinho “José Marmelo e Silva”, são muito importantes, não apenas pelo contexto literário, estético, histórico, mas também pela oportunidade que dá à libertação de exercícios de memória e emoções, constituindo espaços de catarse tão necessária a quem experimentou o contexto psicológico do tempo de guerra prolongado em espaço longíncuo e hostil.
No avançar da leitura, que nos prende logo nas primeiras páginas, percebe-se que o romance tem na guerra o pretexto para contar histórias de homens (e também mulheres) que se formam na dificuldade da vida, se encontram no mundo da guerra e se perdem no infortúnio do mundo.
publicado por antonio.regedor às 20:53
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Quinta-feira, 27 de Abril de 2017

Pós-verdade e Michel Foucault

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A propósito do recentemente denominado discurso da "pós-verdade", devia ler-se  Michel Foucault. 

Mais uma vez Foucault é útil para a compreensão deste  de poder social.  E das   relações entre poder, saber e linguagem (discurso). 

António Regedor

publicado por antonio.regedor às 15:55
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